
Este é o meu maior pesadelo. Não o livrinho, que parece deliciosamente mórbido e que podem folhear aqui. Mas a ideia de ser o pássaro dodô da minha família e amigos. Sendo certo que nesta matéria não tenho mesmo pressa nenhuma («importa-se voltar mais tarde?»), lá em casa faço absoluta questão de gritar: «Primeiros!». Prontos. Tá dito.

















Irra! O mesmo!
Mas no meu caso é cobardia, acho que não aguentava não ser.