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	<title>Comentários em: É melhor dois do que um só</title>
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		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/e-melhor-dois-do-que-um-so/comment-page-1/#comment-4698</link>
		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 20:42:47 +0000</pubDate>
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		<description>Não posso concordar mais consigo, caro Orcama. Venho de duas famílias grandes, em que são intensos e muito fortes os laços que unem os vários ramos e as várias gerações. E é bom viver e sentir isso. Mas eu vou mais longe nesta matéria: família é antes de mais e acima de tudo afecto, dedicação, cuidado, lealdade. Por isso tendo a alargar o conceito de modo a incluir todos aqueles (não muitos, como imagina) que também são família, naquilo que verdadeiramente conta (e o mesmo sucede the other way round: os meros laços &quot;de sangue&quot;, desacompanhados de substância, de pouco ou nada valem).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não posso concordar mais consigo, caro Orcama. Venho de duas famílias grandes, em que são intensos e muito fortes os laços que unem os vários ramos e as várias gerações. E é bom viver e sentir isso. Mas eu vou mais longe nesta matéria: família é antes de mais e acima de tudo afecto, dedicação, cuidado, lealdade. Por isso tendo a alargar o conceito de modo a incluir todos aqueles (não muitos, como imagina) que também são família, naquilo que verdadeiramente conta (e o mesmo sucede the other way round: os meros laços “de sangue”, desacompanhados de substância, de pouco ou nada valem).</p>
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		<title>Por: Orcama</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/e-melhor-dois-do-que-um-so/comment-page-1/#comment-4687</link>
		<dc:creator>Orcama</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 12:55:05 +0000</pubDate>
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		<description>Falo de Família, cara Joana Vasconcelos, e da abrangência que ela deve encerrar. União perante terceiros? seria melhor dizer perante estranhos. Para mim é fundamental ter um conceito extensivo de família, à &quot;africana&quot;. Modernamente, deixa-se a família pelos progenitores e irmãos, sem mais, e isso não é bom. Deixa-nos aquela retaguarda segura a que já se referiu, muito diminuída. E a família, tal como a amizade, cultiva-se. É o que eu acho. Foi só aquele seu - sejam eles quem forem - que me despertou este arrazoado...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falo de Família, cara Joana Vasconcelos, e da abrangência que ela deve encerrar. União perante terceiros? seria melhor dizer perante estranhos. Para mim é fundamental ter um conceito extensivo de família, à “africana”. Modernamente, deixa-se a família pelos progenitores e irmãos, sem mais, e isso não é bom. Deixa-nos aquela retaguarda segura a que já se referiu, muito diminuída. E a família, tal como a amizade, cultiva-se. É o que eu acho. Foi só aquele seu — sejam eles quem forem — que me despertou este arrazoado…</p>
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		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/e-melhor-dois-do-que-um-so/comment-page-1/#comment-4663</link>
		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 23:45:31 +0000</pubDate>
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		<description>Orcama, agora perdi-me! De que fala o meu subtil padrinho? Do texto? Das vides? Que pseudo-moderno conceito? Peço-lhe que se explique um pouco mais que eu, como já deve ter percebido, ente minhotas e santas, sou boa a apanhar tudo trocado ... :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Orcama, agora perdi-me! De que fala o meu subtil padrinho? Do texto? Das vides? Que pseudo-moderno conceito? Peço-lhe que se explique um pouco mais que eu, como já deve ter percebido, ente minhotas e santas, sou boa a apanhar tudo trocado … :)</p>
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		<title>Por: Orcama</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/e-melhor-dois-do-que-um-so/comment-page-1/#comment-4577</link>
		<dc:creator>Orcama</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 22:32:09 +0000</pubDate>
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		<description>Não será desavisado ser um tanto mais abrangente... Na minha opinião de &quot;outsider&quot; há que lutar contra os pseudo-modernos conceitos redutores de família.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não será desavisado ser um tanto mais abrangente… Na minha opinião de “outsider” há que lutar contra os pseudo-modernos conceitos redutores de família.</p>
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		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/e-melhor-dois-do-que-um-so/comment-page-1/#comment-4574</link>
		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 20:31:01 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Orcama, gosto muito dessa parábola, apesar de os meus livros de leitura da primária terem sido já muito à base de Soeiro Pereira Gomes, Alves Redol e afins ... Invoco-a amiúde às minhas filhas, para lhes explicar que o normal e saudável hábito de zaragatear nunca por nunca deverá pôr em causa a união das três diante de terceiros - sejam eles quem forem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Orcama, gosto muito dessa parábola, apesar de os meus livros de leitura da primária terem sido já muito à base de Soeiro Pereira Gomes, Alves Redol e afins … Invoco-a amiúde às minhas filhas, para lhes explicar que o normal e saudável hábito de zaragatear nunca por nunca deverá pôr em causa a união das três diante de terceiros — sejam eles quem forem.</p>
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		<title>Por: Orcama</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/e-melhor-dois-do-que-um-so/comment-page-1/#comment-4566</link>
		<dc:creator>Orcama</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 18:24:09 +0000</pubDate>
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		<description>Recordem - quem para isso tiver idade - aquela parábola do molho de vides, dos livros de leitura da então instrução primária...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Recordem — quem para isso tiver idade — aquela parábola do molho de vides, dos livros de leitura da então instrução primária…</p>
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		<title>Por: António Eça</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/e-melhor-dois-do-que-um-so/comment-page-1/#comment-4559</link>
		<dc:creator>António Eça</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 13:50:11 +0000</pubDate>
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		<description>Eu acho que não...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho que não…</p>
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		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/e-melhor-dois-do-que-um-so/comment-page-1/#comment-4555</link>
		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 12:55:31 +0000</pubDate>
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		<description>António, eu também o entendo assim, mas volta e meia dou por mim a pensar se não terá qualquer outro cabalístico significado. Provavelmente não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>António, eu também o entendo assim, mas volta e meia dou por mim a pensar se não terá qualquer outro cabalístico significado. Provavelmente não.</p>
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		<title>Por: António Eça</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/e-melhor-dois-do-que-um-so/comment-page-1/#comment-4457</link>
		<dc:creator>António Eça</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 16:54:29 +0000</pubDate>
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		<description>Ou, se quiser, eu, tu e o nosso amor - que, com aceitável frequência, se materializa no filho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ou, se quiser, eu, tu e o nosso amor — que, com aceitável frequência, se materializa no filho.</p>
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		<title>Por: António Eça</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/e-melhor-dois-do-que-um-so/comment-page-1/#comment-4450</link>
		<dc:creator>António Eça</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 14:51:09 +0000</pubDate>
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		<description>Joana, é simples aritmética do amor: um mais um igual a três...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Joana, é simples aritmética do amor: um mais um igual a três…</p>
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		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/e-melhor-dois-do-que-um-so/comment-page-1/#comment-4448</link>
		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 13:47:18 +0000</pubDate>
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		<description>Olá António, acho graça a este texto. Gostei muito do seu comentário, em especial da observação sobre a enigmática parte final que, confesso, me deixa sempre um pouco intrigada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá António, acho graça a este texto. Gostei muito do seu comentário, em especial da observação sobre a enigmática parte final que, confesso, me deixa sempre um pouco intrigada.</p>
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		<title>Por: António Eça</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/e-melhor-dois-do-que-um-so/comment-page-1/#comment-4438</link>
		<dc:creator>António Eça</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 00:56:14 +0000</pubDate>
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		<description>A sacralização do empirismo em palavras belas e simples. 
Gosto particularmente da progressão final: já não são apenas dois.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A sacralização do empirismo em palavras belas e simples.<br />
Gosto particularmente da progressão final: já não são apenas dois.</p>
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