O drama do desemprego

Empregos. Jobs. Mesmo aqui, neste Cemitério de Gente Morta, estamos longe de ser insensíveis ao drama do desemprego, um dos cancros do nosso mundo globalizado. Queremos ajudar. Mas reconhecemos que não é fácil. Cada vez há menos postos de trabalho decentes e, quando aparecem, reunir as condições de candidatura exige recursos filosóficos que não estão ao alcance de qualquer um. Para ser franco, acho mais fácil resolver o paradoxo de Zenão…

Comentários a “O drama do desemprego” (11)

  1. Resulta óbvio ke no caso de Portugal, o país é governado á bolina.…
    A lei do ” Licenciamento Zero ” mais não é que a gritante constatação de que o governo não consegue mobilizar o investimento, a criação de empresas e de emprego, o empreendorismo, a criatividade e inovação ke tanto parece apreciar nos seus discursos. No entretanto, a ministra do trabalho, ke até já foi sindicalista e a kem estas coisas do desemprego e suas leis, mesmo fiscais, não deviam passar despercebidas, faz nada, e passeia a sua vaidade ! Triste país onde tem ke ser um pequeno partido a focar a atenção nos pontos essenciais numa crise em que o” maior” partido e partido do governo pura e simplesmente navega e nem se deixa sequer arrastar pelas circunstancias, pois, já que não as controlando, ao menos ke soubesse deixar-se levar por elas.…. mas nem isso.…..

  2. Luciana diz:

    Um desafio interessantíssimo apresentar os atributos necessários. E é sorte que não se usou — como se usava muito aqui — a indicação: com boa aparência.

  3. António Eça de Queiroz diz:

    Vá lá que não pedem três pernas e 19 dedos em cada mão…

    • Pedro Norton diz:

      António, 19 dedos não digo mas o Álvaro, glorioso jogador do Benfica, tinha seis. Mesmo assim não compunha a média do Shéu que tinha três.

  4. Orcama diz:

    Em bom português, é mais ou menos isto: A candidata leva o porco e traz como remuneração o chouriço, desde que pague a embalagem…

  5. Eugénia de Vasconcellos diz:

    Ó gente incompreensiva e de má fé para com o patronato que é, decerto, hindu. Isso não é mais que elementar triagem socio religiosa: 20 anos de experiência como waitress na vida anterior..

    • António Eça de Queiroz diz:

      Ááááhhhh!… Assim está tudo explicado. Gostei imenso do 1º comentário: é o que se chama confundir alhos com melancias, mas está bem.

  6. Gonçalo Pistacchini Moita diz:

    Manuel, isto prova o que eu já desconfiava. As raparigas de hoje em dia têm muito mais experiência do que aquela que tinham, com a mesma idade, no nosso tempo (sendo que “nosso tempo” é obviamente aqui um abuso literário).

  7. Turmalina diz:

    Tudo bem…vou lhes dizer o que realmente aconteceu…o revisor estava de folga nesse dia e ao invés de 2 anos, saiu impresso 20. Simples assim!

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