Já não há blanks no ETGM
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Contrariamente às expectativas, as imagens chegaram de Manchester. A primeira tentativa mundial de criação de off-shores na blogosfera foi interceptada não pela administração do ETGM, mas pelas autoridades daquela cidade madeirense (sic) conforme notícia do Herald Garden. As culpadas, duas versivas (cf. comunicado em comment do ETGM) com ligações conhecidas à mediterreaneidade e a meios de cientificidade jurídico-literário-laboral, aguardam — veja-se a legenda da imprensa britânica — a chegada do “District Attorney”, Mr. Pi Éne, que após as formalidades legendariamente referidas poderá optar por um processo mais mediático e exuberante, a cargo de Sir AEQ, ou pelo mais feroz processo habitualmente a cargo do “Prossecutor” o americano e estranhamente cinéfilo Dio Leo.

No acto de captura, a unidade da PSP que apoiou a Scotland Yard capturou o Cão, uma bicicleta, um automóvel que há décadas não parava num semáforo e uma carrada de livros. O derridaniano inspector gaulês Navarrou procederá à análise laboratorial destes despojos.

O ETGM pode, assim, assegurar aos seus leitores que, no more blanks, a tranquilidade regressou ao cemitério: já não precisam de trazer os fill in pela trela. Uff!!! Lamentamos, em todo o caso, que as formalidades e as demoras do District Attorney não nos tenham ainda permitido a cabal identificação das culpadas. Não perdem, é claro, pela demora.

Oops… i did it again — onde é que já ouvi isto?

_ S _, ai de _ ós, ó ai!

M_ _ _ _ a _ _ _ _ _ _ _ _ para Cr_ _ _ _?!

And yet again? Não tem parança?!

Mr. _ _ _ ll _ _

Menina _ à, perdão, _ e _ e _ _ C.

Fill in the blanks — again, svp

_ _ t _ _ _ _ E _ _ e S_ _ _ _

_ e _ _ _ _ na casa dos _ v _ _

Fill in the blanks

_ _ a p _ _ s _ _

_ _ e o _ ~ _

Mas que grande delito

MAS QUE GRANDE

VAMOS PROCESSÁ-LOS!!!

O Delito de opinião vai ser alvo de processo judicial por tentativa de assassinato: estão a tentar matar mortos com doçura. Os mortos somos nós, é claro. E a doçura é esta forma de gentileza que transformou o nosso cemitério numa terra de leite e mel. Já não sabemos como agradecer. Entregámo-nos, por 15 minutos wahrolianos, ao êxtase do “luxe, calme et volupté” das Flores de Mal. Há um fino aroma de prazer a vogar sobre as nossas campas.

Queremos apenas dizer que ainda por cima esta escolha nos toca. O Delito de Opinião é um excelente blogue feito por 20 autores que cobrem irrepreensivelmente a actualidade política e cultural. Fazem-no com ética. Sem prejuízo, é claro, de um gosto pelo lúdico que os leva a brindar os seus leitores com “As Canções do Século” ou “Os Filmes da Minha Vida” ou com a evocação de velhos anúncios que nos fazem sorrir e sonhar.

A confiança na qualidade que têm, autoriza-os também a convidar, sem quaisquer complexos, outros bloggers, um por dia, a quem oferecem a glória duma linda passadeira vermelha. Têm classe. Sermos escolhidos por pessoas que têm classe deixa-nos felizes e com uma ponta de vaidade. Agradecidos sobretudo: muito obrigado.

Escrita no Cemitério

A gerência deste cemitério anuncia que nos está prometida a entrada de um Querido Morto ainda cheio de vida até amanhã à noite. Como penitência, o velho morto faltoso, e — pasme-se — manifestamente atrasado, vai rezar mais um ou dois posts. 
Na próxima 5ª, o falecido autor que se segue continua vinculado à obrigação de acrescentar novo Querido Morto ao nosso património. É o mínimo que se exige a um cemitério: enterrar a tempo e com implacável rigor os seus mortos. 

Gostam de nós. Gostamos.

As afinidades são o que são. Ou em termos tão prosaicos quanto românticos: quem o feio ama, bonito lhe parece. E a verdade é que, estava 2010 já exangue, recebemos manifestações de apreço e de simpatia. De outros autores da bloga.
Escolheram-nos — e é manifesta injustiça amorosa -, como o melhor blog de 2010.  Num caso, neste sem se ver, cujo lema é o de por ele passar liberdade, a autora aduz explicações que convertem o É Tudo Gente Morta num verdadeiro Cassius Clay. Gostávamos de ser, só que, sinceramente, não temos a ágil dança de pés que era o segredo de Muhammed Ali. Mas que Sem-Se-Ver tenha reconhecido a amizade que funda as relações dos residentes deste cemitério e uma genuína cordialidade  e civilidade com quem nos visita, colheu fundo: é o melhor que temos, é o que queremos continuar a oferecer.
Também o José Manuel Faria, do Ruptura Vizela decidiu assim que em 2010 o É Tudo Gente Morta deveria ser o primeiro. Assim, curto e directo. 
Não somos o melhor blogue, se mais não fosse pela simples razão de, à imagem do unicórnio, não haver esse dourado ídolo! Mas que tenhamos sido capazes de lhes inspirar algum prazer, que tenham descoberto num agreste cemitério algum sentido lúdico, mostra que a Sem-Se-Ver e o José Manuel Faria são leitores generosos e benevolentes. Ficamos sinceramente agradecidos e em dívida. Muito obrigado. 

Em rede: lemos; somos lidos

Fomos escolhidos. Basta ver onde, para se perceber que foi por gosto. A Sofia Loureiro dos Santos fez o elenco dos 7 blogues que mais a tocaram ou animaram este ano. E explicou porquê. Quando disse que a nós nos elegia porque “eles” (somos nós!) “nos temas abordados rompem a rotina do dia-a-dia” percebeu melhor o que nós gostaríamos de ser do que nós seríamos capazes de explicar e, ainda mais difícil, de fazer. Obrigado.

E não é que escreve mesmo muito bem!

Não sabemos se a Eugénia de Vasconcellos já sabe, mas o Pedro Correia do blog Delito de Opinião incluiu o seu nome no que  seria uma selecção ideal das autoras da bloga portuguesa. E por saberem que ele tem razão, os restantes autores deste blogue  juntaram-se aqui, para agradecer a gentileza do Pedro Correia claro, mas sobretudo para brindarmos a Eugénia com a ovação que ela merece. Parabéns!

Amanhã temos visitas

Se três meses é uma tradição – na vida de um blog, três meses são três anos – cumprimos hoje uma tradição. É o primeiro dia do mês e anunciamos o nosso convidado de Dezembro, “um morto em visita”.
Mas, como muito bem se costuma dizer, a tradição já não é o que era e a subversão instalou-se:
Em primeiro lugar, porque em vez de um convidado ou convidada, temos duas convidadas;
Em segundo lugar, porque ambas as convidadas vêm do Brasil, onde se mantêm activas na bloga;
Em terceiro lugar, porque em vez de alguém completamente alheio à vida do blogue, que assumidamente se sabe “estar de passagem” como se Einstein passasse por Portugal, as nossas convidadas há muito têm grande familiaridade com o Gente Morta que se espera reforcem depois desta estada.
Como em qualquer cemitério que se preze a antiguidade é um posto, começo por vos apresentar, Carla Lopes, que nos visita e na bloga, onde joga a sua Carta de Tarot, assina como Turmalina, como já está, aliás, inscrito no seu jazigo de convidada.
A nossa segunda convidada é Luciana Nepumoceno que, primeiro conhecemos como Borboletas nos olhos e que, num desdobramento, certamente significativo, diz que afinal “Eu sou a graúna”.
Amanhã, Turmalina entra no Gente Morta com as suas respostas ao inquérito obrigatório. Logo no dia seguinte, é a vez de Luciana Nepomuceno.
Voltarão adiante, cada uma com um texto com que escolheram brindar este cemitério que as estima. São as nossas “mortas em visita” de Dezembro.

Amanhã temos novas visitas

Durante um mês, e com a abundante participação que todos admirámos, Eduardo Marçal Grilo deu-nos um bocadinho de seu tempo e muito das suas vivências e gostos. Foi o nosso convidado de Novembro. Despede-se hoje do cemitério e da pequena romaria de tão bons visitantes que nos estimam. Agradecemos-lhe. Fez-nos bem a sua companhia, uma companhia que nos levou dos quartéis da revolução a uma escondida aldeia do México, e até a uma reunião com um Secretário de Estado. Convenhamos: é preciso ter pedalada para o acompanhar. Obrigado, caro Eduardo. 
Amanhã, já sabem, anunciamos o nosso “um morto em visita” de Dezembro. Uma surpresa, claro.

Há um novo autor no É Tudo Gente Morta

Há algum tempo que este cemitério não abria uma campa com carácter definitivo. Por unanimidade e aclamação decidimos que era tempo de ter um cadáver fresco entre nós. E escolhemos, com ovação, a Marta Costa Reis que se apresenta, no perfil que podem ler na coluna da direita, se clicarem no nome dela, o quarto a contar de cima.
Começa por dizer que já se reconciliou com a ideia de que não vai ler todos os livros do mundo. Acreditem em tudo o que ela vos disser a partir de agora, menos nisso. Quem conhece a nossa nova autora sabe bem que ela vai ler — está quase a acabar — todos os livros do mundo. Também nos avisa que a acusam de ter voz de fadista. Mas ela não se quer convencer. É que nem vamos tentar. Para já, só queremos que ela escreva. Muito, porque bem já sabemos que vai ser. E pode ser a partir deste momento.
Lá mais adiante discutiremos a questão do fado. Bem-vinda Marta Costa Reis — o cemitério é teu.

Texto anónimo que mesmo assim se publica

A administração do É Tudo Gente Morta recebeu um pedido irrecusável. Um visitante regular e discreto deste cemitério solicitou-nos a publicação de um texto, sob condição de anonimato. Em defesa da sua pretensão, alegou querer homenagear outro texto, um dos que, aqui entre tumbas, mais prazer lhe deu ler, a ele leitor incansável e obsessivo. Referia-se a esta oração fúnebre da Eugénia de Vasconcellos. Num “jogo de nomes” que é exclusivamente da sua lavra, chamou-lhe “La História de Genyi”. A administração autoriza-se a publicação e acede a conservar no título o “jeux de noms”, convicta de que a Gengi e a Eugénia agradará coincidirem num possível diminutivo.
O incógnito visitante, que é até um apreciador do idioma lusitano, excedeu-se em desculpas por nos escrever em castelhano. Quem será?

LA HISTORIA DE GENYI, de Murasaki

Los editores del orientalista Arthur Waley han publicado en un solo volumen servicial su ya famosa traducción de la Historia de Gengi de Murasaki, antes apenas accesible (o inaccesible) en seis onerosos volúmenes. Esa versión puede calificarse de clásica: está redactada con casi milagrosa naturalidad y le interesa menos el exotismo -¡horrenda palabra!- que las pasiones humanas de la novela. Ese interés es justo; la obra de Murasaki es muy precisamente lo que se llama una novela psicológica. Hace mil años la compuso una dama de honor de la segunda emperatriz del Japón; en Europa seria inconcebible antes del siglo diecinueve. Lo anterior no quiere decir que la vasta novela de Murasaki sea más intensa o más memorable o «mejor» que la obra de Fielding o de Cervantes; quiere decir que es más compleja y que la civilización que denota es más delicada. Dicho sea con otras palabras: no afirmo que Murasaki Shikibu tuviera el talento de Cervantes, afirmo que la escuchaba un público más sutil. En el Quijote, Cervantes se limita a distinguir el día de la noche; Murasaki («El puente de los sueños», capítulo diez) nota en una ventana «las estrellas borrosas detrás de la nieve que cae». En el párrafo anterior, menciona un largo puente húmedo en la neblina, «que parece mucho más lejos». Tal vez el primer rasgo es inverosímil; los dos son extrañamente eficaces.

He alegado dos rasgos de orden visual; quiero destacar uno psicológico. Una mujer, detrás de una cortina, ve entrar a un hombre. Escribe Murasaki: «Instintivamente, aunque ella sabía muy bien que él no podia verla, se alisó el pelo con la mano».

Es evidente que en dos o tres fragmentos lineales no cabe la medida de una novela de cincuenta y cuatro capítulos. Me atrevo a recomendarla a quienes me leen. La traducción inglesa que ha motivado esta breve nota insuficiente se titula The Tale of Genji y ha sido traducida al alemán el año pasado (Die Geschichte vom Prinzen Genji, Insel-Verlag). En francés hay una traducción integral de los  nueve primeros capítulos (Le roman de Genji, Plon, 1928) y algunas páginas en la Anthologie de la littérature japonaise de Michel Revon.

P.S. — Tendo embora envidado os maiores esforços, a administração não conseguiu proteger o anonimato do autor, revelado em intempestivos comentários de vários autores deste cemitério. O texto acima, publicado em 1938, é de um autor argentino, Jorge Luis Borges, de vagos antepassados portugueses.

Uma aracnídea rede

A blogosfera é, sabe-se, uma aracnídea rede de afectos. A impessoalíssima administração deste blog, tarde e más horas, deu conta de uma onda amorosa que começou num beijinho e acabou num abraço. Perdendo a circunspecta e cadavérica compostura, atreve-se a dita administração a dar notícia do sucedido.

O beijo

A admirável e, crê-se, sorridente Rita Roquette Vasconcellos dedicou este lindo mimo à nossa tão estremecida Eugénia. Tirou-nos o desenho da boca. Traço a traço. Estamos de acordo, se bem que a Rita bem podia ter decotado um pouco mais a nossa tão boa autora (o clima da Sardenha é propício e a subida gola não faz justiça ao pescoço e por certo mediterrânicos ombros) . O cão é apresentado com a cor errada, o que, como já acontecia com o peixe do pintor do Herberto Helder, é a cor que está certa. Apoiado, Rita!

O abraço

O Delito de opiniao, um dos blogs colectivos cuja clareza e diversidade muito estimamos (e donde copiámos escandalosamente a ideia do convidado do mês, a que chamámos para disfarçar “Um Morto em Visita”), incluiu-nos na lista dos blogs merecedores do Prémio Dardos. A escolha foi, primeiro, do Pedro Correia e, logo a seguir, do João Carvalho. Aceitamos a distinção, claro, e com claro egoísmo. E, sobretudo, aceitamo-la vaidosos por vir de quem vem.
Levantaram-nos um problema: a quem é que, agora que já não os podemos incluir na nossa lista de premiados — a lógica é a do passa outro e não o mesmo — vamos nós atribuir o prémio?! A administração deste ósseo condomínio decidiu que, acima beijada, cabe à Eugénia de Vasconcellos desatar aos abraços e anunciar aqui, nas próximas duas horas, a escolha da Gente Morta para os prémios Dardos.
Com a liberalidade e razoável anarquia que nos caracteriza, podem os outros autores — logo a seguir e, plagiando os melhores, tal como se faz no Delito de Opinião — apresentar as suas não coincidentes escolhas.

A Bem da Nação, Cumpra-se!

Short story

A anónima administração deste cemitério tem uma visão pouco centralista, escassamente opinativa e ainda menos interventiva nos hábitos, comportamentos e demais aspectos que componham a Weltanschauung dos residentes deste mórbido condomínio. Mas na ausência de imagem para a short story do mês, e adquirido que está ser um levantar de sobrancelhas de Eugénia de Vasconcellos mais do que uma ordem!, a administração diligenciou não uma, mas três imagens para que se apresentem as composições deste mês. O tempo escasseia, mas com a pré-narrativa que estes três quadros do pintor escocês Jack Vettriano anunciam, já se vê talento a derrramar das campas.

Long time gone

a very married woman

Back where you belong


Fomos escolhidos

Com atraso indesculpável descobrimos que a Sofia Loureiro dos Santos nos atribuiu aqui o Prémio Dardos, “o reconhecimento dos ideais que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais”. Agradecemos, eufóricos, mesmo sabendo que só merecemos aquele bocadinho que é termos ideiais. Temos.

Agora deveríamos participar deste processo em cadeia e escolhermos nós os blogs que em nossa opinião têm estes méritos. O problema é que somos 13 autores anárquicos e vamos demorar duas semanas a fazer a escolha. Como é que, caros autores, vamos resolver isto?

Obrigado Sofia.

Duzentos Anos Depois

A nossa obrigação era tê-lo achado antes de ele nos ter achado a nós. Mais não fosse para fazer justiça à tradição de achamentos. Mas Israel Jorge, autor do blog Duzentos anos depois, gosta de trocar as voltas à cronologia da história e descobriu-nos, bem mortos, neste cemitério, colocando-nos na sua coluna de sugestões como um dos seus blogs portugueses favoritos.
Não é só por cortesia que lhe respondemos e o adicionamos também aos nossos favoritos. É sim pela surpresa e originalidade do seu blog. Nele, o autor comenta (e dá a ler) os artigos que, em 1810, há 200 anos, foram publicados na Gazeta do Rio de Janeiro, o primeiro jornal impresso no Brasil, que tinha periodicidade bissemanal. Depois, no mesmo post, comenta (e dá a ler) um artigo saído na actual Imprensa brasileira, no mesmo dia de 2010. O exercício é tão bom – e tão cheio de surpreendentes paralelos – que apetece logo roubar a ideia.
Honra-nos que um tão bom autor nos aprecie. Nós ficamos reverenciais admiradores.

Amanhã: o novo Morto em Visita

 

Hoje anunciamos e amanhã temos o Morto em Visita de Novembro.
Podíamos tentar apresentá-lo. Pura perda de tempo.
Podíamos dizer que foi Ministro ou que tem o grau de “Master of Science in Applied Mechanics” obtido no Imperial College da Universidade de Londres.
Podíamos dizer uma série de maiúsculos palavrões, como OCDE, UNESCO, ERASMUS.
Preferimos ser justos e concisos: tem a paixão da Educação.
Preferimos até dizer só o nome: Eduardo Marçal Grilo.
Entra amanhã no É Tudo Gente Morta. Fica a viver connosco um mês inteiro. Para nosso valente desassossego e júbilo.

Outro Morto em Visita

Amanhã mudamos de morto em visita. Até hoje, a Ana Cássia Rebelo, autora do Ana de Amsterdam, acompanhou-nos. Escreveu aqui e aqui. Muito bem, como esperávamos. Agradecemos-lhe a visita. E que tenha sido gentil connosco, fazendo deste cemitério um cemitério legível.

Amanhã anunciaremos o novo “Um Morto em Visita”. Quando dissermos quem é, nem vão acreditar. Porque é que um “Master of Science” haveria agora de vir à bloga? Mas vem porque a inteligência, quando o é, é sempre despretensiosa. Amanhã por esta hora faz-se o anúncio. No dia 2 e 3 publicam-se os posts. Vai ser um acontecimento.

Para já e só para o recebermos pedimos a ajuda de Glenn Gould. Música, por favor.