Ainda não lhe descobri o nome do meio (estou à espera que o Vasco Luís se vingue) mas disse o primeiro. Papisa-qualquer-coisa. O que é certo é que vou descobrindo musicais afinidades com a nossa segunda ouvinte da noite. Também não disse a frase mas não se fez esquisita e pediu que pusesse o gira-discos a tocar a melhor música de todos os tempos. Eu, que já confessei uma irresistível simpatia pelo Senhor, faço-lhe a vontade.

















Pedro-Sem-Segundo-Nome Norton, como trinariam os ABBA, Thank You For The Music …
Cresci ao som de doses desmedidas de Brel, Beatles e Bethania. O Brel ficou para sempre. Dos outros gosto muito. Mas os Stones é — sempre foi – outra satisfaction…
Quanto à relevante questão que suscita, poderia ser devilish e dizer-lhe apenas hope you guess my name …
Porém, e porque a minha natureza é mais like a rainbow, vou ajudá-lo — privando, de caminho, o Vasco Luís de um valioso trunfo…
Ora adivinhe lá, que é fácil:
1 — Não é nada, nada original, criativo ou até distintivo … os meus pais aí capricharam pouco, muito pouco …
2 — O mistério, se é que o há, reside noutro ponto: compreenderá decerto que no ano e década em que ambos nascemos não era indiferente a ordem dos factores, quando se tratava de combinar justamente estes dois nomes próprios …
À laia de trocadilho lembrei-me duma musiquinha do meu tempo de jovem inconsciente:
La cucaracha,
La cucaracha,
Qué yo no puedo trabajar,
Porque no tiengo,
Porque no tiengo,
Marijuana pra fumar.
Acho que era do Lerdo Gonzalez, primo do Speedy…