O meu cemitério meu


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Aqui quero ser enterrado. Ou como diria o outro:

Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!

Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza…
A um morto nada se recusa,
Eu quero por força ir de burro.

Comentários a “O meu cemitério meu” (1)

  1. Ana diz:

    Querido JNA fica registado. Posso passar os saltos e pinotes?

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