No, ainda mais do que estimável, combativo Portugal dos Pequeninos, chama-se à colação a nossa infantil Marilyn, num post que me vai obrigar a tirar da prateleira um livrinho de bolso inglês (Sphere Books Limited que custou 114 escudos anti-europeus) e já cheirei várias vezes, mas não inalei devidamente. Chama-se “Music for Chamaleons” e é, mesmo só pelo cheiro, um prodígio de fusão de géneros (da crónica ao jornalismo, da pura ficção à reportagem). Assina-o Truman Capote e, como se anuncia na capa, o que está lá dentro é as grippingly readable as In Cold Blood.
Agradeço ao João Gonçalves a referência — mais os versos de Ruy Belo um dos raros poetas portugueses que deu densidade lírica ao cinema e afins mitologias.
Continuo, ó nosso young master Francisco, a ter pena de que as hiperligações deste cemitério (que o Francisco fez o mais tão formoso) não funcionem e, quase, nos façam perder o contacto com o combatente mundo out there! (Francisco, vou ser imperativo: be perfect!)
















