Constrangido pela terrível imposição que o Pedro Norton me fez mais abaixo (a expressão é péssima, eu sei, mas, como pode ver-se, inteiramente explicável), aqui vão, sem mais palavras – porque em nenhum dos casos elas são precisas – o meu herói e o meu vilão.
O meu herói: Steven F. Seagal

O meu vilão: Manuel S. Fonseca

Pois diga-nos agora a todos o estimado José Navarro de Andrade (passo ao outro e não ao mesmo) quem são o seu herói e o seu vilão (atenção à nova regra: não vale copiar o vilão).
















Esta versão paleo-Fonseca é muito pró-SIC e completamente incopiável. E as queixadas do Segal também. Excelentes escolhas, Gonçalo, parece-me que inexcedíveis.
Caríssimo Gonçalo, no próximo jantar de natal (eu sei, estou a estragar a surpresa), levo-lhe este obra académica:
Seagalogy: A Study of the Ass-Kicking Films of Steven Seagal
grand!!!
E depois há esta pérola televisiva que vi sem querer no outro dia nos EUA.
Seagal gets real.…..
http://www.youtube.com/watch?v=99E16w0PxCA
António, também achei que ia gostar. O ideal seria conseguir que os dois se confrontassem num filme, certamente épico, mas ainda por fazer. Contudo, não tenho a certeza de quem sairia vencedor.
Francisco, não conhecia este livro. Deve ser obra de qualidade, que lerei várias vezes e com prazer.
Vasco, vejo que também és apreciador!
Vou-vos confessar uma coisa. Sempre que há um filme do Seagal na televisão o meu pai telefona-me e diz-me apenas isto: «Hoje, na SIC, às onze horas.» Ou então telefono-lhe eu e digo o mesmo. Já sabemos do que se trata. De um filme do Seagal.
Ao que consta o homem até é budista e tudo (a sério…)
Gonçalo, agora percebo o desejo de um rabo de cavalo aqui há tempos confessado … :)
Não está mal este seu herói, jeitoso e denso q.b., dentro e fora do écran … só é pena ser um fervoroso activista da PETA!
Quanto ao malvadão, isto começa a ser um grande problema. Ao pé do mauzão do PN e agora deste seu, a minha Bellatrix está prestes a ultrapassar a Madre Teresa de Calcutá na corrida para a canonização …
Zé, de acordo com um post que ele próprio escreveu mais abaixo, o nosso querido vilão é budista, mas não é a sério: é só a fingir.
Joana, é verdade, se eu fosse assim até usava um rabo de cavalo. E podiam vir esses mauzões todos de que fala e a sua amiga Bellatrix que eu dava cabo deles todos… mesmo todos.
Um duelo entre o Segal e MSF? Só se fosse epigrafista… Neste momento (o não-Segal) deve estar a saracotear-se de prazer baboso com os quatro nabos que sacou na Horta de Berlim. Enfim, não é mau para o ranking nacional da UEFA — valha-nos isso e Deus.
Gonçalo, como eu compreendo o seu Seagal! Deve corresponder ao meu Lin Chung, ao David Carradine, aos Jovens Heróis de Shaolin e aos próprios dos monges de Shaolin que vi pela primeira vez na Aula Magna e ainda não deixei de os ver.
Gonçalo, ele e eu irmãos de sangue. Com o vovô Chuck Norris e o primo europeu Van Damme desanuviaram-se as noites e as tardes de muito portugueses. Eles de heróis e eu de vilão, fomos inseparáveis na SIC. O PN, muito caladinho, é o titi!
Gostei que te tivesses lembrado.
Eugénia, que bem me lembro do Lin Chung, mas às tardes, na televisão. A cena de que melhor me lembro é aquela em que o gafanhoto finalmente sai do templo, levantando com os braços nus o caldeirão a ferver e assim ficando com a marca dos shaolin para sempre gravada nos braços.
Manuel, não fazia ideia dessa ligação. Mas sabia que tinha que haver alguma. Vê-se logo. A vossa ligação é evidente e natural. Diria mesmo física. Um bocadinho como naquele outro filme com o Arnold Schwarzenegger e o Dany Devitto. :)
Ah pois, vou responder-te com uma frase com muita graça, mesmo mesmo cheia de piada:´“ó gonçalo, nesta não estiveste à altura!”
Vamos por partes:
1 — Correcção: eu não impus «abaixo». Sugeri «abaixo». E o Gonçalo, pelos vistos, não se fez rogado.
2 — MSF: teria muita honra mas sou um mero primo afastado (pelo lado Norris). O titi, bem sabemos, é o JNA.
3 — E aquela cena em que serram a cabeça do Ling Chung? Até meio claro. Alguém se lembra.