Pois é, Sr. Engenheiro

A incredulidade de S. Tomé, Caravaggio

Sempre havia para aí um buraco.

Comentários a “Pois é, Sr. Engenheiro” (7)

  1. Com tudo o que se tem passado, ver para crer como S. Tomé! Só os parvos acreditam em si sr “engenheiro”

  2. Gonçalo Pistacchini Moita diz:

    São Tomé, reconhecendo o seu senhor, que antes, com os seus olhos, não via, converteu-se e disse: «Meu Senhor e meu Deus!». O Deus do Sr. Engenheiro é o Sr. Engenheiro; a única coisa que, com os seus olhos, ele vê, é o Sr. Engenheiro; como tal, ele não se converte: verte-se sobre nós, na sua omnipotente magnificência. Ele é puro, verdadeiro e imaculado. Não se engana. Não nos engana. Tempos houve em que os homens conheceram, no universo, o divino arquitecto. Os portugueses têm hoje a sorte de conhecer, em Portugal, o divino engenheiro. Não lhe chamem é chefe!

  3. António Eça diz:

    Mas ele não é inginheiro?!…

  4. Gonçalo Pistacchini Moita diz:

    Não. É inginheiro (o sotaque trai-vos sempre). :)

  5. Orcama diz:

    Com o consabido humor lusitano, chegou-me hoje este “pensamento da semana”:
    “Se estamos destinados a seguir o mesmo caminho dos Gregos, então começemos por envenenar Sócates”…

  6. António Eça diz:

    Sicuta!!!
    Quilos!!!
    E mais quilos…

  7. Xavier diz:

    Tragam um bidom de cicuta, se nao se afogar pelo menos talvez se fique, envenenado…

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