Sun Lips — “Dandelion Gum”, Black Moth Super Rainbow, 2007
Desculpem-me voltar sempre aos mesmos sons, mas tenho andado a ouvir estes Black Moth Super Rainbow toda a semana.
Acho que gosto deles porque o nome me sugere o lado negro dos Seixos Olhos Claros de Gato da Eugénia.
Perdido nestes pensamentos, cheguei à conclusão que, agora que já escrevemos 1000 posts, deveriamos dar vida a uma banda. A banda do É Tudo Gente Morta. Pensei pelas razões atrás descritas, auto-intitular-nos os Clear Cat Pebble Eyes.
Gosto tanto desta ideia que espero que não se importem mas agendei já um concerto para o próximo mês de Junho. Assim temos tempo para ensaiar. Aceitam-se títulos para o primeiro álbum.


















Na fila, pra comprar os ingressos.
Vasco, o que me fez rir com esta ideia! Genial! E o cartaz!
Com celestial coirs and fireworks!
isto é um nunca mais acabar de exclamações, até já enjoo, mas acho que vou continuar a rir mais um bocado. De cada vez que volto ao cartaz é mais um fartote. Um off key to hell! E vulcanoes!
Para os vocals vou pedir uma ajudinha ao meu de sempre Tom Waits.
E talvez traga agora uns pozinhos musicais dos Bijagós, de cada vez que vou a Africa volto pretinha.
Ainda se vai arrepender da escolha do tour planner. Sabe lá onde esta banda pode ir parar :)
Ora, Teresa, é exactamente isso que o Vasco pretende: não saber onde vai parar o bando(a).
O cartaz é hilariante, agora juntar aquela precisa coreógrafa com aquele preciso “metafísico”, numa caminheta cheia de trombones, contrabaixos, tarolas e címbalos, vai dar bernarda pela certa…
Mandem postais deste autêntico magycal mistery tour!
Liiiindo!
Vasco, achas que posso fazer uns backup vocals? Adoro cantar mas as pestes das minhas filhas dizem que eu desafino … até na missa me fazem uma marcação cerrada!
É claro que para não haver qualquer problema, quando fosse altura do meu non-celestial sound programaria (com a ajuda do meu assistente Alírio) as rajadas de extra-fireworks que se revelassem necessárias …
Joana, Eu falei naturalmente com as tuas filhas ANTES de fazer o casting da banda, e foi-me dito que não poderias de forma alguma cantar sob risco de sermos expulsos da sala de espectáculos. Sorry!
Eu contactei também o Alírio mas o Mirage em Las Vegas já o tinha contratado. Parece que aproveitou para fazer lá a primeira comunhão.
Eu bem me parecia, mas não te preocupes que mais logo quando as girls chegarem a casa teremos uma breve e definitiva conversa subordinada ao tema “bilhetes para o Rock in Rio”. Logo a seguir, Tio Vasco, receberás decerto um telefonema no qual os meus dotes vocais serão equiparados, sucessivamente, aos da Hannah Montana, da Shakira e dos próprios Muse. E poderás, então, rever essa tua decisão.
Quanto ao Alírio, ainda bem que avisas … o desgraçado desapareceu há dias sem deixar rasto … A legítima anda danada e o povo da freguesia está de novo descontente, com vários mortos por enterrar …
O título do álbum só pode ser “Anything Goes”. Por mim, só não sei se hei de emular o estilo de Tony Williams ou de Neil Peart
Gostei de tudo. Muito. Desde do casting ao lindo cartaz. Toda a gente vai ter inveja do JNA.. onde mais é que há drums and volcanoes?!
Quando é que arrancamos? Grande cartaz!
superb!
embora proteste, com categorias como “soul projections”, “off key to hell”, “volcanoes”, “biosamplers”, “spells” e “metaphiysics”, acho que meu quinhão foi prosaico, vasco!
magnífico cartaz!
Ruy, se bem sei a metaphysics que o VG me propõe toca-se à cabeçada, uma vezes no vento, outras na parede, que é a diferença entre a kantiana e a escolástica. Se quiser dividir, esteja à vontade.
Belíssima ideia Vasco, vai ser um Verão de feia em feira. Não podemos é falhar a Ovibeja!
E a abertura do torneio de futebol ribeirinho para veteranos “As Árvores Morrem de Pé”.
E aí está o título para o nosso primeiro álbum Pedro.
“As Árvores Morrem de Pé” produzido postumamente por Kurt Weill, com arranjos de Edward Elgar.