…São os que temos tido por aqui. Têm sido festas e flautas e mimos sem pautas. Em formas untadas, das que dão vontade de declarações de amor peganhentas: apetece-me um abraço inteiro a todos os companheiros aqui a sete palmos. E mais abraço e meio aos leitores acima, eles e elas, que nos põem em ponto de rebuçado com tanto carinho, ai que isto está meloso demais, ora pegai um salgadinho para desenjoar.
Em maré de festa conjunta, só podia vir aqui trazer-vos um presente colectivo (sim, bem podem dizer que estou a fugir com ele à seringa - e estou, para oriente e por semanas largas — mas antes desafio qualquer um a apanhar-me aqui no meio do povo, e depois, já que aqui estão, digam lá se há coisa melhor para oferecer do que uma festa…)
Venham daí ó Todos, esta não tem data marcada, o antigo calendário lunar dita a hora em honra de Machindranah, o muito idoladrado deus dos Newaris, a gente primeira do Vale Proibido. Fazedor da chuva e protector do Vale, tem direito a um mês de celebrações. A animação é assegurada cada dia num bairro diferente, por grupos musicais que se revezam. Assim não se cansam e, oh povo sábio, procuram manter o deus contente todos os dias, enquanto lhe pedem a benção. A divindade segue no interior da carroça, talvez ganhe vida ao som dos pratos e batuques?
É uma espécie de dança da chuva. Pede-se a graça da abundância e de boas colheitas, perante o olhar benevolente desta ocidental. O sol segue teimoso há dias. Bem podem saracotear-se até ser noite. E eles sim senhora.
Pois caiu-me a condescendência toda em cima. Coisas que acontecem e caem: como a chuva ao anoitecer e durante os dias seguintes. Eles e a lua lá sabem. Os descrentes que se cuidem. Com os deuses, todo o cuidado é pouco. E parece que todas as oferendas não são demais.




















Obrigado, Teresa. Não vou faltar. :)
Que boa ideia! Já estou a ver o cemitério todo engalanado, os mortos e os leitores em desfile e festança, música e dança…quando dita a Lua que isto aconteça?
goncalo, marta,
Ficam muito bem neste desfile. Quanto a data de inicio, basta consultar o calenda]rio lunar e depois fazer as contas. H]a quem diga que olhar para o c]eu tamb]em funciona…
Então é por isso que você anda sempre pelos templos…
Muito interessante, Teresa. Mas ao som dos batuques não me parece que os deuses ganhem vida, como diz.
Cá para mim acordam.
Ant]onio,
como sempre a seta no alvo: o deus acordou, est]a claro. Agora estamos feitos…
Menina Teresa, já se foi embora? Não me desgrace, estou a fazer as malas para ir consigo…
ฮฎ์ฤ ฏฤณ ฎ๊ฌฎ์ณฤ ๐ฎ ฤณ์ฏฤ ฮฎ์ ฮโณฯ ฤ ธฎ?ญฯฬ
(vou tentar traducao simultanea, para facilitar)
Venha dai, Eugenia, que vem muito a tempo.
Por enquanto ainda estou no Siao, em centro urbano com computadores. Dentro em breve vou partir para o Laos, para o meio do mato, e a]i ja vai ser mais dificil o nosso encontro. Mas bem mais interessante, sem duvida (ทกท ทฟรห รืพำหฟฟะ หำท หีกอรกฟ! )
Obrigada pelo convite.
Trago água de cheiro e um colar de magnólias para ofertar aos deuses.
E que a cantoria anuncie que teremos um ano muito feliz!
Turmalina, พทฟสร้ฟม
ent]ao e] por sua causa que o cemite]rio est]a a cheirar tao bem!
Espero que suas oferendas ajudem a fazer um ano lindo ( หยำพน ๆ หีฟห นดำพำกฟห ฟ่กำท ฟ ดฟผำพ ท ฟืน สรืกน๗
नमस्ते
Teresa, cheguei…pensei que atrasado, mas reparo que a festa ainda dura.…
Procurei, mas não a encontrei…já entrei na festa…, se nos cruzarmos acenar-lhe-ei!
Ficarei por aqui…, os deuses não me permitem mais andanças, será que não se agradaram com as minhas oferendas?
Ainda em fase de laboração de mais uma preciosa pérola? Não nos faça esperar mais.