
Há pessoas que nascem para morrer novas. Há blogs que nascem para morrer garotos. E todos nós, ponho-me eu para aqui a achar, sempre soubemos que seria assim. Dois aninhos por fazer. Bem vistas as coisas, não é uma tragédia. Morremos, é certo. Mas morremos de felicidade. Pura, juvenil, inesperada. Que é cor das amizades e o feitio das cumplicidades que nesta campa, tal como no fado, nasceram a par. E a lenda, simples, singela, de nós todos - atrevemo-nos a esperar — talvez também reze um dia:
Quando os incautos passavam
junto à linda sepultura,
toda a gente afirma e jura
que os textos coravam
e o tempo parava para ninguém lhes tocar
Obrigado a todos, autores e leitores, pelos tempos felizes que se viveram aqui.
É Tudo Gente Morta.

















Não tenho mais lamentações pra apresentar. Só uma questão egoísta me ocorre, Pedro, os textos permanecerão aqui, pros vermes roerem ao longo do tempo ou serão apagados, como se toda a beleza não tivesse existido?
Luciana, os meus textos, os nossos textos, não são mais nossos. Ficam por aqui, a descansar. Obrigado pela sua companhia.
Até sempre Luciana. E olhe que continuarei a segui-la para onde quer que for que as suas asas coloridas a levam.… bj
Vasco, me faz muito bem sua companhia, esteja certo. Obrigada por tudo e tanto.
Vai a enterrar, este magnifico blog???
Sempre esteve enterrado. Só que agora os mortos viraram zombies e foram de veraneio. Thanks pleo magnífico.
Que desgosto! Que desgosto! Como vos ando a ler a partir do FB, leio um post de cada vez à medida do tempo que tenho. Entre a saída do Manel que julguei temporária e a saída da Eugénia para mim passou um dia. Eu sei que com estas saídas o fim dos mortos era inevitável, mas mesmo assim vou ter saudades de vos ler a todos, de me rir, de aprender, até dos comentários que eram quase outro blogue. Se não fosse o Expresso e a Visão não voltaria a encontrar-vos. Obrigada por estes quase dois anos. Maria João “Cayenne”
Maria João,
Quem agradece, somos nós. A sua presença assidua foi muito mais do que um estímulo. O ETGM é também seu.
Pena tenho eu de não poder continuara a disfrutar das suas belíssimas fotos. Obrigado.
Os meus pêsames.
Cusca
Então, Cusca? Lá por morrermos não nos queira enterrar! Foi bom viver aqui.
Abraço.
Obrigado, Cusca.
Não concordo nada com isto, mas é que nada mesmo.
Ivone, eu também não sei se concordo. Mas não há pior do que ir morrendo aos poucos. Falou mais alto a vontade de guardar vivos momentos felizes.
Ivone, concorde, concorde, que agora somos nós a ser visitas de sua casa.
Obrigado Ivone!!
http://arondadosdias.blogspot.com/2011/07/cruz-na-porta-do-cemiterio.html
Continuarei a rondar pelos seus dias. Obrigado.
Acho mal, muito mal, péssimo, até.
:-(
Joaquim,
Péssimo, péssimo era ver este lindo cemitério a definhar aos poucos. Estamos tristes, posso jurar-lhe, mas tudo tem o seu tempo.
Pedro Norton, diria — «É da vida!»
Um cliché que, neste “lindo cemitério”, talvez se safe disfarçado de paradoxo.
Felicidades para todos os autores deste excelente blogue.
Abraço
Obrigado, Joaquim.
Logo cedo venho aqui e o Manuel me diz que o blog caiu do telhado.Havia uma baixa e quem nos deixava era ele, mas que permaneceria nas imediações, frequentando a caixa de comentários. Nada muito compreendido, mas tudo aceito em respeito à elegantíssima figura que é o meu, o nosso, querido Manuel. Algumas horas depois descubro que não teremos mais o que comentar.Nem eu, nem meus colegas de comentários e muito menos o Manuel.
Nada como morrer aos poucos!
Podem ir, se não tem mesmo outro jeito, eu ficarei mais um tempo escutando os ecos do silêncio até que tudo se silencie por completo.
Turmalina,
Como dizia um político de incerta fama da nossa terrinha, também eu “vou andar por aí”. E vou escutá-la no meio desse silencio.
Sabe de uma coisa: hoje admiro muito vc.
Boas andanças por aí !!!
Turmalina, Passámos aqui bons momentos juntos. Obrigado por ter sido uma das luzes dos primeiros tempos.
bj
Grande, infinitamente grande, Vasco, com água nos olhos e o coração apertado, a única palavra que me sai agora e meio embargada é: obrigada!
Obrigada por este espaço polilógico e criativo. Um abraço
O obrigado é nosso.
Colectivo abraço.
Pedro, Pedro N, estivemos aqui juntos 642 dias. Já o gramava à brava. Sei bem que você tem a mania que é mais alto do que eu e que se põe sempre de afivelado ar sério. Só que, de repente, entre o raio das flores e as campas, entre as lápides e os ciprestes, você me apareceu de mão dada a quem com confiança se dá a mão, a ver pinturas tétricas em museus vetustos. E sorria. E a sorrir levou-nos a casas de infância, deixou-nos ver a inefável doçura de abraços fraternos, guiou-nos pelo botânico périplo onde só se vai menino com os pais dos nossos pais. E sorria como algodão doce. Nunca o tinha visto assim. Achei-me o melhor dos gajos por sentir que talvez tenha sentido um bocadinho do que você tanto, a sorrir, sentia.
Vivemos aqui 642 dias. Bons dias. Já chega. Era altura, à americana: DEAD ON THE 4TH OF JULY!!!
Só um abraço, está claro: guardo o outro para o Estádio da Luz.
Manel, isso do afivelado é só a fingir. Lá alto é que sou. Mas é só em cms porque na escrita fartei-me de aprender consigo ao longo destes 642 dias. E sabe que mais? Obrigado pelos bilhetes de ida e volta a Angola. Não ia lá desde as histórias do meu avô.
Grande abraço e até à conversa na Catedral.
e sem perceber nada me mantenho.
respeito, como não? mas não sem protesto: os blogs não são só dos seus autores (e 10 restaram sem palavra em post nem comentário), são também dos seus leitores.
está mal.
bem, felicidades a todos — aos que se pronunciaram e aos que não se pronunciaram.
(mais do que a desilusão, o não entender as razões deixa-me perdida. mania das filosofias, de tudo ter de apresentar uma justificação coerente. suspiro.)
Nós, os outros 10, não temos falado mas estamos por cá. Decidimos apenas fazer a despedida colectiva, sendo o Pedro Norton a nossa voz.
Obrigada por tudo.
Sem-se-ver, o post está lá, assinado por todos. Não chore. Faça do nosso editorial uma filosofia de vida. Escreva. Oiça e leia aquilo que lhe apetece. Divirta-se. Este blogue não foi sobre gente morta mas sim sobre a LIBERDADE e a possibilidade de nos interessarmos (e conosco os leitores) por aquilo que nos apetece. Nós agora estamos aqui no mundo dos vivos. O cemitério, esse, é de quem o apanhar.…
Obrigado a todos os que nos leram. Fez-nos bem sermos lidos sabem?
Para vocês 13, carcaças quentes e frias à vez e com quem passarei a raspar os ombros por esse mundo, uma grande e cordial saudação mórbida.
E que bem tão grande que vos quero, raggazzi miei…
A presto! Vasco
we will always have Susan Sontag!
Obrigada aos Mortos por tantos dias de Vida.
Um abraço
Obrigado a si nini por ser visita desta casa!
Olá Nini, o que tem graça é que demorei horrores a descobrir quem eras. No começo, nem sequer sabia, nem os meus queridos companheiros então defuntos, se Nini era homem ou mulher. Foi, claro, um prazer ter-te tido em alegre e mortal comunicação. Um beijinho
O prazer foi meu, Manuel. Um beijinho também
Como no fim dos amores difíceis, por agora vai ficar tudo mais calmo. Não me levantarei mais de noite, como às vezes fazia. Não cruzarei o meu pensamento com outro pensamento e outra vida, ou outras vidas. Não passarei mais à tua porta, acabou a “insider” e a “outsider” information. Mas nada será como foi.
Postit
tem uma vantagem: já viu bem a floresta de textos que tem aqui para ler. Alguns vão mesmo melhorar com o tempo.
Entendi finalmente porque sempre gostei de andar pelos cemitérios: era talvez a esperança de encontrar um marinheiro vestido de branco a dizer-me adeus por sobre aquele mar de silêncio…
Oi Postit
se é um acenar marujo que procura nunca se esqueça do que já a nobre Amália cantava:
Entra em Alfama e faz de Alfama o convés
Há sempre um Vasco da Gama num marujo português.
só os amores difícies valem a pena. Haverá sempre pensamentos a cruzarem-se. Obrigado por se sentir desinquietad@ por nós, é um belo elogio.
É certo que haverá sempre pensamentos a cruzarem-se: ao fim e ao cabo, quantas voltas tem a vida?… Quanto ao fim dos amores difíceis… não sei que diga; pode ser que este verão um sorriso baste para me fazer feliz.
Não percebo, mas os cadávers não descansarão muito tempo… suspeito que encontrarão outras campas para atormentar. Obrigada.
Tão pouco do tanto que nos faz quem somos é perceptível, que não perceber chega a ser uma forma entrega. Obrigada nós: pelo seu olá, pelo seu adeus, e pela leitura e participação entre um e outro — este blog também foi seu.
Além de visita também chegou a malhar com os ossos por cá. Mesmo mortos a vida continua…
ok. renovado abraço (e protesto). :)
Ao Pedro e a todos e cada um dos mortos, o meu enorme obrigado pelos 2 anos de belíssima companhia!!
Não os condeno a 20 anos de prisão por me terem roubado o meu “Pão”!!!
Amigo Jean Valjean, velho pianista de má fama: venham daí esses ossos! Este cemitério vai ter saudades das tuas visitas.
Obrigado, Jean
Lidar com a perda foi-me sempre muito difícil.
Todos os dias me perdia nas veredas deste cemitério.Agora…
Muito obrigada
Maria,
O cemitério continua cá. Um pouco abandonado, é certo, mas sempre agradecido pelas suas visitas.
Obrigado a si Maria. Foi um prazer tê-la conosco. Devo-lhe ainda um post sem pó. Fica para uma próxima morte. Até lá…
Vai-se a ver e ainda haverá uns carreiros por trilhar. Obrigado pelas visitas.
Passei por cá mortinho de saudades, só para deixar algumas flores. Não nas campas, porque os mortos estão de boa saúde, mas junto daqueles que nos acompanharam. Ter sido lido e comentado por vós, foi tão bom ou melhor do que escrever aqui. Nunca, mas nunca, houve uma palavra desagradável ou despropositada e todas deram razão de ser aos textos que fui pondo aqui. Tenho muito que vos agradecer e nem sei como. Bem hajam!
Ter lido, comentar e roubar seus redondos posts foi alegria minha.
Desculpe contestá-la a alegria foi minha, de ser lido por ti.
Que se repitam, as minhas e tuas alegrias, eu espero.
Foi um prazer.
Muito obrigada, José!
P.S. Faz frio lá fora, não esqueça o casaco e os próximos jornais que chegarem vou guardar junto
com aqueles que catei do chão. Vou deixá-los sempre sobre a mesinha.
Aí perto de si existe uma cidade chamada Rio Claro. É o único lugar do mundo que tem o meu nome. Ficamos mais juntos do que parece.
PS — estou de pijama, não posso ir lá fora buscar os jornais rsrsrs
Rio Claro…passo por ela uma vez por semana :o)
Pedro
A morte e quando um homem quiser
O dia a seguir e mais um dia de vida
A saudade e para permanecer
A nostalgia e para ficar
O teu blog vai continuar
Gr AB
AFA
Caro Migas,
Obrigado por teres sido visita regular. Tudo tem o seu tempo. Agora é o tempo da memória.
Também passei aqui uns bons momentos a ler os vossos textos. Obrigada.
Obrigado Catarina.
Pedro que grande merda isto ter acabado. Mas obrigado na mesma.
Carrega Benfica.
F.
Põe merda nisso. Mas acho que não quisemos ficar para Liz Taylor. Obrigado pelos teus comentários.
Muito obrigado pelos seus pêsames, mesmo sendo eu de Campo de Ourique e não desse bairro de que fala…
Tenho para mim que foi a tal Rikio Hossback, com a mania das viagens, que fez com que esta gente ficasse com a mania dela e zás … ala que se faz tarde .…
Os mortos agora somos nós … mortinhos de saudade …
Enfim …
coitadinha da Rikio que não fez mal a ninguém, só perguntas tontas… Obrigado, gb.
gb, acho que acertou em cheio.
Agora que acabei de guardar em memória física este pedaço de Tempo tão bem vivido, tão agradável e excitante, depois de ter relido trabalhos e aberto comentários, quase que me deu um treco — como dizem as nossas eternamente queridas amigas além-Atlântico.
Falámos um pedaço, rimos muito, maravilhámo-nos com descobertas saídas do saco das surpresas de cada um.
Acho que vou emigrar para uma termiteira e, de lá, construir um império digital!
Au revoir, mes amis!
pois é …
parece que ainda cá estão todos
vou aproveitar
antes de sair de mansinho
bjs a todos
clap clap clap clap clap
Adeus Rita e obrigado.
Clap clap a si Rita. Ficam as saudades dos seus sorrisos virtuais…
É a nossa sina encontrarmo-nos em lugares muito “frágeis”…
Ah, que tristeza! Morte mesmo, de morte matada, é isso? Não há a menor hipótese de uma ressurreiçãozita, um milagre, uma macumba, whatever? Não me conformo.
E vou de orelha murcha.
Ana,
Milagre, milagre foi o que nos divertimos por aqui. Arrebite a orelha, vá.
Embora eu seja o único de Vale do Paraíso, isto por aqui estava cheio de texugos: teimosos, irrecuperáveis, imprevisíveis. Ainda se fossem como so gaibéus de azb (lol). Obrigado pela assídua presença.
Navegando, por acaso, descobri o purgatório, ou, será o céu? Descobri que os mortos se comunicam com os vivos! Transmissão de pensamento digital, com e sem computador? Sensacional!
Estou brincando, cheguei atrasado, perdi um bom sítio de lazer e aprendizado.
Ainda assim, faça umas incursões, como quem vai a um pomar roubar fruta. Divirta-se: o blogue não sai daqui e nós, ex-defuntos, ainda por cá passaremos muitas vezes em passeio irremediavelmente nostálgico.
Lá estás tu, Manel. Quem foi a um pomar roubar fruta foi Santo Agostinho. Claro que, na altura, não era santo. Mas deu-lhe, mais tarde, muito que pensar. O que fazem umas peras? Ou seriam maçãs?
Acabei de pôr o i pequenininho que tinhas subtraído ao teu Santo. A ti ponho-te à volta um grande abraço, deixando-te as genesíacas maçãs enquanto vou à procura de um báquico ramo de uvas.
Quando acaba um projecto começam outros certo? façam o favor de dar notícias, para onde vão…a escrita, para quem escreve, não é uma opção é uma necessidade…se vão para outros espaços na blogosfera…se vão para editoras…espero notícias.
Estimada, podíamos pôr-nos para aqui com juras: mas quem mais jura, mais mente. Obrigado pela companhia.
Querida George, ficam as cores do que está escrito. As editores que se pelem.…..
Isto agora ficou o “Chateau des Déserts”. Obrigado pelo companhia.
Descansem em paz… e obrigado pelos momentos de inspiração
RIP, diz bem. Se for ver o nosso editorial, há-de ver que a consciência da nossa mortalidade vinha no nosso ADN. Obrigado pelo voto de louvor.
João, temos que nos encontrar um dia destes na tua NY, essa sim cidade de tanta inspiração…
Forte abraço Vasco
Obrigado pela atenção.
A mais simples da palavra: OBRIGADO !!!
Caro Fernando, também eu lhe agradeço, foi um gosto tê-lo nas ruas deste cemitério.
E eu também lhe agradeço, Fernando, a muita simpatia que por aqui deixou.
Fernando, obrigado por tantos e tão inspirados comentários. Sayonara!
Eu é que tenho de agradecer os seus comentários. Nenhum deles passou ao lado.
Até sempre Fernando!
Cheguei já o enterro decorria. Sou assim… chego sempre atrasado! Não posso vir apenas no dia dos finados. Afinal, tenho muito coisa para ler. A porta do cemitério vai estar aberta, certo? Virei amiúde.
Certíssimo. Cemitério de porta aberta. Servem-se bebidas alcoólicas, fumos, snifs e outras formas de devaneio, humano escape e poético sonho. From now on: self-service.
Sinta-se à vontade para revovler as campas todas. Isto agora é como o cemitério do Cairo.
Mas então, gente?! Com tanta incoerência a rolar por aí à nossa volta sem ninguém parecer importar-se, acham mesmo que tinham de ser coerentes com o que apregoavam no título do blogue?!
Caramba! Ninguém levava a sério essa blague.
Uma grande pena, de facto.
Levem o abraço do
onésimo
Caro Onésimo, eu próprio não levo a sério esta blague — e acho que não sou só eu.
Obrigado pela sua estimulante presença.
Um abraço (aposto que de todos!)
Oh caríssimo, mas bem vê que não é nenhuma incoerência. Estávamos coerentemente mortos, regressámos à incoerência da vida. A vida é que nos tirou daqui, do tremendo sossego e conforto deste jardim de covas feito. E nós que tivemos sempre uma guardada sabe bem para quem!!! Um abraço
Já viu, caro Onésimo, que foi por um tão pequeno fio que não veio aqui morrer connosco. :)
Leve também um abraço nosso, Onésimo. Foi por um triz que não acabou agora a ressuscitar conosco.
Foi uma estranha sensação ter tido um leitor de quem sou leitor, mesmo quando faço trapalhada injusta (não vou recomeçar, prometo…). Um grande abraço para si, mon oncle d’Amérique…
Obrigado Onésimo. Inspirou-nos muito.
Pedro, mas que tristeza! Fico com a esperança que haja em breve um ressuscitar em grande!
Vou ter muitas saudades, pois era naquelas horas/dias difíceis que passava por este cemitério para me deliciar com os vossos textos maravilhosos, divertidos e escritos de uma forma sublime!
Fico aguardar notícias.
beijos e abraços a todos
Cara Ana Rita: o Pedro morreu, como sabe, por isso lhe respondo em seu nome: Obrigado. Nós é que gostámos de a ter por cá (agora vou-me eu embora, pois dizem-me que morri também).
Deixe lá, Ana Rita e repita connosco: WE’LL ALWAYS HAVE THIS COFFIN CORNER!
Obrigado pela delícia que é vê-la deliciada com textos de Gente Morta.
Obrigado Ana Rita.
Ó caro José Navarro,
Como não tenho outro contacto seu, uso este meio para o contactar, se é que ainda está vivo.
Na minha reposta para si, dizia-lhe que com gosto lhe ofereceria um exemplar da versão inglesa de “Mau Tempo no Canal”. Trouxe-a para Lisboa, já voltei aos States e estou cá de novo. Se me enviar um endereço postal para onesimo_almeida@brown.edu , remeto-lhe o exemplar. Se não estiver interessado, oferecerei a outrem. Mas trouxe-o para si.
Um abraço do
onésimo
PS — Grato aos outros pelos piropos. Vindos do outro mundo, sabem especialmente.
Se aí se recebem abraços, vão vários.
o.
Obrigado Ana Rita. Vemo-nos lá fora. Mas não é proibido passear entre as campas desertas.
E o JMV Faria do Ruptura Vizela, deixou-nos ali esta homenagem. Obrigado a ele.
http://rupturavizela.blogs.sapo.pt/1419194.html
Obrigado JMV! Faria
Gosto também do facto da nossa modesta contribuição ficar para sempre imortalada na Wikipedia. Curioso o termo Revista-Blogue Lusófona. Fá-la muito feminina, a nossa Blogue..:)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ruy_Vasconcelos_de_Carvalho
Um grande abraço Ruy!!
Os meus queridos mortos têm conseguido dar respostas lindas aos comentários mais-que-lindos dos nossos queridos leitores e leitoras. Receio que a recente vivificação a que nos submetemos me tenha deixado atordoada demais com a mudança de ares para poder corresponder a tanto carinho e emoção como eu gostaria.
Ficam aqui estas breves palavras só para dar um grande, grande abraço a todos os que — com nome ou sem sem nome — tornaram este cemitério um sítio tão bem frequentado e onde sempre nos apeteceu voltar… e ainda agora apetece.
Um abraço pois, esperando que até breve.
Até breve, Marta!
Oh, Marta, foi um curto mas intenso prazer. Espero que o at[e breve logo seja um feliz olá.
Necrofilia no seu melhor! Unamuno diria: Eu tinha razão quando identifiquei Portugal como um país de suicidas.
Mas vocês ensandeceram mesmo? Que raio de e-coli vos apanhou a todos?
E depois não há-de Portugal ser um país de saudades!!!!
Levem um abraço meu. Homessa! Por pouco não me levavam também convosco.
onésimo
Pelo que vejo aqui, digam-me lá, Senhores Mortos, se não estão mortinhos de vontade de regressarem às vossas respectivas tumbas, riparem de vossas penas e brindarem este séquito de leitores com as vossas sábias palavras?
Por favor, não se acanhem, sintam-se à vontade .… afinal de contas o Cemitério é todo vosso …
Tenho Esperança … muita …
Cheguei tarde. E do Porto, que é o mesmo que estar sempre atrasado e sempre muito à frente. Nós que vamos morrrer vos saudamos. Fica um título pós-apocalíptico para um blogue em 2012, quando o mundo estiver a arder e os Arcade Fire crepitarem na banda sonora: “É Tudo Gente Viva”. Um blogue onde só se celebra o futuro, as pessoas que ainda não nasceram e tudo o que está para acontecer. Just kidding… Um beijo tremendo para as leitoras e um abraço homo-erótico para os leitores. Não tinha percebido a falta irrecuperável que me faziam. Percebi agora.
Que a troika acompanhe a todos, digo troika porque é melhor que o céu.
Oi Táxi, não nos levas até à Moody’s?As you usually say: Bom fds!
Morram só por um tempo e depois voltem ao cemitério dos vivos.
(não levem esta vossa decisão de agora tão a sério)
(vou deixar o link nos favoritos, não para vir ler coisas antigas, mas à espera da vida que ainda poderá vir)
~CC~
Há sempre, curvilínea e tão tilosa CC, vida para além da morte. Hèlas, que se saiba é inefável e intangível. E ao contrário do aclamado verso “Havemos de Voltar”,que ditoso e épico escorregou da fina pena do falecido imortal Agostinho Neto, eu humildemente confesso que não hei-de voltar.
E eu dou só um pezinho de dança: obrigado a todos.
Francisco
Caros Autores,
Lamento este fim de facto inesperado.
Por outro lado, deixam saudades e eu gosto de sentir saudades.
O pior que se pode dizer a alguém é “manda lá saudades que é coisa que cá não deixas”.
Não é seguramente o vosso caso. E não só para mim.
Um abraço a todos do
JP Guimarães
Acabou! Que chato!
Acabei de ser atropelada por 14 mortos em debandada. Help!!!
Para mortos cheira-me que estes estão demasiado vivos.
Muito obrigada! A todos.
Eugénia… ai que vou ter tantas saudades.
Felicidades!
Buáááá!!!!!!
4 de Julho é o dia do meu aniversário. O encerrar deste blog não terá sido o melhor presente, mas vocês lá sabem!
Li muita coisa de qualidade por aqui. Por vezes algumas idéias menos boas, mas o saldo é positivo.
Obrigado!
Vou ter muitas saudades, pois era naquelas horas/dias difíceis que passava por este cemitério para me deliciar com os vossos textos maravilhosos, divertidos e escritos de uma forma sublime!
Fico aguardar notícias.
Quando se morre com o sabor de dever cumprido… “morre-se” feliz…
Mas quando se deixa tanta coisa por fazer… . . . .
TEMOS BLOG NOVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
“ESCREVER É TRISTE”