Estou longe, muito longe de casa. Muy ajetreada y disfrutando a tope, entre devociones xacobeas y placeres más terrenos. Sempre com a graça del Apóstol, por supuesto. Um desassossego do melhor. Mas a verdade é que por mais relapsa e desligada que ande do meu fiel computador, não há beco, rua, esquina desta cidade que me não lembre o extraordinário cemitério. É constante a sensação de dejá vu. Perturbadora, mas ainda assim reconfortante. Muito. Ora vejam.

- São rosas, senhores? Eu estaria disposta a jurar que sim … mas porque as tenta ocultar Diego, aliás San Diego?

























Jeanne! Lindo post.. este é um cemitério feliz e mais feliz consigo nele.
Eugénia, que bom, mesmo bom, tê-la de volta, em comentários e posts!!!
Lindo post [2]…
Olá Luciana, ainda bem que gostou!
Adorei toda essa diversidade e seu olhar sempre tão atento, mesmo que distraído. Este post me lembrou das associações que automaticamente fazemos.Aqui na minha cidade, todas as placas possuem 3 letras e 4 números, sendo que no ano de 2010 todas as novas placas saem com as letras EGM. Quando ando pelas ruas e vejo um carro novinho, ao dar uma olhadinha na placa é impossível não me lembrar de vocês.
Olá Turmalina, que bom que gostou. Encantou-me esse seu comentário: faço constantes, óbvias (para mim, não tanto para os outros) associações com o que vejo, leio, encontro. Não lhes atribuo especial significado mas acho imensamente divertido.
Questão diferente são as extraordinárias coincidências, sucessões, repetições ou convergências de eventos, aparentemente por acaso, mas em que tudo parece fazer ou ter um sentido. Essas, sim, dão-me já que pensar. Muito. E cada vez menos acredito que sejam puramente casuais e destituídas de significado, bem pelo contrário … um dia destes vou escrever sobre isto!
Oba…aguardarei ansiosa!!!
Quer-se dizer?… Io desaliño el pelo a las damas?!…
Enfim, sei lá, se elas deixarem talvez, mas nunca todas.
Agora o Manuel goza dum prestígio que eu diria desproporcionado. E já lá andava na Idade Média!
Para durar tanto só pode ser vampiro, o que do ponto de vista telenovelístico coloca o ETGM em pleno ‘mainstream’.
Não será pereregoso, Joana?
Si desaliña, o no, y a quién, pues no lo sé: es asunto suyo don Antonio.
Quanto al ubíquo don Fonseca, pues que decir? Es que no das un paso en esta ciudad santa sin que te depares con um Fonseca en los muros … Los del post son una pequeña mostra de lo que he visto! Es un poquito asustador, hay que reconocerlo … Pero el Apóstol vigila y cuida. Si necessario, viendra en nuestro socorro, en su caballo blanco, como Santiago Matamoros: es que por aqui ya no los hay y el pobre anda un tantito aburrido!
Lisboa, Joana! Mande-o a Lisboa que ele logo se diverte imenso.
Suevo António, quanta moderação! Lisboa? De novo Lisboa? E não territórios anexados do sul? Moirama? Afins? Patentemente o cumbíbio diário — ainda que virtual — com tanto mouro defunto está a transformar o fero e fumegante draco num verdejante e inofensivo lagartinho …
Xoana, não brinque com o fogo, ainda fica como um chipirone…
Dizer que Lisboa é Moirama é pleonasmo, patética tautolologia (carago, que até fiquei gago!). Se Gaia já é Marrocos!…
Eu percebo que você queira que o cumbíbio com a moleza me amoleça — mas desengane-se.
Prontos, voltou ao normal! Ao desatino do costume, I mean! Ai António, antes assim! Estava a começar a pensar que era de tanto o virar de cabeça para baixo! Já me estava a ver com remorsos e tudo …
Turmalina, que coincidência divertida.
Houve uma época muito maluca em que eu me deixava influenciar pela linguagem dos ‘outdoors’, sempre cheios de mensagens misteriosas ou tremendamente realistas.
Sou maníaco de associações — mas só algumas me impressionam.
Essa do EGM é uma delas.
Mas não é, Benedito? A coisa toda é gravada de tal forma na nossa caixola que pode até faltar uma letra ou outra que não faz diferença…livre associações, teorias da conspiração, simbologias, códigos…adoro muito tudo isso…rsss…
Ena, tantos meus in-laws!
bj, divirta-se!
I.Q. FONSECA!
Olá Inesinha! Ele há-os muitos mais, culpa de um pretérito Fonseca especialmente activo e empreendedor que por lá viveu e realizou grandes feitos!
Lembrei-me — devo dizer que por outras razões — de si e da sua Clarinha, por estes dias, ao viver e desfrutar com as minhas girls este festivo e quentíssimo Xacobeo: sendo o próximo daqui a 11 anos, já viu que que crescida a sua vai estar? Beijos para todos!
Não vejo motivo para admiração a propósito do omnipresente Fonseca…
Afinal não é a cidade de “S.”? Pois então!… D. Manolito é assim mesmo, ubiquista que julgo ele ser…
Boas férias, e continue divertindo-se, que a este cemitério há-de voltar…
Olá Orcama, porque as férias este ano — fnalmente!!! — vão ser longas, não me tenciono desligar de todo! Andarei sempre por perto do cemitério, se bem que com alguma intermitência … a ver se consigo ir descansando, que o ritmo aqui é para a morte!
Tenha sempre presente, que nessas redondezas, é a zona do Albariño… Disfrute, mas não abuse.
O cão na foto é um gos d’atura.
Raça da Catalunha, “primos” dos nossos Serra de Aires.
Olá Orlando, não conhecia essa raça e muito agradeço tão simpática informação: o cão era uma graça, a fotografia (péssima, porque tirada completamente à socapa e ao lusco-fusco) não lhe faz a menor justiça. Se veio da Catalunha, muito andou o pobre de atrelado …