São muito poucos aqueles os que ganharam mais do que um Prémio Nobel. Sem contar com as instituições, houve Marie Curie a única mulher a ganhar dois Nobel e a única pessoa a conseguir o feito em duas disciplinas científicas distintas. Linus Pauling ganhou também dois prémios, o da Química e o da Paz. Houve ainda Sanger, que ganhou dois Prémios Nobel na Química e finalmente John Bardeen, que antes de Sanger foi o primeiro laureado a receber mais de um prémio na mesma área científica, a Física.
Aquando da recepção do primeiro, em 1956, pela invenção do transístor, John Bardeen levou consigo a Estocolmo apenas um dos seus três filhos. Os restantes dois estavam a estudar em Harvard e Bardeen não quis perturbar os seus estudos. O Rei Gustav IV, no entanto, repreendeu o cientista por este não ter trazido à cerimónia o resto da família, ao que Bardeen terá respondido, que traria todos os filhos da próxima vez. Em 1972, quando homenageado pela teoria da supercondutividade, cumpriu a sua promessa e levou os três filhos à entrega do prémio.

















Também tenho umas piadas dessas que correm bem. Só por não envolverem supercondutividade não quer dizer que sejam de menor efeito.
Todos eles davam uns bons mortos para o Cemitério, sobretudo (digo eu) a Marie Curie, uma das heroínas da minha infância.
Se bem o compreendo, como julgo compreende-lo, sempre vou dizendo que o nosso nobel, na ocasião, enfiou um capote…
É, ainda por cá se vão fazendo… por medida…
O “nosso” M. Antoine deve conhecer tal alfaiate…
Acrescento mais um nome, Sir Nevill Francis Mott, que ganhou apenas um nobel (1977) devido aos semicondutores (amorfos), isto falando de condutividade… não é super, mas é semi :)