
Embora nascido em 1926, Hilary Putnam (é um homem, apesar do nome!) está vivo — muito — e mexe — bastante!
Também, ao contrário do que à primeira vista possa parecer, a árvore da filosofia ainda agita alguns dos seus ramos; não tanto deste lado do Atlântico onde o Adolfo e o Zé provocaram um estrago cuja dimensão (65 anos depois!) ainda está por avaliar, mas no “lado de lá do mar”, onde se procuram resolver problemas propriamente contemporâneos e onde alguns praticantes permitem-se duvidar da pertinência de questões que ao fim de 3000 anos ainda não encontraram resposta. Ou seja, começaram a perguntar se e pura e simplesmente elas estão bem formuladas…
Só um aperitivo deste livrinho que Putnam publicou em 2002:
“In place of Ontology (note the capital “O”), I shall be defending what one might call pragmatic pluralism, the recognition that it is no accident that in everyday language we employ many different kinds of discourses, discourses subject to different standards and possessing different sorts of applications, with different logical and grammatical features—different “language games” in Wittgenstein’s sense—no accident because it is an illusion that there could be just one sort of language game which could be sufficient for the description of all of reality!”

















“Hence it happens that one takes words for concepts, and concepts for the things themselves” (ZH 5, 264:34–265:1)
Já dizia Johann Georg Hamman (em versão inglesa encontrada em http://plato.stanford.edu/entries/hamann/ 24. Jun 2010) que vale muito a pena ler. Tal como Putnam, imagino (já encomendado). Obrigado.
se eu comentasse…
Olha, olha, deve de estar algum santo pra cair do altar …
Meu caro denegativo comentador (pelos vistos reconehcido pela Joana) — “Reason is language — Logos”, right?, Assim sendo, mais vale andar pelos trilhos de Dewey, Quine e Putnam, entre outros da mesma laia, do que pelas veredas dos “continentais”, sobretudo do abjeto Heiddeger.