É verdade que não disse a frase («Primeiro estranha-se, depois entranha-se»). Mas disse o nome (Vasco Luís) e fez o pedido. Aqui.

É verdade que não disse a frase («Primeiro estranha-se, depois entranha-se»). Mas disse o nome (Vasco Luís) e fez o pedido. Aqui.















Pedro, não podendo fazer aqui uso de um seu segundo nome que, tanto quanto consegui apurar, não tem, vejo-me forçada a apelar ao elevadíssimo sentido de razoabilidade que consabidamente o distingue entre todos os defuntos que povoam este cemitério.
Nesse sentido, peço-lhe que faça um uso responsável do segundo nome do Vasco, evitando designadamente a sua inclusão a título meramente lúdico e/ou provocatório em posts ou comentários, para não o esvaziar do rico potencial coercivo e intimidatório que ainda possui sobre o respectivo detentor, como o próprio hoje o reconheceu.
Depois disto, nunca mais, em circunstância alguma, me atreverei a pedir uma bebida com gás!