Mário Viegas

A pensar “ai que não nos safamos”, lembrei-me do há tanto tempo ausente Mário Viegas. Pode já não andar por aí, mas aqui, pelo cemitério, não há mal que apareça. É boa companhia, mesmo quando vem cheio de ais.

Comentários a “Mário Viegas” (6)

  1. Gonçalo Pistacchini Moita diz:

    «Triste de quem der um “ai” sem achar eco em ninguém…» Olha que bem escolhido, Manuel. Saí hoje à rua. Anda tudo aos “ais”. São sentidos, mas inconscientes. Cumprem, no fundo, um papel, que lhes é dado através da televisão. «Ai os males deste país»!

  2. Eugénia de Vasconcellos diz:

    ai.

  3. teresa conceicao diz:

    E a vontade de rir que dá com o ar tão sério. Não há ‘dizente’ como ele.
    E é de notar como, entre ‘os ais de outras coisas tais’ lá descobriu, mesmo aqui no cemitério,
    a origem de todos os males: “ai, que a culpa é do antónio”…

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