Alguém me disse no outro dia que o velho Leonard foi sempre um poeta chato e reaccionário.
Lá terão as suas razões mas com certeza que nunca ouviram isto:
Alguém me disse no outro dia que o velho Leonard foi sempre um poeta chato e reaccionário.
Lá terão as suas razões mas com certeza que nunca ouviram isto:














Sentença de morte já. Quando alguém me diz que não gosta de Leonard Cohen, nunca mais a vejo com os mesmos olhos. Nunca ninguém ousou chamá-lo de chato à minha frente, atrevam-se. Não compreendo a conjugação do ser-se poeta com o ser-se chato, e, reaccionário tomo como elogio. Que alguém reaja. Recomendo a leitura do “Jogo Preferido”.
Lívia: estou consigo!
Apoiado, claro, Cohen é património da Humanidade
Se eu não o gostasse na música, gostava-o por causa deste fim de poema: But what shall I tell you of migrations/ when in this empty sky/ the precise ghosts of departed summer birds/ still trace old signs;/ or of desperate flights/ when the dimmest flutter of a coloured wing/ excites all of our favorite streets/ to delight in imaginary spring. E se não o gostasse neste fim de poema, gostava-o por causa deste Antony em particular.
Este Antony é de fazer arrepiar as pedras.……
faço minhas as palavras da sra. Lívia
Pronto…já temos até trilha sonora para a nossa woman in blue..e talvez ela se chame Suzanne…