Augusto, prazer em conhecê-lo!

Para além do tão envolvente e angustiante post abaixo, aqui ao lado o Ruy Vasconcelos apresenta-nos um “Midas de frases curtas”, um conversador que vale a conversa inteira e nunca acabada. É o nosso mais recente “querido morto”. Andou por aí, na “madrugada sonolenta, de bolero em bolero” e, agora, está “com a vida que pediu a Deus”.

Comentários a “Augusto, prazer em conhecê-lo!” (1)

  1. Conterrâneo, querido, ex-secretário de cultura de minha terrinha e homem de frases insólitas. Deixou na orfandade filhas e toda uma leva de boêmios. Conheci-o de longe, olho arregalado, infanto-juvenil que sou no esporte ironia. Mas ele também sabia ser lírico e numa de suas últimas entrevistas, perguntado sobre o que é o amor, soltou algo mais ou menos assim: amor, amor amor…amor é assim, mulheres e homens se enfeitam, se arruamam e lá vão, saem à noite procurando o amor, fazem isso muitas e muitas vezes, mas não encontram. Não, eles não encontram o amor. Porque o amor é um deslize, amar é não estar atento, quando você vê… acontece”.
    Mais ou menos como se viciar nas palavras alheias…

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