Depois de olharmos a morte que nos viu, começamos a crescer para dentro, em direcção à raiz e à infância — o lugar bom para amar e escrever.
Depois de olharmos a morte que nos viu, começamos a crescer para dentro, em direcção à raiz e à infância — o lugar bom para amar e escrever.















Acho que nunca conseguiria ser tão preciso em tão pouco espaço.
Subscrevo tudo, palavra por palavra.
Absolutamente, Eugénia. Tão bonita, a maneira como diz o que sentimos.
Merci, António e Joana.
E eis como em duas linhas temos um conto completo.
Obrigada por este lugar, Eugénia
Ó Teresa.. não me faça estrear um verbo novo que eu tenho: encalistar.
Adoro estreias!
Estou a lembrar-me que, nos contos de Jorge de Sena, brevíssimo rimava com perigosíssimo.
E o dele era um bocadinho maior:)
Gosto muito desse Sena conto breve. Quando chegar a casa vou relê-lo.