Mais Sex Rays

Mais umas preciosidades do artista conceptual belga, Wim Delvoye.

E há mais.  Aqui no hospital.


Comentários a “Mais Sex Rays” (12)

  1. Vasco Grilo diz:

    Valha-me Deus Pedro Manuel (como diria a Joana do alto dos seus montes sagrados)! Isto são bairros que se frequentem???

    • Pedro Norton diz:

      Vasco Manuel: isto é arte. Nunca esperei que fosses tu, o mais cosmopolita destes mortos, a reagir assim.

      • Vasco Grilo diz:

        Estou a ceder. Aos poucos. Peer Pressure chama-se a esta doença que até aqui, de campa para campa, se transmite implacável.

        Desculpa este teu velho amigo.

  2. Luciana diz:

    Devido ao meu estado de ânimo e num sentido bem brasileiro, gosto sobremaneira da primeira, como definiste mesmo?, preciosidade. Calo-me quanto às outras ilustrações, pois estou bem certa que a admoestação não tarda (aliás, já iniciada sem tanta ênfase…)

  3. Diogo Leote diz:

    Que silêncio constrangedor que estas imagens provocam…
    Será que tardarão as manifestações de indignação? Pedro, não há direito, eu que paguei bilhete para assistir à tua execução sumária e as algozes continuam tão silenciosas…

  4. António Eça diz:

    Ao MSF! Anda a vendê-los na candonga…

  5. Manuel S. Fonseca diz:

    Chamo a atenção para o facto da terceira preciosidade ser sartriana, se é que que percebi bem o que é que, no léxico de Jean-Paul, dedilhar quer dizer.
    Ah, António Eça, quem anda por túneis escusos és só tu, meu Hulk de bancada!

  6. Orcama diz:

    “Não existe imoralidade na arte. A arte é sempre sagrada” August Rodin
    A questão residirá então, e tão somente, no conceito e limites da arte.

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