Enquanto eu escavo em busca do meu dark dark side, aproxima-se de mim um turista:
- Pode tirar-me uma foto, por favor?
- Hum. Sim, claro. Quer com esta em especial?
- Não, é mesmo com todas as que puder…E já agora, se não se importa, para este lado também?
- Aqui está. Já agora, porquê o seu interesse no local?
- Fui coveiro, há uns anos.
- Escolha sua?
- Não, não tive escolha. Recusei o serviço militar, fui obrigado a trabalhar, mas foi o único emprego que encontrei na altura. Durou um ano inteiro
- Como foi a experiência?
- Funda. Tinha que cavar 1,80m por cada sepultura.
- Fugiu de umas trincheiras, arranjou outras.
- Mas não me enterrei nelas.
- O que lhe ficou desse tempo?
- Uma caveira. Ainda a tenho lá na sala.



















Adorei ;o)
Grande diálogo, Teresa.
Ó Teresa!, deslargue lá esse lindo cemitério dialogante e venha dar à língua para o nosso que temos saudades suas..
TERESA! Por onde andará ela? Será que caiu nalguma campa?
Teresa, vou dormir sem ver plasmados o seu eu vilão e o seu eu herói!
Aos meninos e às meninas: boa noite.
Boa noite Eugénia, Manuel, Orcama, Turmalina e Teresa (?). Também me retiro. Até amanhã.