As imagens são tão boas que não vou estragar-vos o gosto com sermões. Ora vejam.
Este é um anúncio da Playboy brasileira. O tema merece futuros posts de alguns dos mais ilustres autores aqui do cemitério (caramba, mortos, mas nem tanto).

A discrição deste suave anúncio de um gel entusiasma e, vá lá, comove. Não deve haver melhor gel. Manix-gel high power lubrification, se querem saber.


















Definitivamente, prefiro o mato selvagem e exuberante de 1975.
Ó Diogo, não se precipite, e sem querer estar a levá-lo por maus caminhos, se quer que lhe diga não vejo nenhuma razão para fazer fine bouche seja a um, seja a outro.
Como se diz em outras campanhas publicitárias por aqui…orgulho de ser brasileiro (entre gaitadas).
Elementar, com a desmatação que vai pela amazónia, só podia dar nisso…
Kreutzen kanhoten, herr Von Zhèkah!… Daqui a pouco temos aí o canhão d’água benta, vais ver…
Reconheça Vossa Senhoria, Monsieur Antoine, que a elegância das imagens não autoriza o mais pequenino constrangimento.
Mas que sim, que sim, não é de mim que falo, que eu não sou esquisito — não faço fine bouche por aí à toa, para utilizar a feliz expressão de Vexa.…
E, generosa que sou, deixo os indícios de mais um pouco da — como direi — criatividade brasileira: http://www.myspace.com/3namassa
Minha canção preferida: Enladeirada. Mas tenho a impressão que os mortos não declinarão de ver um tantinho dessa:
http://www.youtube.com/watch?v=PDtUFAq2j2s&feature=player_embedded
Luciana, Luciana, tanta certeza me mata…
[…] O tempo e o espaço – […]
Manuel, cito Marco Paulo e os seus hamletianos amores: não sei qual das duas gosto mais. E isto para não baralhar ainda mais as coisas e introduzir a problemática da loira e da morena.