Mas que macaca de imitação…

que sou! Parece mentira. Ainda por cima fui tão feliz aqui. Feliz com esta gente com quem bloguei e feliz com nossos ricos leitores. Dizer o quê? Merci, primeiro e antes. Au revoir, depois e ao fim.

Comentários a “Mas que macaca de imitação…” (34)

  1. Turmalina diz:

    O que é isso? Uma debandada em massa???
    Vocês construíram isso aqui pedra por pedra.Estive aqui desde o primeiro dia e simplesmente não compreendo esse final nada feliz.

    • Eugénia de Vasconcellos diz:

      Continue a estar então, Turmalina, pois nenhum final…

      Pessoalmente agradeço-lhe todas as suas muitas atenções para com o que aqui escrevi: merci.

  2. ccf diz:

    Sem ofensa para os outros queridos mortos

    que escrevem bem e trazem temas interessantes

    sem a eugénia e o manuel…

    (e mais não digo)

    ~CC~

    • Eugénia de Vasconcellos diz:

      ~CC~,

      espero que goste muito do futuro blog, tanto que depois diga: e pensava eu que sem a eugénia e o manuel…

      e mais não digo. Ou melhor, digo: obrigada.

  3. gb diz:

    que velório colectivo tão bonito …

    au revoir, goodbye, adeus ou mungueno … ó raio de palavrinhas medonhas …

    • Eugénia de Vasconcellos diz:

      Não são as palavras mais fáceis de dizer. Mas têm de dizer-se. Obrigada por ter vindo assim mesmo, sem as gostar.

  4. Mais … disez donc, Eugénie, ç’ est quoi ça?

  5. Luciana diz:

    É certo que os que estão vivos podem — e a qualquer tempo — não mais estarem. É bem difícil lidar com isso, mas de esforço em esforço aprendi um pouco. Nunca me disseram é que um morto — e ainda mais, querido — podia, por decisão, tornar-se vivo e partir. Leva um pouco de mim, Eugénia, saiba: a admiração que me acostumei a sentir aqui. Voltarei a lê-la, de trás pra frente, na idéia de que, um dia, o que é vivo, morra, mesmo em outras campas.

  6. alienista diz:

    Não se vão embora…já sentia este espaço simbólico como uma onda onde mergulhava…

    • Eugénia de Vasconcellos diz:

      Ninguém quer dizer adeus quando ama o que fica para trás, mas, por vezes, é preciso fazê-lo. Desejo-lhe serenidade e felicidade.

  7. Teresa Font diz:

    Ó Eugénia! Au revoir. Merci eu.

  8. Maria João Cabrita diz:

    Não posso acreditar!

  9. Eugénia de Vasconcellos diz:

    Querida MJ,

    obrigada, pelas partilhas dos nossos textos no teu FB, pelo apoio, entusiasmo e muito pelas tuas photos à disposição do ETGM.

    Um grande beijinho.

    ps: agora descansam de mim lendo outros.

  10. Manuel S. Fonseca diz:

    Eugénia, venho aqui dizer-lhe que estes quase dois anos foram uma HELL OF A RIDE, uma montanha russa de vertigens, inventariações, escandalosas shorts. Foi mesmo bom, soube mesmo bem. Agradeço-lhe. Sem si, o blog não seria o que foi.

  11. Margarida diz:

    Deusa, divulgue o futuro “asap“
    Entrementes, reler tudinho o que pintou.
    Beijo ao cão, of course.

  12. sem-se-ver diz:

    Eugénia,
    sabe como aprecio lê-la. tenho muita pena. espero que um qualquer outro espaço seu, se o vier a haver, me venha a acolher como sua fiel leitora (como sempre).

    felicidades.

    • Eugénia de Vasconcellos diz:

      Muito obrigada, sem-se-ver, pela leitura, pela despedida, pelos bons votos. Também para si, felicidades.

  13. maria diz:

    Razão tem a Maria João.

    Já tenho saudades,muitas,da escrita da Eugénia que tantas vezes me adivinhou as memórias.

    Resta-me uma viagem ao Douro.Sempre que encontre a janela,a de guilhotina,lá estará a Eugénia no seu debruçar bonito que só ela.“Para sempre”

  14. Maria João Cabrita diz:

    JÁ SEI!!!!!! Volta a abrir o matriaminha. Combinado??

  15. Ana Vidal diz:

    Ai, menina Eugénia, que eu já não tenho saúde para tanto choque em cadeia! Este era o único cemitério onde eu punha os pés (os olhos, no caso). E até gostava. Muito. Daqui para a frente não me apanham em mais nenhum, a não ser que os mortos-vivos deste blogue abram novo jazigo. Estou de luto carregado, e logo agora no Verão que faz tanto calor…
    Beijos lacrimejantes.

    • Eugénia de Vasconcellos diz:

      Ana, campas e jazigos têm o seu tempo e esse fechou-se apesar do portões ficarem abertos. Não faça luto, faça de conta que foi uma pequenina parusia que nos levantou e levou em corpo e espírito.
      Obrigada por ter vindo dizer adeus. Um beijinho para sim.

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