Reincide. Reincide sempre. E nós, reincido, nós em ahs e ohs. Queremos mais: o Manuel S. Fonseca mata bem e, como em rima bebé, matou Bogart como ninguém: de cansaço, desilusão e, por ser carta fora do baralho, rosto fora do talho, peça que não se sabe pegar. Depois contou-nos dos olhos abertos de Louise Brooks e de como viram nele o que Hollywood acabou por lhe dar: numa prosa de sombras, a escuridão nossa de cada dia. E disse o como, o onde e por mão de quem. Depois calou-se e não nos disse mais nada. A culpa é do Bogart: porque não fez também filmes de capa e espada?! Um bilhete para a sessão da tarde, se faz favor.
















