Estava ali em Lisboa, no Largo de São Francisco, mas chamava-se Elevador de São Julião. Levantava do chão 25 pessoas de cada vez através de um contrapeso de água. Levantou as últimas em 1915. Nem mesmo o José Navarro de Andrade teve oportunidade de o usar.


















Diacho, Vasco… Esta autêntica máquina do tempo só faz viagens entre 1987 e 1915?
E não arranja uma que nos leve até 87?
Good catch Eça!
Não vou corrigir, fica mais poético assim.…..
.….….mas foi construído em 1897 naturalmente. Perdoem a minha dislexia de teenager.
He-he!…
Também acho que fica, no mínimo, mais misterioso.
“Este elevador ficou ligado à intentona de 28 de Janeiro de 1908, conhecida como Golpe do Elevador da Biblioteca, em que conspiravam carbonários, republicanos e dissidentes progressistas. Foram presos António José de Almeida, Afonso Costa, Álvaro Poppe e mais suspeitos, num total de noventa e três conspiradores.”
Que fotografia tão bonita, Vasco. É tudo poético nela.
As datas também, mas não daria por elas não fora o atento Eça — sou disléxica até na leitura.
E que nome impactante tem o Elevador. Parece o título de um policial, como não foi escrito fez-se o Golpe para ficar na história…mas em que história ficou? Nunca tinha ouvido falar dele.
Que pena não ter ficado lá. Seria um ponto de visita obrigatório em Lisboa!
Ponsard, bem merece o título de engenheiro dos elevadores, pois foi “projectista de sistemas de elevadores de transporte público em Braga (Elevador do Bom Jesus), Porto (Funicular dos Guindais), Funchal (Comboio do Monte, extinto), Nazaré (Elevador da Nazaré), e Lisboa (elevadores de Santa Justa, Glória, Bica, Lavra, e dos extintos da Biblioteca, Estrela, Chiado, e São Sebastião)”.
(dados retirados da santa wiki).
quase que o vi, funny guy…