Agora é que a Papisa me falou ao coração. A Nadia Comaneci foi a minha segunda namorada. Conheci-a em Montreal e apaixonei-me logo. A primeira, mais bonita reconheço, foi a menina que se segue. Se alguma das santinhas do Blog lhe adivinhar o nome prometo que se acabam os Raios X.


















Piece of cake! A PEDRA BRANCA! o que eu gostava!
Vasco Luís: era bom mas acabou-se. Raios x, a partir de agora só com autorização da Santa Sé.
Só posso aprovar! Mas, Pedro Manuel (Manuel só para sublinhar a gravidade do assunto) que fique desde já bem claro que o autoproclamado pontifício António Benedito Eça carece de quaisquer credenciais de núncio apostólico neste blog!
Raios! Mas não te preocupes amigo PMN. Restam-nos as técnicas de CAT scan e ressonância magnética. Teremos que pedir ao nosso Francisco para contrabandear lá da América o material directamente para as nossas caixas de correio privadas e onde as forças invisíveis que tomaram conta deste cemitério não têm ainda autoridade.
Também já confessei ali em baixo a minha paixão pela Nadia. A menina da Pedra Branca acho que sempre a achei demasiado Élfica para o meu gosto. E se me recordo bem tinha no genérico uma música muito triste filmada nos Países Baixos ou na Suécia ou coisa assim. Vou confirmar.
Que lindo coração mole que o PN nos saíu. Onde é que está, do conhecido Fedro, “todo o teu furor”?
É um momento de fraqueza, Manuel Manuel. Amanhã passa.
Quem me invoca em vão?! Quem? A inquisitorial Joana, claro!
Passo bulas, Pedro. E bem baratas, diga-se.
Será que posso só pôr mais duas ou três fotos de moças larocas, parcialmente ao léu, desde que acompanhadas por textos de Soljenitsyn impressos no “Cinza e Diamantes”? Paul Verlaine no colo de Natalia Vodianova em super 8 por Mario Testino?
Há uma versão do “Notre Dame des Fleurs” pelos Fura dels Baus com Rocco Sifredi que sempre me intrigou… mas o que me interessa mesmo é a avaliação da heterogeneidade fenomenológica no corpo de Dita von Teese. Consta que há radiografias completas, feitas por Michael Ninn, do seu “Pin Ups 2″ para Andrew Blake… (este Constipal está a fazer efeito).
Embora me pareça que a discussão dos limites da arte (e das subcesivas fronteiras do gosto) poderá ser mais interessante. Anyone?
Vou tomar outro: o correcto, evidentemente, é subsecivas.