
Mais um grande talento da música que nos deixa prematuramente. Partiu porque quis e, provavelmente, porque percebeu de vez que o “It´s a Wonderful Life” que (en)cantava só existia no mundo de perfeitas harmonias que a sua voz e guitarra criaram para os Sparklehorse. Deixa-nos com esse legado, um dos mais brilhantes álbuns da década agora finda, tantas vezes ouvido no silêncio da noite profunda e dos poucos que, sempre que nele pegava, acabava invariavelmente por ouvir não uma, mas duas e três vezes seguidas, e sempre como se fosse a primeira.















