É um delicado, científico e poético lança-chamas que está quase a nascer-morrer aqui mesmo ao lado. De ferro e tinta verde. Podia chamá-lo Podrageão ou Drageoste. Podia, mas não servia de nada. Quem será?
É um delicado, científico e poético lança-chamas que está quase a nascer-morrer aqui mesmo ao lado. De ferro e tinta verde. Podia chamá-lo Podrageão ou Drageoste. Podia, mas não servia de nada. Quem será?















Um dragão em ferro forjado pintado de verde preso a um poste?
Solte-me já essa maravilhosa criatura, Teresa!
É um símbolo de liberdade, muito próprio da efeméride corrente!
Acho que ele já se soltou. Dragões não se mantêm presos durante muito tempo. Só se se quiserem esconder…
Teresa, eu não sou de intrigas, mas o Manuel Fonseca disse — e olhe que a Joana e o António ouviram e não me deixam mentir -, em estrangeiro e tudo, que se ia deitar só para não ler o seu texto dragão..
Confirmo tudo o que a Eugénia afirma! E mais, acrescento que o fez em italiano e que saiu, deslizando, após uma frustre e vã tentativa de semear a discórdia entre Vasconcelos …
E faz ele muito bem, que assim tem leitura fresquinha de manhã. Se entretanto eu descobrir a maneira de publicar o texto no sítio certo. Este blogue tem uns labirintos que até um dragão se perde…
Valha-me Nossa Senhora. Segue mail com os termos para publicar mortos.
Estou aqui, meu filho, diz-me como te posso valer..
Eugénia Maria, deixe-se lá de santidades que, neste caso, o santo fui eu.
Manuel santidade teria sido mandar um resumo! O que pelos vistos não sucedeu! Agora a pobre Teresa está a ler metros e metros de instruções e nós aqui à espera … Ainda por cima já espreitei e não arredo do ecran sem ler …
mulheres ingratas!!!
Já encontrei! uf, já está.
Aleluia, vou já ver!
Amei…amei…amei…