Então está bem.
Mas como maquillage parece-me um trabalho estafante — tendo em conta que sairá (para dormir, claro!).
Não sou hipócrita para lhe desejar sorte — mas que ganhe o melhor futebol ainda consigo dizer.
QUE EMPATEM?!!! (bold please, Joana…) Isso é que era bom para ti, não era?… ó meu operador de tuneladoras! Vai para as profundas do metro fazer o que tens a fazer, não te metas com alheias convicções!Pedro, tem a minha solidariedade e, se quiser, ainda lhe forneço um ar condicionado portátil.
Mas por ser para si e porque estes Benfiquistas Manueis me estão a começar a irritar, I’ll do my best, under the difficult circumstances … Ora veja lá se gosta …
Joana, não generalize a manuelinidade aleatoriamente.. Et moi?! Não quero ser Eugénia Manuel só por ter uma linda crush pelo Benfica — e das verdadeiras, já que sou desfutebolizada excepto em querer que o Benfica ganhe. E ainda há a águia. É impossível não gostar da águia. E o vermelho? Fundamental.
Esclarecida Joana Vasconcelos,
Pode por favor ajudar-me a decifrar os termos desta alegada contradição antes de responder à muito distinta Eugénia de Vasconcellos?
Será que os bons não são meninos?
Será que os meninos não são bons?
Será que nós não somos meninos?
Será que nós não somos bons?
Será que os aquilinos não são meninos?
Será que os aquilinos não são bons?
Ajude-me a vislumbrar a bondade da contradição. Peço-lhe.
Orcama, o problema é a junção do “nós” com os “bons meninos”
O nós em apreço — os Benfiquistas Manueis - definitivamente não preenche os requisitos mínimos exigidos para a qualificação como “bons meninos”, “meninos bons” e afins …
O “aquilinos”, a meu ver, é também problemático e, de novo, inviabiliza a aludida qualificação.
Mas admito que quanto a este ponto EV divirja. Eu se fosse a si perguntava-lhe …
Confirmou a minha suspeita. Imensamente grato.
Jamais, Jamais (leia-se em francês), vou optar por Lhe responder, mas antes vou colher “Solidários” pareceres…
Eugénia, por amor de Deus! O que seria! As nossas lindas e cordiais relações azedadas por simples inclinações clubísticas! Como se fossemos homens!!!
E nunca, nunca, nunca poderia eu anexar-lhe um Manuel! Repare, Eugénia, que:
1 — A manuelinidade, enquanto nefasto atributo, afecta exclusivamente elementos do sexo masculino e integrantes do presente blog
2 – Quando ocorre traduz-se em comportamentos graves e reiterados, que obedecem a um consistente e típico padrão de asneira que me vou abster sequer de mencionar, sob pena de, finda a bola, desatar tudo a postar indecências …
3 — Não impede a manuelinidade o facto de os ditos elementos masculinos frequentarem apenas a zona dos comentários — veja-se o caso, aliás gravíssimo, do Orcama Manuel …
4 — A manuelinidade nada tem que ver com o benfiquismo … se bem que agora que penso nisso, as três excepções até ao momento fundadamente aceites pertencem a dois garbosos Leões (Vasco Luís e Gonçalo Cristóvão) e a um habitualmente simpático Dragão (António Benedito) ***
O meu genérico Manuel aplicado a benfiquistas, não só tinha um âmbito bem delimitado, nos termos expostos, como tinha destinatários muito precisos. E muita razão de ser. Ora leia os torpes comentários que foram sendo feitos ao longo da tarde pelos malvados Pedro Manuel, autor do post com aquela imagem, Manuel Manuel e Orcama Manuel … Foi isso que realmente me, por assim dizer, incomodou.
Torça pois à vontade pelo seu Benfica. Muitas das minhas grandes amigas são, aliás benfiquistas . Eu à conta do vermelho e do pouco que gosto de bola dou sempre muito desconto …
*** José Navarro, caso não lhe ocorra outro segundo nome, sugiro José Valentim, para evitar o manuélico denominador comum com o pessoal benfiquista …
Orcama, muitas tardes de intermináveis férias passei eu em casa dos meus avós, numa rede pendurada em duas tílias, a roer as primeiras maçãs (de preferência bravo de esmolfe) e a ler as aventuras do Perry e da Della … É que quando a minha provisão de livros invariavelmente acabava, ia tudo o que por lá apanhava … primeiro os Salgaris, Stevensons e Dumas dos meus tios, seguiram-se o Perry Mason, o Poirot e outros … Só por isso, bolds sem objection!
Óptimamente óptimo… Então poderemos conversar demoradamente. O A. A. Fair pode vir também?
Mas em segredo lhe digo: Apesar de muito apoucado por Borges, é Philo Vance de S.S. Van Dyne, o meu preferido…
Orcama, no meu desespero — sem livros e no meio do nada pelo que então se assemelhava a uma eternidade — também despachei uns AA Fair mas a dupla Lamb e Cool (era assim, não era?) não me encantou … Desse autor que refere, havia — há ainda — por lá uns quantos, que não cheguei a ler. Este Verão, quando for passar uns (agora infelizmente tão poucos …) dias com a minha Avó vou expermientar e depois lhe digo … E sabe porque é que não cheguei aos SS Van Dynes? Porque entretanto descobri e não mais larguei as pérfidas ladies … Agatha Christie, PD James, Patricia Highsmith, Ruth Rendell, Patricia Cromwell, Anne Perry, Minette Walters … Única e recente excepção, o fabuloso e infelizmente falecido Larsson …
Tudo culpa da minha Avó, que, além das receitas dos bolos, me passou o tenebroso vício…
Jean-Loup, bien sur! O CowBoy, foleiro e, pior de tudo, armadão, era só para tornar a pergunta mais interessante … também não esperava de si outra resposta!
Não, não: deram-me por nomes próprios o primeiro do meu avô materno e o primeiro do meu avô paterno — primeira filha, primeira neta, não houve escolha. Fico-me por eles. Mas Manuel é, reconheço, um dos meus nomes preferidos e o nome do meu querido tio avô.
Sim. Sou. Mas fui eu, contra tudo e todos, e numa guerra de nervos que durou meses, quem escolheu o nome da minha irmã — mais nova e esperada e pedida até à exaustão. Só veio quando eu já nem acreditava. E dei-lhe aquele que, quando era pequena, era para mim o nome mais bonito que havia: Margarida porque queria dizer pérola.
Devo dizer-lhe que foi um dos três short-listed — com Luísa e Teresa — para a minha terceira filha, a única cujo nome foi objecto de uma escolha (a primeira ficou com o nome da minha avó e madrinha, a segunda com o meu). Tudo decorreu de modo alegadamente democrático, em que após consulta familiar alargada, com padrinhos à mistura, foi finalmente escolhido o nome que eu ab initio tinha decidido pôr à menina …
Era o do laço!!! O que eu me lembro dessa história.
Manuel, o meu avô e padrinho, de que estou sempre a falar, o que viveu em Africa e me ensinou kimbundu e também a ler nos cartazes da rua e nos placards dos autocarros e de quem eu era em pequena a sombra chamava-se Manoel (com O porque nasceu em 1900) …
Joana, lindo, está a ver!!! Tal como com a Eugénia, há um sexto sentido a dizer-me que nem tudo está perdido com as nossas às vezes ameaçadoras Fúrias. Há um passado manuelino que quase as redime. Encore un effort!
Manuel, not so fast … Ao gabar o nome próprio Manuel e ao evocar encantadores familiares assim chamados (tenho, by the way, mais dois tios e três primos) EV e eu não estávamos a ser remotamente nice para si … Apenas a constatar como é que sendo Manuel um nome tão bonito e tão frequentemente associado a pessoas tão adoráveis, afinal ele há casos em que não …
O FCP não jogou.
Por artes estranhas ficou em casa.
Já aconteceu antes, esta época. O Sporting jogou, logo ganhou. Parabéns.
O árbitro também jogou, como lhe manda a Liga, mas isso pouca importância tem neste caso.
O torcedor do FCP sabe que este ano nunca ganharia porque: a equipa não atingiu a densidade crítica exigível e dificilmente o irá fazer agora; a Liga e o seu braço armado (Comissão Disciplinar da LPFP — Liga Portuguesa de… Futebol Profissional) já decidiram quem tem (bold) de ganhar o campeonato este ano. O FCP deverá, a partir de agora, complicar ao máximo a vida ao SLB para que o Braga seja o justo vencedor da época 2009/2010.Memorando aos putativos candidatos à vitória na Liga: Só quem está habituado a vencer sabe como é difícil sobreviver no topo*.
E desses só há um: o FCP e mais nenhum!
* itálico (Excluir o período da Longa Noite do Fascismo)
O que eu perdi esta noite. Quando hoje vi 75 comentários pensei: o que o futebol faz. Afinal, grata surpresa. Só bondades e amena cavaqueira, daquela que eu gosto mesmo.
Por isso meninas Vasconce(l)los, sobretudo Eugénia, livram-se da minha “mais que terrível” resposta após os (des)solidários pareceres… que não colhi, e de mim, também, por algum tempo. Fiquem todas(os) bem, que eu… voltarei. Até lá.
Joana, já me ia embora, sossegado, convencido de que, por uma vez, alguma harmonia tinha tombado como lençol de seda sobre o mundo e esfrangalha-me assim as ilusões. A [vossa] terrível perversão não tem, de facto, limites.
Acho que me vou, ou amanhã estarei feita em frangalhos por minha própria inépcia. Quando o maldito despertador tocar às 6.45 arratar-me-ei para cima do teclado e tentarei abrir os olhos e ver se está lá o capítulo 7. Se não conseguir tomo um café e tento outra vez …
Até amanhã Eugénia.
E, sendo o caso, Manuel, que suspeito desapareceu, e derrotado António Eça (hehehe)
Eugénia, o PMS, não sei se sabe, é um devasso das wee wee hours of the morning. Aparece com o nosso herói indiano a sair dum tugúrio nova-iorquino lá para as 4 da matina. Seja boa menina e, como a Joana, vá fazer ó-ó também.
Também tenho saudades de todos os que me morreram. São presenças muito fortes na minha vida. A minha avó mais — aliás, com o feitio da minha avó, a morte não haveria de ser grande obstáculo.. Mas quando falamos deles, quando os pensamos, ou só lembramos, fazem-se em nós um bocadinho, não é?
Se não usar de imediata boa fé nos bolds vai ter insónias e pesadelos — sim, trata-se de uma praga, a bold - e amanhã vai passar o dia todo cheio de dores de cabeça como o heroi o folhetim!
Chamou Joana?! Este seu humilde servo só pede para não se trucidado [a propos, que será feito do Orcama e Anthony, os corpitos para aí abandonados nalguma vala]
My God, Eugénia de Vasconcellos tem razão (como sempre) :).
Os comentários estão mesmo a ir parar não se sabe onde.
O meu foi ter ali, 19 acima deste. Logo abaixo do António Benedito…
Desenterremos os mortos se queremos cuidar dos vivos. "É Tudo Gente Morta" é um blogue. A vaga ideia que inspira o título é a celebração das pessoas a quem muito devemos, mais nos deslumbraram e, peganhentos, amamos ou amámos (passe a cacofonia). Com raras e conspícuas excepções é tudo gente que já morreu.
O "É Tudo Gente Morta" quer-se hedonista: preferimos ser hagiográficos a críticos.
Pode, numa linha anti-Tratactus, falar-se de tudo: aquilo de que não se pode falar não tem, Mr. Wittgenstein, de ficar em silêncio. Pode fotografar-se. Ou desenhar-se. Tudo com destemperada elegância e liberdade de espírito.
Cabem no blogue derivas (ai Lyotard, Lyotard) que vão de gostos musicais até dramas futebolísticos, passando por religião, sexo, pintura, literatura, antropologia, política, economia, matemática, ciência, filosofia, trivialidades. Dissemos sexo? Dissemos! Mas queríamos dizer amor.
O blogue é nómada. Assente no triângulo Lisboa, Cascais, reyno dos Algarves, abriu também delegação nos USA, doce Itália, e Brasil dos nossos sonhos. Temos o confesso desejo de futura lança em África. Prometemos ainda transumância zen de Macau ao Cambodja, Hong Kong ao Vietnam.
É evidente, caramba, que escreveremos, em cândido assassinato que seja, sobre a actualidade e sobre os mais vivos dos criadores vivos.
Caros leitores, escrevam também: os comentários são livres e bem vindos. A título de disclaimer: serão apagados os que constituam ofensa ad hominem gratuita e abusiva.
Memento mori.
Instruções
Semanalmente, um querido morto é destacado. Os anteriores homenageados estão no nosso Cemitério, acessível com um simples clique no título "Queridos Mortos"
O nosso arquivo, é um rol de títulos. Achamos que fica bonito assim. Talvez pouco prático, mas bonito. Pode sempre consultar a lista por meses e, aí sim, os posts estão ordenados e com o texto completo, de forma mais legível.
O folhetim / Cadavre Exquis é uma história a várias mãos. Semanalmente sai um novo texto. Estão listados na barra lateral e poderá lê-los de forma contínua carregando no título da secção "Cadavre Exquis".
Tenho muito, muito mau feitio, um génio desalmado que me incendeia e sobe a tensão. Vá lá, Deus deu-me por junto um bom humor crónico como uma doença. Adoro romancistas, ensaístas, poetas e dramaturgos chatos como a potassa, queria ter todo o Eduardo Lourenço, e não tenho, todo o Larkin, todo... - o insuportável Cabral de Melo Neto está completo, parece. Tenho fraqueza por Cristina Campo e Adélia Prado. Era capaz de fazer mal ao Herberto Helder. Sou pirosa e conservadora, porém, no mau sentido, ie, gosto de sapatos de verniz e acho que o sexo só condiz com o amor. Ora isto é mau: quase nunca está na moda usar sapatos de verniz e sofro de uma horrível dificuldade amadora. Enfim, é como tudo, forma o carácter. Porque isto é pouco, o amor dá-me nervos porque me descontrola os níveis de ciúme que eu finjo não ter e faz-me tão peganhenta que dá náuseas. Odeio. Não sou loura, não tenho 1.75m e 50 Kg, não ponho o cabelo de outras pessoas em extensões, a silicone dentro do corpo mete-me medo, não uso copa C, não tenho um rabinho de um palmo. Já fui mais nova, mais bonita, rija e anti gravítica, agora sou mais gira e mais feliz. Se tenho instinto maternal, nunca o vi, dou-me bem com o meu sobrinho porque ele é terrível, com crianças porque as compreendo. A maior parte das pessoas dá-me seca. Gostar, gostar, gosto de café e de andar de bicicleta. Perfeito é o meu cão.
Gosto de brincar ao faz-de-conta e de andar nas nuvens. Desta janela de avião é fácil ser papagaio de papel. Ou papelão. Caloroso e leve, cabeça de vento. Mas com peso bastante para ares salgados e voos altos (nem que sejam só sobre o globo da mesa-de-cabeceira). Bico afiado para repastos lentos. Penas soltas para tinteiro e tela. E erva branda para o tombo certo...
Sou feliz. Muito. E gosto. Fui abençoada pelo meu Criador com uma capacidade, até ver infinita, de desfrutar em pleno cada momento que passa, de descobrir um lado positivo em tudo o que de bom e de menos bom me vai acontecendo, de rir do irresistível absurdo das situações mais tensas ou dramáticas. Sempre suspeitei – e a vida tem-mo confirmado – que nunca nada acontece por acaso, que tudo tem o seu tempo e que, no limite, tudo faz sentido. Difícil, às vezes, é percebê-lo. E aceitá-lo. Agrada-me a ideia de que, ainda assim, a minha parte está por fazer e que muito depende das minhas escolhas e decisões, do meu trabalho e do meu esforço. Sinto que o melhor desta vida ainda está para vir. E, por isso, gozo o presente com alegria e esperança. Quanto ao passado, recordo-o com ternura, alguma saudade e quase nenhum remorso. Acredito que a morte não é o fim e que me está reservado um belo final, eternamente feliz. Mas, por ora, heaven can wait...
Neste blog amortalhado,
De alegres e vãos mortais,
Me confesso, eu, condenado
Pela mortandade dos pais –
Lázaro ressuscitado,
Morredoiro uma vez mais:
Sou mortal, por nascimento,
Por vocação, mais de além,
Que a morte, no esquecimento,
Nem toda a vida contém.
Hedonista desregrado,
Com maior dor que prazer,
Sportinguista moderado
(para não deixar de o ser),
Português, cantando o fado,
De um Portugal por fazer…
E em tudo isto interessado
Em preparar meu morrer!
A minha tendência para celebrar os mortos começou quando, ainda mal entrado na adolescência, ouvi o “Atmosphere”, dos Joy Division. Casei com o Direito, a quem jurei compromisso para a vida na condição de me deixar ir, noite fora, para os braços de uma amante misteriosa, de múltiplos disfarces e estilo indie, que me leva às campas dos meus imortais de estimação. Pela mão de Buzzati, fui ao Deserto dos Tártaros, onde não se passa absolutamente nada a não ser esperar pela morte, e de onde consegui sair para mudar a minha vida. Fui condenado por romantismo pueril por me emocionar com histórias de amor belas e simples mas a minha pena acabou por ser atenuada por ter sido apanhado vezes sem conta a (tentar) decifrar anões do Lynch. Já não sei se sou de direita ou de esquerda mas tenho pavor da cultura à solta no mercado. E vivo em pânico de, no dia em que o “mal de vivre” me visitar, o anjo Clarence nada ter para me mostrar. Mal me ficaria terminar a história da minha vida sem dizer, alto e bom som, sim, sou orgulhosa e apaixonadamente do Benfica.
Tive um bisavô Galego e um tio avô monárquico. Uma avó beata e uma vinda de Toulouse. Um avô germanófilo e um outro mais cinéfilo. Tenho um pai intercontinental, uma mãe literária, uma mulher “workaholic” e dois filhos já demasiadamente Italianos. Não resisto a uma temperada e crocante chamuça mas não gosto de peixe no forno nem de coloridas gelatinas de bacalhau. Já marchei em Tancos, já trabalhei numa fábrica no Cairo, já remei em Titicaca, já tomei banho nas praias de Goa e já cantei karaoke em Xangai. No entanto ainda me falta muito para lá chegar. Os meus melhores amigos consideram-me um lírico, hipócrita e fantasista. Leio furiosamente, ouço de tudo, vejo o que posso e tendo a sonhar mais do que devia. Lisboeta de corpo e alma. Sempre. Até que a morte nos separe.
Vim ao outro lado do Atlântico ver como é a América, ao mesmo tempo que aprendo a aprender sobre o mundo das pequenas peças que nos compõem. Não gosto de abreviaturas, mas gosto de palavras novas. Leio muito menos do que devia, ainda assim encontro tempo para não ter de dizer que não a uma empada de pato do Natário. Há dias em que gasto horas a ouvir umas músicas dos anos setenta que estavam numa cassette que o meu pai nos deixou como herança. Não sei se gosto mais da vida aos bocadinhos se dos bocadinhos da vida. Quando volto a casa, ligo sempre o rádio para ouvir queixumes e depois, espero que Lisboa se esvazie para ir ouvir o seu silêncio.
Idade: 41
Sexo: bem, obrigadinho
Actividade: curador e epicurista de guiões
Sonho: molhado ( o elixir que conserva o brilho do Oscar é escorregadio)
Frustração: não ter o sorriso do Robert Redford, o instinto do Robert Towne, a delicadeza do Robert Frost e a inteligência do Roberto Baggio
Saudade: do avô paterno
Vício: identificar o número de cenas de filmes do Ford em que aparece o Victor McLaglen (há também as cenas em que Victor apenas se ouve, resmungão, em off)
Palavra: dignidade (lembro-me sempre dela quando sou indigno)
Mulher: a minha - pérfida conspiradora de uma máquina esquerdista intitulada "Jugular" - e as de Tamara de Lempicka
Objectivo: o azul esplendor da preguiça
Em 2009 dobrei a crista dos 50 e não corro ao engano: agora é que vai começar a montanha russa.
Não interessa onde nasci e sempre vivi; sou mesmo é de Vale Paraíso – um nome destes não se perde.
Sou sportinguista, sei olhar o infortúnio de frente, como parte da natureza das coisas. Isto dá blindagem em vez de insuflar.
De um ponto de vista da taxonomia social pertenço ao “neues prolektariat”, desempenhando a parte que me cabe com escrúpulo e, muitas vezes mesmo, com alacridade. E gravata quando é preciso.
Ele há outros temas candentes há, mas o que for, adiante se verá.
Sou um experimentalista caótico. O meu método é uma inexplicável fé de que a maioria dos problemas se resolve por si. Sou também um poço de vícios: falar alto (sou um pouco surdo), ter galharda opinião sobre quase tudo, ser especialista em generalidades e acreditar que tenho montes de razão na maioria dos casos são apenas algumas das características com que, cheio de prosápia, irrito familiares e amigos. Também sou preguiçoso.
Gosto de escrever, de ler, pintar, pescar e adorava ter uma quinta a sério (a ideia de Farmville enfastia-me até ao absurdo).
Teria com prazer feito vida em África, que conheci na guerra colonial, e gostava de ter estado no lugar de Pigafetta.
O meu poeta preferido é o ultra-cristão e hoje quase desconhecido Patrice de La Tour du Pin.
Nunca me vi de perfil mas garantem-me que não perco grande coisa. Não troco uma boa imperial por nenhum champanhe do mundo e desconfio de todos os livros com menos de trinta anos. Sei de um corvo chamado Laércio, deixei crescer a barba para me fazer de rijo mas continuo a ler o «Blake & Mortimer» às escondidas. Quando for grande hei-de de jogar à bola como o Chalana e o Super Maxi vai voltar a chamar-se Maxi Delicô. Quanto ao mais, cinema mudo sueco, Oscar Peterson e uma inconfessável Simpatia pelo Diabo. Assim como assim, antes morto do que meio vivo.
Já vivi duas vidas.
A primeira – ilegítima, cruel e inocente – dizem que foi numa África a-histórica, terra obscura que mapas e viajantes omitem. Ficou-me, indelével e colonial, o hábito de ser feliz.
Vivo agora a segunda: hedónica, nonchalante, inviável e sem esplendor. Uma vida de gostos sonâmbulos: editar livros e produzir filmes. Nova vida, o mesmo destino: o amor de tudo querer amar, um peregrino optimismo.
Adorava morrer de golo de ouro. Quem gosta muito de futebol de “mata, mata” e já conheceu o medo da inapelável perda ou a glória infinita de ganhar, saberá do que falo.
Fascinam-me os mais sórdidos textos de Borges e Larkin, a brancura ideológica dos filmes de Ford.
Acho, devo ser de esquerda.
Então está bem.
Mas como maquillage parece-me um trabalho estafante — tendo em conta que sairá (para dormir, claro!).
Não sou hipócrita para lhe desejar sorte — mas que ganhe o melhor futebol ainda consigo dizer.
Antonio Eça: é um trabalho estafante e dá um calor dos diabos!
Vejo um “Leão”, desapetrechado de predadores caninos…
Orcama: Perdeu-os. E como já não eram de leite é duvidoso que voltem a crescer…
Só mesmo um benfiquista poderia sonhar com um leão destes.
Qual é o problema com o leão, JNA? É verdade que não é muito corajoso e não tem caninos como bem nota o Orcama, mas é o que se arranja…
Com 15.000.000, nem que seja de cêntimos, dá para colocar uns implantes… ainda vão a tempo…
Colocaram-lhe os implantes caninos em tempo recorde!!! e garras também!!!
Não sei porquê, mas a boca lembra a do Jorge Jesus.
Vês lá alguma pastilha?
PN, jamais! Sabe que mais: que empatem!!!!
Seja, Manuel Misericordioso Foncesa!
Sportinguistas de pouca fé. Porque duvidais? (Mt. 14:31)
QUE EMPATEM?!!! (bold please, Joana…)
Isso é que era bom para ti, não era?… ó meu operador de tuneladoras!
Vai para as profundas do metro fazer o que tens a fazer, não te metas com alheias convicções!Pedro, tem a minha solidariedade e, se quiser, ainda lhe forneço um ar condicionado portátil.
António, essa parte a bold é que não … Sorry …
Mas por ser para si e porque estes Benfiquistas Manueis me estão a começar a irritar, I’ll do my best, under the difficult circumstances … Ora veja lá se gosta …
Joana, não generalize a manuelinidade aleatoriamente.. Et moi?! Não quero ser Eugénia Manuel só por ter uma linda crush pelo Benfica — e das verdadeiras, já que sou desfutebolizada excepto em querer que o Benfica ganhe. E ainda há a águia. É impossível não gostar da águia. E o vermelho? Fundamental.
Venha a nós, junte-se a nós que somos bons e aquilinos meninos…
O “inSuspeito…” Manuel Fonseca, de “Solidéu” toucado lho confirmará…
Contradiction in terms: “bons meninos”.
Esclarecida Joana Vasconcelos,
Pode por favor ajudar-me a decifrar os termos desta alegada contradição antes de responder à muito distinta Eugénia de Vasconcellos?
Será que os bons não são meninos?
Será que os meninos não são bons?
Será que nós não somos meninos?
Será que nós não somos bons?
Será que os aquilinos não são meninos?
Será que os aquilinos não são bons?
Ajude-me a vislumbrar a bondade da contradição. Peço-lhe.
Orcama, o problema é a junção do “nós” com os “bons meninos”
O nós em apreço — os Benfiquistas Manueis - definitivamente não preenche os requisitos mínimos exigidos para a qualificação como “bons meninos”, “meninos bons” e afins …
O “aquilinos”, a meu ver, é também problemático e, de novo, inviabiliza a aludida qualificação.
Mas admito que quanto a este ponto EV divirja. Eu se fosse a si perguntava-lhe …
Confirmou a minha suspeita. Imensamente grato.
Jamais, Jamais (leia-se em francês), vou optar por Lhe responder, mas antes vou colher “Solidários” pareceres…
Eugénia, por amor de Deus! O que seria! As nossas lindas e cordiais relações azedadas por simples inclinações clubísticas! Como se fossemos homens!!!
E nunca, nunca, nunca poderia eu anexar-lhe um Manuel! Repare, Eugénia, que:
1 — A manuelinidade, enquanto nefasto atributo, afecta exclusivamente elementos do sexo masculino e integrantes do presente blog
2 – Quando ocorre traduz-se em comportamentos graves e reiterados, que obedecem a um consistente e típico padrão de asneira que me vou abster sequer de mencionar, sob pena de, finda a bola, desatar tudo a postar indecências …
3 — Não impede a manuelinidade o facto de os ditos elementos masculinos frequentarem apenas a zona dos comentários — veja-se o caso, aliás gravíssimo, do Orcama Manuel …
4 — A manuelinidade nada tem que ver com o benfiquismo … se bem que agora que penso nisso, as três excepções até ao momento fundadamente aceites pertencem a dois garbosos Leões (Vasco Luís e Gonçalo Cristóvão) e a um habitualmente simpático Dragão (António Benedito) ***
O meu genérico Manuel aplicado a benfiquistas, não só tinha um âmbito bem delimitado, nos termos expostos, como tinha destinatários muito precisos. E muita razão de ser. Ora leia os torpes comentários que foram sendo feitos ao longo da tarde pelos malvados Pedro Manuel, autor do post com aquela imagem, Manuel Manuel e Orcama Manuel … Foi isso que realmente me, por assim dizer, incomodou.
Torça pois à vontade pelo seu Benfica. Muitas das minhas grandes amigas são, aliás benfiquistas . Eu à conta do vermelho e do pouco que gosto de bola dou sempre muito desconto …
*** José Navarro, caso não lhe ocorra outro segundo nome, sugiro José Valentim, para evitar o manuélico denominador comum com o pessoal benfiquista …
Como replicaria o “meu” Earl Stanley Gardner:
Improcedente, irrelevante e acessório… (a bold, sff. Invoco para a defesa iguais direitos e amplitude)
Orcama, muitas tardes de intermináveis férias passei eu em casa dos meus avós, numa rede pendurada em duas tílias, a roer as primeiras maçãs (de preferência bravo de esmolfe) e a ler as aventuras do Perry e da Della … É que quando a minha provisão de livros invariavelmente acabava, ia tudo o que por lá apanhava … primeiro os Salgaris, Stevensons e Dumas dos meus tios, seguiram-se o Perry Mason, o Poirot e outros … Só por isso, bolds sem objection!
Óptimamente óptimo… Então poderemos conversar demoradamente. O A. A. Fair pode vir também?
Mas em segredo lhe digo: Apesar de muito apoucado por Borges, é Philo Vance de S.S. Van Dyne, o meu preferido…
Orcama, no meu desespero — sem livros e no meio do nada pelo que então se assemelhava a uma eternidade — também despachei uns AA Fair mas a dupla Lamb e Cool (era assim, não era?) não me encantou … Desse autor que refere, havia — há ainda — por lá uns quantos, que não cheguei a ler. Este Verão, quando for passar uns (agora infelizmente tão poucos …) dias com a minha Avó vou expermientar e depois lhe digo … E sabe porque é que não cheguei aos SS Van Dynes? Porque entretanto descobri e não mais larguei as pérfidas ladies … Agatha Christie, PD James, Patricia Highsmith, Ruth Rendell, Patricia Cromwell, Anne Perry, Minette Walters … Única e recente excepção, o fabuloso e infelizmente falecido Larsson …
Tudo culpa da minha Avó, que, além das receitas dos bolos, me passou o tenebroso vício…
Não fiquei com a certeza de estar certa de que A.A.Fair é um heterónimo.
Do Gardner? Sim, eu sei/sabia que era, por isso fui direitinha aos AA Fair … Mas o Perry Mason é que era …
Sem dúvida. O Perry brilhante e a Della radiante.
Confesso que esta é a resposta que esperava de si, Joana.
Mas não respondeu ainda à pergunta que lhe devolvi relativa aos nossos meninos galapiats.. não me diga que é segredo?
Jean-Loup, bien sur! O CowBoy, foleiro e, pior de tudo, armadão, era só para tornar a pergunta mais interessante … também não esperava de si outra resposta!
olhe que Eugénia Manuel nem lhe ficava mal. Mas ainda lhe fica melhor a red passion. SLB forever menina Eugénia.
Manuel “SLB” Fonseca,
Ajude-me, que estou a ser atacado… aqui, lá mais acima…
Oh Mr. Orcama, you don’t need any kind of help. Está a sair-se lindamente.
Não, não: deram-me por nomes próprios o primeiro do meu avô materno e o primeiro do meu avô paterno — primeira filha, primeira neta, não houve escolha. Fico-me por eles. Mas Manuel é, reconheço, um dos meus nomes preferidos e o nome do meu querido tio avô.
Lindo! É por isso que diz às vezes que é também João?
Sim. Sou. Mas fui eu, contra tudo e todos, e numa guerra de nervos que durou meses, quem escolheu o nome da minha irmã — mais nova e esperada e pedida até à exaustão. Só veio quando eu já nem acreditava. E dei-lhe aquele que, quando era pequena, era para mim o nome mais bonito que havia: Margarida porque queria dizer pérola.
Eugénia, Margarida é um nome lindíssimo.
Devo dizer-lhe que foi um dos três short-listed — com Luísa e Teresa — para a minha terceira filha, a única cujo nome foi objecto de uma escolha (a primeira ficou com o nome da minha avó e madrinha, a segunda com o meu). Tudo decorreu de modo alegadamente democrático, em que após consulta familiar alargada, com padrinhos à mistura, foi finalmente escolhido o nome que eu ab initio tinha decidido pôr à menina …
Então a sua produção filhícola tem lindos nomes: uma Teresa, uma Joana e uma..
Madalena
Teresa, Joana, Madalena. Lindos todos.
Até que enfim, que no meio da erínia maldade tira do saco a bondade de um lindo tio-avô. Já gosto dele. Veja se conta uma história bonita dele.
Já contei Manuel Fonseca. Aqui. Quando ele morreu, pouco antes deste último Natal. Dei-lhe por título, A muito mais mínima distância.
Pois escreveu e eu comentei e até lhe disse a primeira bondade que me veio à cabeça. Agora disse-lhe outra — mereço outra história.
Eu conto. Assim que tiver tempo. Sobre o meu bisavô, avô e tio e os estranhos animais de estimação que todos tiveram.
Era o do laço!!! O que eu me lembro dessa história.
Manuel, o meu avô e padrinho, de que estou sempre a falar, o que viveu em Africa e me ensinou kimbundu e também a ler nos cartazes da rua e nos placards dos autocarros e de quem eu era em pequena a sombra chamava-se Manoel (com O porque nasceu em 1900) …
Joana, lindo, está a ver!!! Tal como com a Eugénia, há um sexto sentido a dizer-me que nem tudo está perdido com as nossas às vezes ameaçadoras Fúrias. Há um passado manuelino que quase as redime. Encore un effort!
Manuel, not so fast … Ao gabar o nome próprio Manuel e ao evocar encantadores familiares assim chamados (tenho, by the way, mais dois tios e três primos) EV e eu não estávamos a ser remotamente nice para si … Apenas a constatar como é que sendo Manuel um nome tão bonito e tão frequentemente associado a pessoas tão adoráveis, afinal ele há casos em que não …
Também era a menina do avô. Eu desconfiei quando contou, a propósito da espuma da cerveja, das suas concessões..
Tenho imensas saudades dele. Éramos grandes amigos. Tenho tanta, tanta pena de que ele não tenha conhecido as minhas filhas…
Se substituir por Flamengo acordo assim todas as quartas e domingos…
Borboleta, não se iluda. eu sou acordei assim hoje. nunca me tinha acontecido antes. são acessos de caridade que 20 pontos de diferença autorizam.
Dilecta Eugénia de Vasconcellos,
Não haverá aqui uma contradição na localização do seu comentário?…
Não sei porque é que o blog me está a deslocalizar os comentários.. Já a resposta à Joana, a de ainda há pouco, foi parar em cascos de rolha!
DECLARAÇÃO (bold, por favor, Joana…)
O FCP não jogou.
Por artes estranhas ficou em casa.
Já aconteceu antes, esta época.
O Sporting jogou, logo ganhou.
Parabéns.
O árbitro também jogou, como lhe manda a Liga, mas isso pouca importância tem neste caso.
O torcedor do FCP sabe que este ano nunca ganharia porque: a equipa não atingiu a densidade crítica exigível e dificilmente o irá fazer agora; a Liga e o seu braço armado (Comissão Disciplinar da LPFP — Liga Portuguesa de… Futebol Profissional) já decidiram quem tem (bold) de ganhar o campeonato este ano.
O FCP deverá, a partir de agora, complicar ao máximo a vida ao SLB para que o Braga seja o justo vencedor da época 2009/2010.Memorando aos putativos candidatos à vitória na Liga:
Só quem está habituado a vencer sabe como é difícil sobreviver no topo*.
E desses só há um: o FCP e mais nenhum!
* itálico (Excluir o período da Longa Noite do Fascismo)
Bye dear ladies.
O que eu perdi esta noite. Quando hoje vi 75 comentários pensei: o que o futebol faz. Afinal, grata surpresa. Só bondades e amena cavaqueira, daquela que eu gosto mesmo.
Por isso meninas Vasconce(l)los, sobretudo Eugénia, livram-se da minha “mais que terrível” resposta após os (des)solidários pareceres… que não colhi, e de mim, também, por algum tempo. Fiquem todas(os) bem, que eu… voltarei. Até lá.
Have a nice and safe trip, Mr. Orcama.
Boa viagem, Orcama.
O Perry Mason é que era. E a Della. E o Paul Drake.
Obrigada Eugénia. Eu também gosto muito.
Eugénia, acha que o Pedro MS vai demorar muito com o folhetim? Estou a cair de sono e amanhã estarei morta se não for sensatamente dormir …
Joana, já me ia embora, sossegado, convencido de que, por uma vez, alguma harmonia tinha tombado como lençol de seda sobre o mundo e esfrangalha-me assim as ilusões. A [vossa] terrível perversão não tem, de facto, limites.
Esfrangalha-me a bold sff
Manuel, tem de mandar ver esse seu teclado: não está bom!
E deixa o folhetim do PMS ao Deus dará, Manuel Fonseca?!
Não arredo pé, Joana. Durmo em cima do teclado.
Joana, o PMS enganou-se e postou o folhetim noutro blog. É distraído para isso, garanto-lhe eu que não sou de intrigas como o PN.
Está sim, até já lá está o bold.
Acho que me vou, ou amanhã estarei feita em frangalhos por minha própria inépcia. Quando o maldito despertador tocar às 6.45 arratar-me-ei para cima do teclado e tentarei abrir os olhos e ver se está lá o capítulo 7. Se não conseguir tomo um café e tento outra vez …
Até amanhã Eugénia.
E, sendo o caso, Manuel, que suspeito desapareceu, e derrotado António Eça (hehehe)
Eugénia, o PMS, não sei se sabe, é um devasso das wee wee hours of the morning. Aparece com o nosso herói indiano a sair dum tugúrio nova-iorquino lá para as 4 da matina. Seja boa menina e, como a Joana, vá fazer ó-ó também.
MANUEL MANUEL !!!
Também tenho saudades de todos os que me morreram. São presenças muito fortes na minha vida. A minha avó mais — aliás, com o feitio da minha avó, a morte não haveria de ser grande obstáculo.. Mas quando falamos deles, quando os pensamos, ou só lembramos, fazem-se em nós um bocadinho, não é?
Se não usar de imediata boa fé nos bolds vai ter insónias e pesadelos — sim, trata-se de uma praga, a bold - e amanhã vai passar o dia todo cheio de dores de cabeça como o heroi o folhetim!
Chamou Joana?! Este seu humilde servo só pede para não se trucidado [a propos, que será feito do Orcama e Anthony, os corpitos para aí abandonados nalguma vala]
Boa noite, Joana, Manuel.
Então não se recolheu, Manuel Fonseca?!
Até amanhã Eugénia e Manuel — take 2
My God, Eugénia de Vasconcellos tem razão (como sempre) :).
Os comentários estão mesmo a ir parar não se sabe onde.
O meu foi ter ali, 19 acima deste. Logo abaixo do António Benedito…