Estava eu durante a tarde a folhear um dos meus livros preferidos quando dei de caras com nosso PN. Apanhado em pleno voo pela pena rápida e demoníaca de Delacroix. Está com ar de ir aprontar alguma.
E não é que aprontou mesmo? Já não lhe bastava ter ido desassossegar um dos mais distintos e lendários magos de todos os tempos. Agora até se atreve por uns inocentes subúrbios aguados de saias rodadas que tentei durante a mesma tarde. Foi quando me afastei da aguarela por uns momentos. Ao regressar, ele já estava instalado por entre flores e saias de belas raparigas saídas das linhas de Helberto Helder (que se podem ler neste blog, aqui uns posts mais abaixo).
Nasceu de repente, sorrateiro sorriso briguento, sem pedir autorização. E desde quando precisa, perguntará? Pois sim, eu sei que surge onde e quando lhe dá na real gana. Mas agora foi apanhado e denunciado, só lhe resta dar sumiço ao seu sumido tridente…ou arrisca-se a levar com um Super Borrão em cima. O meu herói contra um vilão do piorio. (Contra Steven F. Seagal nunca me atreveria, muito menos contra Manuel S. Fonseca. Esses, aposto que antes de trocarem iniciais entre si, até trocavam as minhas!)



















Teresa, por uma vez, tenho de dar razão ao PN. Ele fez bem, fez mesmo muito bem em instalar-se entre flores e saias de raparigas, afinal estava a voar, como direi, descomposto?, ao léu?, descasqué?
Pois é, como é que eu tinha menosprezado esse pequeno pormenor?
Agora há-de sair-nos qualquer coisa como um diabinho escocês…ou por aí próximo.
Modernices diabólicas, para o que lhe havia de dar.
Meninas, o mestre Fonseca já avisou que este blog não pode descambar outra vez…
A sua ingratidão, PN… olhe, nem sei o que merece.