Na horizontalidade radical do papel vegetal não passam de peças fósseis. Tudo o mais são “trevas a cobrir o abismo”. E “ventos impetuosos a soprar sobre as águas”.

Takayuki Hori
Depois é o principio e o fim de tudo. Cada volta, uma articulação. Cada flexão, um músculo novo. Cada dobra, um tímido estertor. Cada curva, um translúcido despertar. A argila é papel. O sopro da vida é afinal a delicadeza dos dedos. Os Deuses, quando estão maçados, não fazem crochet. Fazem Origami. De raio X.

Takayuki Hori

Takayuki Hori

Takayuki Hori

















Takayuki Hori que passe por cá. Mostro-lhe uns lindos origamis, definitivamente de entretenimento divino, obviamente de raio x, mas vivos: alforrecas.
PN, um ps: você está a sofisticar-se nos raios x! Qualquer dia fuma.
Menina Eugénia, aqui só entre nós: eu fumo. Cigarrilhas. Às escondidas. Mas não inalo.
Rais X em 3D são ainda melhores.
No começo olhava com uma certa estranheza para as radiografias, mas com o tempo passei a apreciá-las.Gostei de olhar os outros por dentro.
Ainda bem Turmalina. Eu gosto muito destas “esculturas”. Não tenho é a certeza de querer ver toda a gente por dentro…
Deus nos livre!
E deuses assim… não nos acudam!
Mas que as obras deles são bonitas, isso vê-se por dentro.