Indo eu, indo eu, à procura de veículo para transporte da Banda durante o tour…
…encontrei esta Tata, à saída de Katmandu, no caminho para Lucknow (indício sem dúvida auspicioso). Inspiradora de amorosas sinfonias e canções, espaçosa quanto baste para acomodar alegres baixistas, trompetes infernais, tamboretes e vulcões. Contando que a metafísica não ocupe muito espaço, que os Coros Celestiais não se encham de barrigas de freira, e que o fogo de artifício vá dando brado pelo caminho. Além disso, se chover e precisarmos de tecto, poderemos sem dúvida contar com eugeniais feitiços para afastar gotas indesejáveis.
Quanto à decoração, pode sempre alterar-se a ordem dos factores, acrescentar interrogações…ou ultrapassá-la. Pela direita, pois claro.
E seguir em frente e procurar novo pópó, porque não?
Até porque não estava à espera do tamanho e da quantidade de instrumentos tocados por nosso Ruy e Trio Vasconcelllos, descobertos aqui mais abaixo por nosso VG. Mas Vasco, onde é que se arranja espaço para um Espacial Gerador Harmónico ou uma Máquina de Ressonância Sequencial, ou mesmo para uma Harpa Rotativa? Para já não falar do Radar Acústico (acho que vou ter de requerer um aumento para o meu orçamento ilimitado!)
O concurso para transporte da Banda está pois aberto: aceitam-se inscrições.


















Teresa, think big, please! Uma camioneta para a banda, um TIR para os instrumentos e outro TIR para o material vulcânico e pirotécnico (e eventuais spelling stuff da EV).
Acho que também precisamos de um avião e de um barco, este último para dar mergulhos ao largo, durante os ensaios.
Joana, o que me fez rir!
Mas os TIR e os aviões demoram muito tempo a decorar, preferia encontrar um veículo com decorações desafiantes…e prontas, de preferência. Porque sem decoração nem pensar.
Os TIR e o avião são funcionais: a decoração pode ser elementar e até minimalista. A camioneta, como a nossa previdente tour planner bem sabe, é que é fundamental: precisa de ser fantasticamente ornamentada para atravessarmos em grande estilo cidades, vilas e aldeias do hotel até aos nossos palcos, no meio de apoteóticas multidões de fãs em delírio
PS — Convinha que a camioneta fosse também alta, para estarmos a salvo das ovelhas, carneiros e demais bovinos e caprinos frequentadores habituais da Ovibeja …
Teresa, peça aquela carripana-caravana da miúda do Mónaco emprestada, que aquilo deixou de ter préstimo quando ela deixou de ir ao circo. Parece coisa para caber lá um monte de gente e já vem principescamente decorada.
Proponho irmos só equipados de fatos de banho e gaitas de beiços…
E protector solar, não podemos ficar com escaldões ou todos encarquilhados e cheios de rugas! Somos uma live band, não nos podemos safar com photoshop!
Se correr mal, podemos barrar a cara como os Kiss!
Ó Vasco!
Então oferece-nos aquela fabulástica parafernália de instrumentos e agora vai reduzi-los a gaitas de beiços?
Só se for com muitos Spell da Eugénia. Talvez se consiga transformar uma harpa numa gaita…
essa banda só fará mesmo sucesso para lá de katmandu, teresa. quem sabe no cimo do himalaia..rs mas o lema da ‘tata’ tá valendo!
Agora sou eu que não acredito, Ruy!
Então desvaloriza assim a nossa para lá de extraordinária banda?
Fiquei para lá de Katmandu. Local onde por certo nos apreciarão e saudarão como deuses, sem precisar subir às montanhas.
Mas aposto que tanto lá como na sua Santa Cidade! Para não mencionar o Planeta Restante. Mas isso, só não menciono porque ainda não começámos a digressão.