Que estranho. Imediatamente após a leitura das primeiras páginas deste livro, Ethel, a personagem que nos guia através desta arrebatadora história, transformou-se na Eugénia. Sim, na nossa Eugénia. Por mais que tentasse dar-lhe umas feições originais e minhas, ali estava ela, a Eugénia, a espreitar lá de dentro da história, através do espírito curioso e poético da pequena Ethel.
A coisa estranha é que ainda estou para a conhecer a nossa Eugénia. Ainda nem a vi e já aparece vestida de fada nos livros dos outros. Que estranho.
O livro recomenda-se naturalmente. Muito.


















Que forma extraordinária de apresentar um livro, vasco. Assim, antes de o conhecer, já estamos a gostar dele.
A Eugénia é, de certeza, a da blusa amarela. Tem ar de chefiar a missão e de contemplar com satisfação o reino da Sardenha.
Será?… Não vejo o Cão por perto…
Não é não. É aqueloutra mais ao fundo, à nossa direita, de cara ensombrada e de mãos femininamente postas sobre as ancas, enquanto olha e pensa o que passa.
Encontrei, mas denominado Refrão da Fome, porém com a mesma Eugénia, digo Ethel…
Já encomendei no site e espero que a entrega seja rápida (promessas, promessas…)
Li esse Clézio de um sopro, é comovente e terrível.
Ps: eu estou mais para bruxa.
Caro Vasco, lamento ter de desmenti-lo à frente de toda a gente, mas vejo que tal como eu conheceu e bem a Eugénia logo em pequena…