“Que eu jamais queira pedir-te amor”, deveria ser o voto recíproco dos amantes, a fórmula sacramental das núpcias.
Cristina Campo, in OS IMPERDOÁVEIS, A&A
AMOR, O TEMPO
Tempo. Abro meus olhos. Levantados de nós, nascemos para a duração: pedra, rumor de água, floresta. Tempo. Fecho meus olhos. Digo o teu Nome, meu coração ouve teus passos, a porta que a tua mão já abriu e isso é perfeito.


















Zuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmm…
É, tão somente um zumbido…
Estou aqui estou a ir ao otorrino..
Tão bonito, Eugénia. E sim, é apenas em contextos como este, assim de belos e plenos, que a palavra perfeito não me irrita. Bem pelo contrário, faz todo o sentido.
Obrigada, Joana. Partilhamos da birra com as perfeições. Excepto estas que nada têm de jardim japonês.
Okay!All right!!I am francais!!!!!I am more sensualy and love the language inglesa