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	<title>Comentários em: Uma short, uma very short story, aliás.</title>
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		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/uma-short-uma-very-short-story/comment-page-1/#comment-4266</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 16:10:05 +0000</pubDate>
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		<description>Merci, Turmalina, fico repetidamente feliz e isso é tão bom.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Merci, Turmalina, fico repetidamente feliz e isso é tão bom.</p>
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		<title>Por: Orcama</title>
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		<dc:creator>Orcama</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 13:03:09 +0000</pubDate>
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		<description>Claro, cara Turmalina. Levá-la para onde o riso se ouça, ir de mãos dadas na penumbra húmida de calor e apeteça dançá-la, como bem diz a Autora.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Claro, cara Turmalina. Levá-la para onde o riso se ouça, ir de mãos dadas na penumbra húmida de calor e apeteça dançá-la, como bem diz a Autora.</p>
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		<title>Por: Orcama</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/uma-short-uma-very-short-story/comment-page-1/#comment-4257</link>
		<dc:creator>Orcama</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 12:57:47 +0000</pubDate>
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		<description>Ora eça meu caro António. Despêro foi o que me aconteceu entre uma impossibilidade e uma  improbabilidade. Ainda bem que apareceu aqui pela rua de todos os engates, perdão, resgates. Venha daí ver que pêro nos aparece. Se não, até pode acontecer encontrarmos alguém conhecido de câmara fotográfica na mão, fixando os risos da noite quente...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ora eça meu caro António. Despêro foi o que me aconteceu entre uma impossibilidade e uma  improbabilidade. Ainda bem que apareceu aqui pela rua de todos os engates, perdão, resgates. Venha daí ver que pêro nos aparece. Se não, até pode acontecer encontrarmos alguém conhecido de câmara fotográfica na mão, fixando os risos da noite quente…</p>
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		<title>Por: Turmalina</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/uma-short-uma-very-short-story/comment-page-1/#comment-4248</link>
		<dc:creator>Turmalina</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 01:36:29 +0000</pubDate>
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		<description>E quando entristece a mulher deitada ao lado? Seria possível levá-la para onde o riso se ouça?
Mais uma vez, sendo extremamente repetitiva, digo que são lindas suas palavras, tão tristes e tão lindas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E quando entristece a mulher deitada ao lado? Seria possível levá-la para onde o riso se ouça?<br />
Mais uma vez, sendo extremamente repetitiva, digo que são lindas suas palavras, tão tristes e tão lindas…</p>
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		<title>Por: António Eça</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/uma-short-uma-very-short-story/comment-page-1/#comment-4242</link>
		<dc:creator>António Eça</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 00:24:41 +0000</pubDate>
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		<description>Um dia e por vezes vários. Então quando se tem horário doméstico de guarda-nocturno e mulher-a-dias, como já me aconteceu...
E afinal despêro é o quê? Falta de pêro? Terá o pêro fugido sem dizer nada? Desespero por falta de pêro não me parece razoável.
Um enigma!, caro Orcama.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia e por vezes vários. Então quando se tem horário doméstico de guarda-nocturno e mulher-a-dias, como já me aconteceu…<br />
E afinal despêro é o quê? Falta de pêro? Terá o pêro fugido sem dizer nada? Desespero por falta de pêro não me parece razoável.<br />
Um enigma!, caro Orcama.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/uma-short-uma-very-short-story/comment-page-1/#comment-4204</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 21:24:14 +0000</pubDate>
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		<description>Mas todas as mulheres dormindo, um dia foram a desejada e imperscrutável - que raio de palavra indizível, Orcama!, enrola-se na língua duma pessoa -, n`est ce pas? Resta saber porque desceram do outdoor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas todas as mulheres dormindo, um dia foram a desejada e imperscrutável — que raio de palavra indizível, Orcama!, enrola-se na língua duma pessoa -, n‘est ce pas? Resta saber porque desceram do outdoor.</p>
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		<title>Por: Orcama</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/uma-short-uma-very-short-story/comment-page-1/#comment-4200</link>
		<dc:creator>Orcama</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 20:05:45 +0000</pubDate>
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		<description>...e que que despêro. Uma no outdoor, lá em cima, desejada e imperscrutável, outra possível na noite quente, mas dormindo... Vou vestir-me e perder-me na vida e no riso da rua de todos os resgates...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>…e que que despêro. Uma no outdoor, lá em cima, desejada e imperscrutável, outra possível na noite quente, mas dormindo… Vou vestir-me e perder-me na vida e no riso da rua de todos os resgates…</p>
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		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/uma-short-uma-very-short-story/comment-page-1/#comment-4198</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 20:00:55 +0000</pubDate>
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		<description>Vá lá, sempre é melhor do que arracnar-me as minhas lindas orelhas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vá lá, sempre é melhor do que arracnar-me as minhas lindas orelhas.</p>
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		<title>Por: Pedro Norton</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/uma-short-uma-very-short-story/comment-page-1/#comment-4195</link>
		<dc:creator>Pedro Norton</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 18:59:26 +0000</pubDate>
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		<description>Fico muito honrado com a indecente rapinadela.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fico muito honrado com a indecente rapinadela.</p>
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