A nafta corre, simplesmente.
Agita, pois, tua alma…
Cada gota de óleo é morte
Que a própria corrente porta.
Não importa ser o eu que a alma almeja…
A nafta simplesmente corre.
Abri as portas do céu, para que ele seja…
Que o que nasce devagar sempre morre.
* Gonçalo, desculpa apropriar-me assim, sem vergonha, do teu belo e fresco poema. O contraste com o que está para acontecer nas costas da Luisiana é forte demais para que o não faça.


















Vasco, fizeste muito bem. Permite-me notar, no entanto — já que talvez estejas um pouco desabituado do português, que, como sabes, é uma língua traiçoeira -, que não é bonito falar-se assim em público do que está para acontecer nas costas da Luisiana. :)
Nem mesmo eles (os americanos) sabem o alcance de tal desastre…eu fiquei passada…