De cães e arrependimento

Seguramente para horror dos meus cinéfilos e exigentes co-bloggers, confesso que tenho visto mais cinema a bordo de aviões do que sentado no escuro aconchego de uma  séria sala de cinema. No entanto, nos voos da Continental Airlines (é deprimente mas conheço pelo nome muitos dos elementos das crews que fazem Milão-Newark – e mais deprimente ainda é eles conhecerem o meu), existe um canal vídeo que passa cinema independente de alguma qualidade. Aqui ficam dois dos últimos que vi. O primeiro é especialmente dedicado à nossa pet-lover, que ao escrever aqui tão bem, deixa sempre mais florido este nosso cemitério. O segundo deixou-me colado ao assento e não o consigo tirar da cabeça.



Comentários a “De cães e arrependimento” (4)

  1. Eugénia de Vasconcellos diz:

    Obrigada, Vasco.

  2. Turmalina diz:

    Acho que eu chegaria um tanto deprimida ao meu destino por causa do primeiro filme.

  3. Vasco Grilo diz:

    Não se preocupe Turmalina. No final todos (quase) conseguem reaver os seus preciosos pets. O Bandit, o Max, e o JJ voltam todos a casa para os seus donos originais. Quase nos faz esquecer que morreram dezenas de milhares de outros animais de todos os tipos (e quase 2000 pessoas de quem todos por vezes se parecem esquecer).

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