
Um amigo meu, um dia, seguia num carro, com o guia, pelo deserto argelino. À passagem por uma pequena povoação, deram boleia a um aldeão já velho. O seu aspecto era típico de um livro de fotografias do magrebe. Pele queimada pelo sol, uma barba muito branca e um sorriso inebriante. De repente, pouco depois de o automóvel ter iniciado a marcha, pede para parar, sai do carro a correr e volta com um pano branco, todo enrolado.
— É o meu sudário. Sabe, é que já sou velho e não quero maçar ninguém.

















Episódio absolutamente delicioso!
que feio..