ESCURAS ERAM AS NOITES
Escuras eram as noites
em que lua se escondia
na copa da floresta
e água no lago adquiria
a espessura da do poço
O amor levanta as árvores pela raiz
para enterrar lanternas
que nasçam frutos amanhecidos
ESCURAS ERAM AS NOITES
Escuras eram as noites
em que lua se escondia
na copa da floresta
e água no lago adquiria
a espessura da do poço
O amor levanta as árvores pela raiz
para enterrar lanternas
que nasçam frutos amanhecidos















Deve ter sido o seu poema, e remotamente o vento que vem do Oceano, mas a verdade é que a manhã surgiu em Lisboa com uma luz limpíssima a recortar com traço preciso cada árvore, a linha de costa, as rochas negras que polvilham o rio entre Caxias e Paço de Arcos.
Mas só muito remotamente o vento.. Merci pela fotografia de manhã clara em movimento.