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	<title>Comentários em: Mil e uma noites</title>
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		<title>Por: Luciana Nepomuceno</title>
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		<dc:creator>Luciana Nepomuceno</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 00:45:54 +0000</pubDate>
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		<description>Já estava constrangida de ver tanto e mostrar tão pouco...Luciana sou eu, as borboletas passeiam pelos meus olhos borrando e qualificando meu olhar. Com já disse uma vez, olhar por vezes angustiado, mas onde a beleza ardeja...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já estava constrangida de ver tanto e mostrar tão pouco…Luciana sou eu, as borboletas passeiam pelos meus olhos borrando e qualificando meu olhar. Com já disse uma vez, olhar por vezes angustiado, mas onde a beleza ardeja…</p>
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		<title>Por: Manuel S. Fonseca</title>
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		<dc:creator>Manuel S. Fonseca</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 22:57:25 +0000</pubDate>
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		<description>De Borboleta a Luciana é metamorfose primaveril. Laboriosa reinvenção, está claro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De Borboleta a Luciana é metamorfose primaveril. Laboriosa reinvenção, está claro.</p>
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		<title>Por: Turmalina</title>
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		<dc:creator>Turmalina</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 20:46:33 +0000</pubDate>
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		<description>Gosto de livros, poesias e palavras que me permitem sonhar. É um sonho íntimo aonde todo o impossível é possível, dependendo somente do quanto minha imaginação quer avançar. O que me atrai no  cinema é que podemos sonhar com cores de outro alguém.E fazer cinema é o máximo dessa relação entre o real e o imaginário, é ver sonhar o outro à partir de um sonho seu.E cada um sonha de um jeito.E o alcance de uma imagem, dentro do imaginário pessoal de cada um, é deliciosamente imprevisível.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto de livros, poesias e palavras que me permitem sonhar. É um sonho íntimo aonde todo o impossível é possível, dependendo somente do quanto minha imaginação quer avançar. O que me atrai no  cinema é que podemos sonhar com cores de outro alguém.E fazer cinema é o máximo dessa relação entre o real e o imaginário, é ver sonhar o outro à partir de um sonho seu.E cada um sonha de um jeito.E o alcance de uma imagem, dentro do imaginário pessoal de cada um, é deliciosamente imprevisível.</p>
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		<title>Por: Luciana Nepomuceno</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/03/mil-e-uma-noites/comment-page-1/#comment-5738</link>
		<dc:creator>Luciana Nepomuceno</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 20:18:30 +0000</pubDate>
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		<description>E sendo a ficção assim tão superior é que, laboriosamente, todos os dias me reinvento, escrevendo. E recordo, sempre, Clarice: &quot;eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém. Provavelmente a
minha própria vida. Viver é uma espécie de loucura que a morte faz. Vivam os mortos porque neles vivemos&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E sendo a ficção assim tão superior é que, laboriosamente, todos os dias me reinvento, escrevendo. E recordo, sempre, Clarice: “eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém. Provavelmente a<br />
minha própria vida. Viver é uma espécie de loucura que a morte faz. Vivam os mortos porque neles vivemos”.</p>
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