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	<title>Comentários em: Lemos para ser. Lemos para desser. Lemos porque sim, porque somos.</title>
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		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
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		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 17:35:07 +0000</pubDate>
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		<description>Estou de fugida.. já cá venho falar consigo, caro Orcama.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou de fugida.. já cá venho falar consigo, caro Orcama.</p>
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		<title>Por: Orcama</title>
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		<dc:creator>Orcama</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 10:37:56 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Eugénia de Vasconcellos,
Vou fazer-lhe aqui uma confidência...
O meu &quot;problema&quot; com OK é mesmo o da tradução. Tanto assim que, para tentar entende-lo, esforcei-me por criar uma chave numérica que me permitisse comparar as diversas opções de tradução para cada quarteto. Fiquei-me por três e quedei-me... deveras chateado!!!
A ideia era comparar as traduções de Fitzgerald (Wordsworth/1993) e estas outras que, suspeito foram feitas a partir dele: Fernando Castro (Estampa/1990), Alfredo Braga (disponível na net) e Sylvio Silveira Santos (disponível na net), ambos brasileiros, tal como as de Manuel Bandeira (com muitos brasileirismos) e Octávio Tarqüineo de Sousa. Ainda não possuía a de H. Naimova, a única que é bilingue, mas sendo em Persa... não é para mim.
Daí que, esta que referi, feita por um Persa de expressão francesa, numa língua latina como a nossa, cujas &quot;nuances&quot; nos são mais fáceis de entender do que o inglês, me tem sido de grande ajuda.
Quanto ao tamanho da letra, nada tema (nas notas, não digo o mesmo). Padeço do mesmo mal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Eugénia de Vasconcellos,<br />
Vou fazer-lhe aqui uma confidência…<br />
O meu “problema” com OK é mesmo o da tradução. Tanto assim que, para tentar entende-lo, esforcei-me por criar uma chave numérica que me permitisse comparar as diversas opções de tradução para cada quarteto. Fiquei-me por três e quedei-me… deveras chateado!!!<br />
A ideia era comparar as traduções de Fitzgerald (Wordsworth/1993) e estas outras que, suspeito foram feitas a partir dele: Fernando Castro (Estampa/1990), Alfredo Braga (disponível na net) e Sylvio Silveira Santos (disponível na net), ambos brasileiros, tal como as de Manuel Bandeira (com muitos brasileirismos) e Octávio Tarqüineo de Sousa. Ainda não possuía a de H. Naimova, a única que é bilingue, mas sendo em Persa… não é para mim.<br />
Daí que, esta que referi, feita por um Persa de expressão francesa, numa língua latina como a nossa, cujas “nuances” nos são mais fáceis de entender do que o inglês, me tem sido de grande ajuda.<br />
Quanto ao tamanho da letra, nada tema (nas notas, não digo o mesmo). Padeço do mesmo mal.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Turmalina</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10438</link>
		<dc:creator>Turmalina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 23:28:44 +0000</pubDate>
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		<description>E eu gosto dessa aproximação :o)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E eu gosto dessa aproximação :o)</p>
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		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10434</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 23:19:09 +0000</pubDate>
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		<description>Joana, para lhe responder como devo, responder-lhe-ei depois. Durma bem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Joana, para lhe responder como devo, responder-lhe-ei depois. Durma bem.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10432</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 23:14:21 +0000</pubDate>
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		<description>A tradução de Naimova é muito bonita. Se depois quiser contar desta... E obrigada pela nota sobre a conferência, Marta. 

Ps: Não sou particularmente bisbilhoteira, mas se vejo um livro em cima da mesa, ou nas mãos de alguém, tenho logo de ver o que é, uma vergonha. Fiquei a pensar o que é que trouxe na volta, foi poesia?

Orcama, a primeira vez que li o OK foi em inglês, numa tradução do também poeta E. Fitzgerald - que já não tenho. Agora vou conhecer a que me recomenda. E desconfio que, não sendo maior do que o Cão, caberá, sim, no cesto da bicicleta. Mas se tiver ínfimas, ínfimas letras, daquelas que até dificultam a leitura, venho aqui zangar-me consigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A tradução de Naimova é muito bonita. Se depois quiser contar desta… E obrigada pela nota sobre a conferência, Marta. </p>
<p>Ps: Não sou particularmente bisbilhoteira, mas se vejo um livro em cima da mesa, ou nas mãos de alguém, tenho logo de ver o que é, uma vergonha. Fiquei a pensar o que é que trouxe na volta, foi poesia?</p>
<p>Orcama, a primeira vez que li o OK foi em inglês, numa tradução do também poeta E. Fitzgerald — que já não tenho. Agora vou conhecer a que me recomenda. E desconfio que, não sendo maior do que o Cão, caberá, sim, no cesto da bicicleta. Mas se tiver ínfimas, ínfimas letras, daquelas que até dificultam a leitura, venho aqui zangar-me consigo.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Marta Costa Reis</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10425</link>
		<dc:creator>Marta Costa Reis</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 22:30:43 +0000</pubDate>
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		<description>Também vou à boleia da sugestão, aliás, fui: www.amazon.fr ...e trouxe mais uns na volta . Para quem mais se interesse, a H. Naimova dá uma conferência na UCP - Instituto de Estudos Orientais um destes sábados, 19 ou 26, já não sei bem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também vou à boleia da sugestão, aliás, fui: <a href="http://www.amazon.fr" rel="nofollow">http://www.amazon.fr</a> …e trouxe mais uns na volta . Para quem mais se interesse, a H. Naimova dá uma conferência na UCP — Instituto de Estudos Orientais um destes sábados, 19 ou 26, já não sei bem.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Orcama</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10424</link>
		<dc:creator>Orcama</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 22:18:03 +0000</pubDate>
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		<description>Bastará levar € 7,80 para trazer 637 robâiyât, 636 notas de tradução e 28 páginas de estudo introdutório, tudo em edição de bolso. Aliciante, não?
Pelo tamanho, ainda caberá no cesto da sua bicicleta...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bastará levar € 7,80 para trazer 637 robâiyât, 636 notas de tradução e 28 páginas de estudo introdutório, tudo em edição de bolso. Aliciante, não?<br />
Pelo tamanho, ainda caberá no cesto da sua bicicleta…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10423</link>
		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 22:11:53 +0000</pubDate>
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		<description>Eugénia, porque passei o dia a argumentar ferozmente em juridiquês e estou exangue e tão seca como a múmia-arenque do Fradique, aqui fica o prometido comentário, não tão lindo como eu gostaria e num deplorável estilo numérico-telegráfico, antes de me retirar para ir dormir uma parte dos 100 anos de que bem precisaria:

1 - Gostei muito da &lt;em&gt;itálica &lt;/em&gt;introdução. Tem &lt;em&gt;link&lt;/em&gt;, o estudo? 

2 – Quanto ao trabalho doméstico, absolutamente de acordo. Apenas acrescentaria que o dito, entendido num sentido latíssimo, deve ser justa e solidariamente dividido: é a fórmula perfeita para que ninguém deprecie ninguém, ambos saiam dignificados, aos olhos do outro e próprios, com dizem que comprovados benefícios na secção das sagradas, desmaterializadas e essenciais inutilidades que coexistem ao que parece muito mal com sobrecargas e consequentes estados de saturação e exaustão …       

3 – O seu texto confortou-me, nem imagina quanto: sempre achei um horror a ideia da casa dos Sete Anões! 

4 – Deliciei-me com a sua infrutiferamente culpabilizadora catequese: as minhas queridas freiras eram tão à frente que nunca ninguém me explicou tais coisas. Não me lembro de me terem falado em pecados originais ou não, obediência, culpa e afins. A família devo dizer que também não ajudou. Fiquei com graves lacunas nesse campo. Que coisa.       

5 – Agora a sério, o seu texto conseguiu fazer-me rir &lt;em&gt;dessa &lt;/em&gt;morte que me gela, com o metódico inventário de escrevedores mortos e suas mortes morridas, em versão instantânea, ou lenta.  

6 – Continuo/amos à espera do lindo post sobre os seus maridos, apenas aflorados neste texto que, por isso me parece carecer de urgente completação … 

7 – Séries de televisão? Proscritas? Completamente? Como assim? É que não estou bem a ver ... Talvez fazer um postzito, não? Sff? Liiindo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eugénia, porque passei o dia a argumentar ferozmente em juridiquês e estou exangue e tão seca como a múmia-arenque do Fradique, aqui fica o prometido comentário, não tão lindo como eu gostaria e num deplorável estilo numérico-telegráfico, antes de me retirar para ir dormir uma parte dos 100 anos de que bem precisaria:</p>
<p>1 — Gostei muito da <em>itálica </em>introdução. Tem <em>link</em>, o estudo? </p>
<p>2 – Quanto ao trabalho doméstico, absolutamente de acordo. Apenas acrescentaria que o dito, entendido num sentido latíssimo, deve ser justa e solidariamente dividido: é a fórmula perfeita para que ninguém deprecie ninguém, ambos saiam dignificados, aos olhos do outro e próprios, com dizem que comprovados benefícios na secção das sagradas, desmaterializadas e essenciais inutilidades que coexistem ao que parece muito mal com sobrecargas e consequentes estados de saturação e exaustão …       </p>
<p>3 – O seu texto confortou-me, nem imagina quanto: sempre achei um horror a ideia da casa dos Sete Anões! </p>
<p>4 – Deliciei-me com a sua infrutiferamente culpabilizadora catequese: as minhas queridas freiras eram tão à frente que nunca ninguém me explicou tais coisas. Não me lembro de me terem falado em pecados originais ou não, obediência, culpa e afins. A família devo dizer que também não ajudou. Fiquei com graves lacunas nesse campo. Que coisa.       </p>
<p>5 – Agora a sério, o seu texto conseguiu fazer-me rir <em>dessa </em>morte que me gela, com o metódico inventário de escrevedores mortos e suas mortes morridas, em versão instantânea, ou lenta.  </p>
<p>6 – Continuo/amos à espera do lindo post sobre os seus maridos, apenas aflorados neste texto que, por isso me parece carecer de urgente completação … </p>
<p>7 – Séries de televisão? Proscritas? Completamente? Como assim? É que não estou bem a ver … Talvez fazer um postzito, não? Sff? Liiindo?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10395</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 16:35:53 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Turmalina,

obrigada. Claro que estas heroínas, pelo menos algumas delas, e por aqui, ocidentalmente falando, são tão nossas quanto de antes e amanhã, são transgeracionais. E são um património comum ao qual se acrescenta, sem retirar, que nos aproxima pensamento e modos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Turmalina,</p>
<p>obrigada. Claro que estas heroínas, pelo menos algumas delas, e por aqui, ocidentalmente falando, são tão nossas quanto de antes e amanhã, são transgeracionais. E são um património comum ao qual se acrescenta, sem retirar, que nos aproxima pensamento e modos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10393</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 16:31:23 +0000</pubDate>
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		<description>Este já é lindo, Joana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este já é lindo, Joana.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10391</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 16:24:05 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Orcama,

o Maalouf é do nosso Antoine, eu sou uma desconhecedora de aminescritos. Pelo menos por enquanto.

Gosto do Khayyám, todo, desigualmente, é certo, mas todo. Só tenho o que então referi. Vou espreitar esse que me recomenda. Merci.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Orcama,</p>
<p>o Maalouf é do nosso Antoine, eu sou uma desconhecedora de aminescritos. Pelo menos por enquanto.</p>
<p>Gosto do Khayyám, todo, desigualmente, é certo, mas todo. Só tenho o que então referi. Vou espreitar esse que me recomenda. Merci.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Orcama</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10387</link>
		<dc:creator>Orcama</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 16:05:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=14574#comment-10387</guid>
		<description>Mas onde foram buscar essa arrevesada grafia de Maalouf?
«E agora passeia o teu olhar sobre Samarcanda! Não é deveras rainha da Terra? Altiva, acima de todas as cidades e nas mãos dela os seus destinos?» 
Cara Eugénia de Vasconcellos, 
Há tempos deixou-me entristecido com a contradição do seu declarado &quot;tudo gostar&quot; de Omar Khayyám, e só possuir a edição da A&amp;A de H. Naimova.
Pois bem, aí na Sardenha, se não em Nápoles, numa FNAC perto de si, tem aparecido - e desaparecido -uma edição francesa de Khayyám, da Babel, apresentação, tradução e notas de Hassan Rezvanian... Ainda não tem? De que está à espera?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas onde foram buscar essa arrevesada grafia de Maalouf?<br />
«E agora passeia o teu olhar sobre Samarcanda! Não é deveras rainha da Terra? Altiva, acima de todas as cidades e nas mãos dela os seus destinos?»<br />
Cara Eugénia de Vasconcellos,<br />
Há tempos deixou-me entristecido com a contradição do seu declarado “tudo gostar” de Omar Khayyám, e só possuir a edição da A&amp;A de H. Naimova.<br />
Pois bem, aí na Sardenha, se não em Nápoles, numa FNAC perto de si, tem aparecido — e desaparecido –uma edição francesa de Khayyám, da Babel, apresentação, tradução e notas de Hassan Rezvanian… Ainda não tem? De que está à espera?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Orcama</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10376</link>
		<dc:creator>Orcama</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 12:19:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=14574#comment-10376</guid>
		<description>Cara Eugénia de Vasconcellos,
O que me pasma em Eça, para além da escrita ágil, é a actualidade toda feita contemporaneidade. É isso que continua a fazê-lo intemporal. Vá-se à Cidade e as Serras, retire-se o telégrafo e substitua-se pela internet, verta-se aquele tormes da bojuda infusa (de preferência de alto para despertar o petillant - já aqui falámos  disso, António Eça) e teremos um ambiente de turismo de habitação com as facilidades do séc. XXI... num romance do séc. IXX.
Afinal, a bruxuleante característica auto-reclamada por M. Antoine, tem a sua explicação, e já vem de longe...

PS. para já não falar nas actualíssimas notas e excêrtos políticos e sociais que circulam afanosamente pela net.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Eugénia de Vasconcellos,<br />
O que me pasma em Eça, para além da escrita ágil, é a actualidade toda feita contemporaneidade. É isso que continua a fazê-lo intemporal. Vá-se à Cidade e as Serras, retire-se o telégrafo e substitua-se pela internet, verta-se aquele tormes da bojuda infusa (de preferência de alto para despertar o petillant — já aqui falámos  disso, António Eça) e teremos um ambiente de turismo de habitação com as facilidades do séc. XXI… num romance do séc. IXX.<br />
Afinal, a bruxuleante característica auto-reclamada por M. Antoine, tem a sua explicação, e já vem de longe…</p>
<p>PS. para já não falar nas actualíssimas notas e excêrtos políticos e sociais que circulam afanosamente pela net.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Turmalina</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10364</link>
		<dc:creator>Turmalina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 11:13:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=14574#comment-10364</guid>
		<description>Eugénia, gostei de tudo, mas vou comentar primeiro os comentários: agoro sim percebo que entre Paris e Portugal, seja na serra ou à beira mar, prefiro a opção lusitana.Talvez reflexo das leituras de Eça no princípio da minha adolescência, naquela fase em que você não sabe ainda muito bem quem você é e muito menos percebe-se da influência das leituras na sua vida futura.
Quanto ao post propriamente dito, já gostei logo do prólogo. Depois voltei na infância, embora quanto mais eu me lembre, mais acredito que tenha sido uma criança diferente. Eu achava muito boba a tal Branca e como é que uma pessoa envenenada permanecia viva num caixão de vidro no meio da floresta. E sorte demais o principe encontrá-la, não é?  E assim foi com a Gata Borralheira e outras figuras clássicas como Rapunzel.Embora eu achasse plausível que Dorothy tenha sido carregada por um tornado da fazenda da sua tia, no Kansas.
Mas buscando pela memória eu gostava era mesmo das Mil e Uma Noites, que era praticamente meu livro de cabeceira.Mais tarde substituído por Alencar, Machado, Eça e Veríssimo, além do Vasconcelos 
Nem sei quando foi mesmo que conheci o Fantasma, mas aquilo era definitivamente um ideal de herói. E ele namorava a Diana Palmer, que pilotava aviões e era funcionária da ONU. 
Apesar de gostar muito do período arthuriano nunca pensei em ser Guinevere também, mas já quis morar na Ilha de Avalon.E isso muito antes das Brumas. Na minha imersão pelos livros de Z. Bradley me identifiquei com Emmily, a Dama dos Falcões e desejei viver em Darkover, aonde vivia também a Rainha da Tempestade. Coisas de adolescente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eugénia, gostei de tudo, mas vou comentar primeiro os comentários: agoro sim percebo que entre Paris e Portugal, seja na serra ou à beira mar, prefiro a opção lusitana.Talvez reflexo das leituras de Eça no princípio da minha adolescência, naquela fase em que você não sabe ainda muito bem quem você é e muito menos percebe-se da influência das leituras na sua vida futura.<br />
Quanto ao post propriamente dito, já gostei logo do prólogo. Depois voltei na infância, embora quanto mais eu me lembre, mais acredito que tenha sido uma criança diferente. Eu achava muito boba a tal Branca e como é que uma pessoa envenenada permanecia viva num caixão de vidro no meio da floresta. E sorte demais o principe encontrá-la, não é?  E assim foi com a Gata Borralheira e outras figuras clássicas como Rapunzel.Embora eu achasse plausível que Dorothy tenha sido carregada por um tornado da fazenda da sua tia, no Kansas.<br />
Mas buscando pela memória eu gostava era mesmo das Mil e Uma Noites, que era praticamente meu livro de cabeceira.Mais tarde substituído por Alencar, Machado, Eça e Veríssimo, além do Vasconcelos<br />
Nem sei quando foi mesmo que conheci o Fantasma, mas aquilo era definitivamente um ideal de herói. E ele namorava a Diana Palmer, que pilotava aviões e era funcionária da ONU.<br />
Apesar de gostar muito do período arthuriano nunca pensei em ser Guinevere também, mas já quis morar na Ilha de Avalon.E isso muito antes das Brumas. Na minha imersão pelos livros de Z. Bradley me identifiquei com Emmily, a Dama dos Falcões e desejei viver em Darkover, aonde vivia também a Rainha da Tempestade. Coisas de adolescente.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10338</link>
		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 01:10:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=14574#comment-10338</guid>
		<description>Eugénia, li de sopetão, para desatar aos tais gritos. Mas não. Reli. Nada. Fui gozando os comentários e as respostas à medida que iam aparecendo. Gostei tanto. Estou louca de sono. Volto amanhã para um lindo comentário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eugénia, li de sopetão, para desatar aos tais gritos. Mas não. Reli. Nada. Fui gozando os comentários e as respostas à medida que iam aparecendo. Gostei tanto. Estou louca de sono. Volto amanhã para um lindo comentário.</p>
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		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10335</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 00:55:05 +0000</pubDate>
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		<description>Pois sim.. tire daí o sentido que não há cá sereias, nem metafísica, enfiava o punhal no coração do ingrato e pronto. 

Boa noite.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois sim.. tire daí o sentido que não há cá sereias, nem metafísica, enfiava o punhal no coração do ingrato e pronto. </p>
<p>Boa noite.</p>
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		<title>Por: Manuel S. Fonseca</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10332</link>
		<dc:creator>Manuel S. Fonseca</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 00:44:57 +0000</pubDate>
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		<description>Imaginei-a santinha, às vezes rainha serena da serena Sardenha. Vejo agora que é Sereia. E de noite, transforma-se em espuma do mar? 
Estou encantado: vou ficar horas a decifrar todas as suas heroínas e porquê. Venham as que houver!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Imaginei-a santinha, às vezes rainha serena da serena Sardenha. Vejo agora que é Sereia. E de noite, transforma-se em espuma do mar?<br />
Estou encantado: vou ficar horas a decifrar todas as suas heroínas e porquê. Venham as que houver!</p>
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		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10325</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 00:28:32 +0000</pubDate>
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		<description>O meu Eco e Maalouhf, às vezes, é Borges. Ou um dos meus americanos dum raio. Ou então poetas, ou daqueles, raça perigosíssima, que enfiam a poesia na prosa como aquelas balas que depois de entrar no corpo se estilhaçam.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O meu Eco e Maalouhf, às vezes, é Borges. Ou um dos meus americanos dum raio. Ou então poetas, ou daqueles, raça perigosíssima, que enfiam a poesia na prosa como aquelas balas que depois de entrar no corpo se estilhaçam.</p>
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		<title>Por: António Eça de Queiroz</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10321</link>
		<dc:creator>António Eça de Queiroz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 00:15:34 +0000</pubDate>
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		<description>Bingo, carago! (desculpe, carago!)
Já li o jogo três vezes - a terceira muito para me certificar que tinha apanhado tudo o que era possível.
De Cela Silvestre ao lago da montanha, passando pelo Teatro Mágico - só para loucos. E cantatas de Bach em Andares. Por vezes acho que me confundo, ou me fundo, com certas obras.
E os Maias. Só há três Eças que não reli: a Ilustre Casa, a Capital - só li a edição crítica do Carlos Reis e as Lendas de Santos.
Tenho mesmo uma estratégia: quando não me apetece decidir o que ler pego num Eça. Revisito as Notas Contemporâneas em ritmo de ciclos. Até me arrepia. Continuam contemporâneas.
O Eco e o Maalouhf às vezes também entram nestes festins, mas num registo não tão sagrado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bingo, carago! (desculpe, carago!)<br />
Já li o jogo três vezes — a terceira muito para me certificar que tinha apanhado tudo o que era possível.<br />
De Cela Silvestre ao lago da montanha, passando pelo Teatro Mágico — só para loucos. E cantatas de Bach em Andares. Por vezes acho que me confundo, ou me fundo, com certas obras.<br />
E os Maias. Só há três Eças que não reli: a Ilustre Casa, a Capital — só li a edição crítica do Carlos Reis e as Lendas de Santos.<br />
Tenho mesmo uma estratégia: quando não me apetece decidir o que ler pego num Eça. Revisito as Notas Contemporâneas em ritmo de ciclos. Até me arrepia. Continuam contemporâneas.<br />
O Eco e o Maalouhf às vezes também entram nestes festins, mas num registo não tão sagrado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10308</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 23:47:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=14574#comment-10308</guid>
		<description>Caro Antoine, O Jogo das contas de vidro é uma obra prima. Se eu só pudesse ter um Hesse, era esse. Mas ficava triste. Só há um livro que reli mais vezes, e eu tenho muito o prazer da releitura, Os Maias. E do meu, todo seu, Eça, se só pudesse ter um, tinha de ter dois: A cidade e as Serras e Os Maias.

Merci.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Antoine, O Jogo das contas de vidro é uma obra prima. Se eu só pudesse ter um Hesse, era esse. Mas ficava triste. Só há um livro que reli mais vezes, e eu tenho muito o prazer da releitura, Os Maias. E do meu, todo seu, Eça, se só pudesse ter um, tinha de ter dois: A cidade e as Serras e Os Maias.</p>
<p>Merci.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: António Eça de Queiroz</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/06/lemos-para-ser-lemos-para-desser-lemos-porque-sim-porque-somos/comment-page-1/#comment-10305</link>
		<dc:creator>António Eça de Queiroz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 23:36:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=14574#comment-10305</guid>
		<description>Eugénia, talvez não saiba mas eu sou um plástico. E embora surdo, gosto, acho que conheço, o canto. Algum.
Tenho de confessar que adorei aquela dos miolos à Pollock para lá de todas as associações. E no despropósito do propósito bem que gostava de saber qual foi o livro do Hesse de que mais a impressionou. Eu, que tenho uma cabeça em que metade é matemática e outra é teatro, tudo em sarabanda e contraponto entre as meninges e a calote, comecei por alcandorar o Lobo da Estepe, anos mais tarde substituído no panteão pelo Jogo das Contas de Vidro.
Escondida de mim, como?! Que boa pergunta para se fazer ainda no prazo legal.
Mas do que gostei mesmo foi dos hors d&#039;oeuvres.
Bela automicrobiografia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eugénia, talvez não saiba mas eu sou um plástico. E embora surdo, gosto, acho que conheço, o canto. Algum.<br />
Tenho de confessar que adorei aquela dos miolos à Pollock para lá de todas as associações. E no despropósito do propósito bem que gostava de saber qual foi o livro do Hesse de que mais a impressionou. Eu, que tenho uma cabeça em que metade é matemática e outra é teatro, tudo em sarabanda e contraponto entre as meninges e a calote, comecei por alcandorar o Lobo da Estepe, anos mais tarde substituído no panteão pelo Jogo das Contas de Vidro.<br />
Escondida de mim, como?! Que boa pergunta para se fazer ainda no prazo legal.<br />
Mas do que gostei mesmo foi dos hors d’oeuvres.<br />
Bela automicrobiografia.</p>
]]></content:encoded>
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