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	<title>Comentários em: Notas soltas…</title>
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		<title>Por: Gonçalo Pistacchini Moita</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/notas-soltas/comment-page-1/#comment-4101</link>
		<dc:creator>Gonçalo Pistacchini Moita</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 16:59:59 +0000</pubDate>
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		<description>Maria, é bem verdade. Mas talvez consigamos concordar e dizer que a expressão mais correcta seria morrer de desamor!?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maria, é bem verdade. Mas talvez consigamos concordar e dizer que a expressão mais correcta seria morrer de desamor!?</p>
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		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/notas-soltas/comment-page-1/#comment-4098</link>
		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 13:42:39 +0000</pubDate>
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		<description>Sívia, ainda bem que gostou. Eu também gosto sempre muito dos seus comentários. E concordo em absoluto com o que diz sobre o tempo. 

Gonçalo, gosto de saber que gostou, e também muito do São Francisco de Assis, cuja atitude de radical despojamento, que o tornou tão livre e tão centrado no essencial, faz para mim cada vez mais sentido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sívia, ainda bem que gostou. Eu também gosto sempre muito dos seus comentários. E concordo em absoluto com o que diz sobre o tempo. </p>
<p>Gonçalo, gosto de saber que gostou, e também muito do São Francisco de Assis, cuja atitude de radical despojamento, que o tornou tão livre e tão centrado no essencial, faz para mim cada vez mais sentido.</p>
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		<title>Por: maria</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/notas-soltas/comment-page-1/#comment-4094</link>
		<dc:creator>maria</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 12:34:41 +0000</pubDate>
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		<description>Gonçalo,olhe que se morre de amor.E de melancolia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gonçalo,olhe que se morre de amor.E de melancolia.</p>
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		<title>Por: Gonçalo Pistacchini Moita</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/notas-soltas/comment-page-1/#comment-4093</link>
		<dc:creator>Gonçalo Pistacchini Moita</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 11:37:45 +0000</pubDate>
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		<description>Sílvia, obrigado pelo comentário. E o ponto é mesmo esse. Quem ama não se mata. Vive para os outros, podendo esses outros ser de várias espécies. Assim teremos o eremita, que vive só no seu amor a Deus; e um Francisco de Assis (para imitarmos a Joana), que vive em comunidade no seu amor a todos os seres. E ruísse aqui e agora a porciúncula, de que ele tanto gostava, que ele não haveria de, por isso, deixar de amar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sílvia, obrigado pelo comentário. E o ponto é mesmo esse. Quem ama não se mata. Vive para os outros, podendo esses outros ser de várias espécies. Assim teremos o eremita, que vive só no seu amor a Deus; e um Francisco de Assis (para imitarmos a Joana), que vive em comunidade no seu amor a todos os seres. E ruísse aqui e agora a porciúncula, de que ele tanto gostava, que ele não haveria de, por isso, deixar de amar.</p>
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		<title>Por: Silvia Rato</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/notas-soltas/comment-page-1/#comment-4086</link>
		<dc:creator>Silvia Rato</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 07:48:27 +0000</pubDate>
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		<description>Caros 
Joana adorei essa imagem do trapezista. 
Podíamos até fazer um filme com ela. Um frizz aqui, um slow motion ali, pois o tempo, tal como a vida, é completamente subjectivo e portanto elástico.

Gonçalo gostei muito do que escreveu e fez-me pensar... será verdade? 
Será que não se pode ser eremita dentro das suas 4 paredes? 
Eu conheci gente que se matou e, aparentemente, tinha tudo para ser feliz, incluindo família, amigos, amores, carreira e até dinheiro. 
E conheço gente que vive feliz, não tendo família ascendente, descendente ou colateral e apenas uns amigos light. 
Talvez dependa da elasticidade da própria cabeça. Talvez dependa sobretudo da elasticidade do próprio coração capaz de amar o inanimado e de se sentir amado por um simples raio de sol.
Who knows... é tudo muito subjectivo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros<br />
Joana adorei essa imagem do trapezista.<br />
Podíamos até fazer um filme com ela. Um frizz aqui, um slow motion ali, pois o tempo, tal como a vida, é completamente subjectivo e portanto elástico.</p>
<p>Gonçalo gostei muito do que escreveu e fez-me pensar… será verdade?<br />
Será que não se pode ser eremita dentro das suas 4 paredes?<br />
Eu conheci gente que se matou e, aparentemente, tinha tudo para ser feliz, incluindo família, amigos, amores, carreira e até dinheiro.<br />
E conheço gente que vive feliz, não tendo família ascendente, descendente ou colateral e apenas uns amigos light.<br />
Talvez dependa da elasticidade da própria cabeça. Talvez dependa sobretudo da elasticidade do próprio coração capaz de amar o inanimado e de se sentir amado por um simples raio de sol.<br />
Who knows… é tudo muito subjectivo</p>
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		<title>Por: Gonçalo Pistacchini Moita</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/notas-soltas/comment-page-1/#comment-4083</link>
		<dc:creator>Gonçalo Pistacchini Moita</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 00:23:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=7703#comment-4083</guid>
		<description>Já li o seu post lá em cima, Joana. Também gostei muito. Nota-se sempre quando falamos daquilo que nos toca e que de algum modo somos. Quanto ao isolamento, não se impreessione. O meu computador de casa foi literalmente ao ar (graças a Deus voltou ontem à noite com tudo lá guardado) e profissionalmente estou numa fase complicada e transitória. O folhetim lá virá. Na última badalada, para quem vier a seguir ainda apanhar o sapatinho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já li o seu post lá em cima, Joana. Também gostei muito. Nota-se sempre quando falamos daquilo que nos toca e que de algum modo somos. Quanto ao isolamento, não se impreessione. O meu computador de casa foi literalmente ao ar (graças a Deus voltou ontem à noite com tudo lá guardado) e profissionalmente estou numa fase complicada e transitória. O folhetim lá virá. Na última badalada, para quem vier a seguir ainda apanhar o sapatinho.</p>
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	<item>
		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/notas-soltas/comment-page-1/#comment-4082</link>
		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 23:12:07 +0000</pubDate>
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		<description>A família e os amigos é que verdadeiramente são as nossas redes. Como aquelas que seguram os trapezistas quando a pirueta que arriscaram não sai bem ou quando, na execução de um número mil vezes repetido, inexplicavelmente a mão falha ou o baloiço não está lá para agarrar. Redes que quando são intensamente entretecidas, não só aparam a queda como lhe transformam o impacto num forte impulso para uma graciosa viravolta, que permite sair airosamente da situação e arrancar uns aplausos do público, enquanto, de novo, se sobe lá para cima, para retomar o número no ponto onde a coisa correu mal … 

Gonçalo, gostei  tanto que acho que vou fazer um post lá em cima! 

PS – Estou realmente impressionada. Isolamento total do mundo, como São Jerónimo na sua gruta … a escrever o folhetim, I  presume? ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A família e os amigos é que verdadeiramente são as nossas redes. Como aquelas que seguram os trapezistas quando a pirueta que arriscaram não sai bem ou quando, na execução de um número mil vezes repetido, inexplicavelmente a mão falha ou o baloiço não está lá para agarrar. Redes que quando são intensamente entretecidas, não só aparam a queda como lhe transformam o impacto num forte impulso para uma graciosa viravolta, que permite sair airosamente da situação e arrancar uns aplausos do público, enquanto, de novo, se sobe lá para cima, para retomar o número no ponto onde a coisa correu mal … </p>
<p>Gonçalo, gostei  tanto que acho que vou fazer um post lá em cima! </p>
<p>PS – Estou realmente impressionada. Isolamento total do mundo, como São Jerónimo na sua gruta … a escrever o folhetim, I  presume? ;)</p>
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		<title>Por: Orcama</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/notas-soltas/comment-page-1/#comment-4081</link>
		<dc:creator>Orcama</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 22:44:33 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Turmalina, 

Eu penso que é devido à visibilidade do insucesso, que conduz directamente à vergonha e ao desespero. Daí para a frente, é uma lotaria, não havendo, quase sempre, amizade que lhe valha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Turmalina, </p>
<p>Eu penso que é devido à visibilidade do insucesso, que conduz directamente à vergonha e ao desespero. Daí para a frente, é uma lotaria, não havendo, quase sempre, amizade que lhe valha.</p>
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		<title>Por: Gonçalo Pistacchini Moita</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/notas-soltas/comment-page-1/#comment-4079</link>
		<dc:creator>Gonçalo Pistacchini Moita</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 22:31:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=7703#comment-4079</guid>
		<description>Oracama, esse pensamento é fantástico. E digo-lho eu, que hoje conheço bem a qualidade dos muitíssimo poucos amigos que tenho.
Turmalina, tem toda a razão. Também não percebo. E ainda bem. Porque uma coisa é certa: tudo o que, seja bom ou seja mau, consegue entrar na cabeça e no coração de um homem, conseguirá também, dada a ocasião, entrar na cabeça e no coração de um outro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oracama, esse pensamento é fantástico. E digo-lho eu, que hoje conheço bem a qualidade dos muitíssimo poucos amigos que tenho.<br />
Turmalina, tem toda a razão. Também não percebo. E ainda bem. Porque uma coisa é certa: tudo o que, seja bom ou seja mau, consegue entrar na cabeça e no coração de um homem, conseguirá também, dada a ocasião, entrar na cabeça e no coração de um outro.</p>
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	<item>
		<title>Por: Turmalina</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/notas-soltas/comment-page-1/#comment-4077</link>
		<dc:creator>Turmalina</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 21:55:28 +0000</pubDate>
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		<description>Nesta minha breve jornada conheci quase que meia dúzia de pais de família que se mataram. Um porque perdeu tudo no poker, outro descobriu uma doença terminal, outro porque faliu e um quarto que nem sei porquê. Todos esses deixaram esposas ou ex-esposas e filhos, alguns pré- adolescentes ainda. E todos tinham amigos de qualidade, que quem sabe, talvez, estivessem um tanto distantes.Na verdade eu não entendo a motivação para tal atitude.Uns dizem que é coragem, outros que é covardia...eu não sei. Amo tanto a vida que não consigo compreender tamanho disparate, que aos meus olhos, será sempre injustificado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta minha breve jornada conheci quase que meia dúzia de pais de família que se mataram. Um porque perdeu tudo no poker, outro descobriu uma doença terminal, outro porque faliu e um quarto que nem sei porquê. Todos esses deixaram esposas ou ex-esposas e filhos, alguns pré– adolescentes ainda. E todos tinham amigos de qualidade, que quem sabe, talvez, estivessem um tanto distantes.Na verdade eu não entendo a motivação para tal atitude.Uns dizem que é coragem, outros que é covardia…eu não sei. Amo tanto a vida que não consigo compreender tamanho disparate, que aos meus olhos, será sempre injustificado.</p>
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	<item>
		<title>Por: Orcama</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/notas-soltas/comment-page-1/#comment-4076</link>
		<dc:creator>Orcama</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 20:48:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=7703#comment-4076</guid>
		<description>Não há muito tempo recebi este pensamento:
É preciso passar-se pelo melhor e pelo pior para conhecermos os nossos amigos. No melhor, conhecemos a sua quantidade. No pior, a sua qualidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não há muito tempo recebi este pensamento:<br />
É preciso passar-se pelo melhor e pelo pior para conhecermos os nossos amigos. No melhor, conhecemos a sua quantidade. No pior, a sua qualidade.</p>
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