
Lembrei-me ao ver o que a Marta nos trouxe. Num estilo muito menos atlético, e com outra posição de braços, era exactamente isto o que fazíamos em cada esquina onde, adolescentes, encontrássemos um sinal de trânsito.

Lembrei-me ao ver o que a Marta nos trouxe. Num estilo muito menos atlético, e com outra posição de braços, era exactamente isto o que fazíamos em cada esquina onde, adolescentes, encontrássemos um sinal de trânsito.














Você, Manuel Fonseca, é um exibido! Pois saiba que quando nós passávamos, bandos de raparigas, às vezes, os rapazes faziam isso que conta, nos sinais. Era de facto menos extreme: a inclinação era outra que eu me lembro bem, ficavam em viés, ambas as mãos pouco abaixo da cabeça, e os braços flectidos. O que me apetecia fazer o mesmo, mas lá ia de menina, sem sequer virar a cabeça, olhando só pelo canto do olho para não lhes dar argumentos.
Eugénia, já sabe que no próximo jantar do blogue vai tudo para a rua fazer bandeiras no primeiro poste que nos apareça.
Eu se fizesse isso hoje acabava na urgência ortopédica…
António, guarda um bocadinho de gesso para mim!
:-)