sou eu que te abro pela boca,
boca com boca,
metido em ti o sôpro até raiar-te a cara,
até que o meu soluço obscuro te cruze toda,
amo-te como se aprendesse desde não sei que morte,
ainda que doa o mundo,
a alegria
Herberto Helder in A FACA NÃO CORTA O FOGO, A&A
Ps: uma, outro e mais uma chávena de chá, fazem um bom nightcap. É servida, Teresa?

















Se sou!
E gosto tanto da Lisa Ekdahl, e disto tudo, caramba, tem aqui uma bela tarde ou fim de noite.
(Mas chá de preferência sem açucar. Mesmo que seja açucar-veneno.
Pensando melhor, esse, se calhar calha bem:)
Não disse, devo ter ficado meia atordoada com as coincidências: o slow knowing smile tem estado a tocar aqui há dias em repeat.
E o meu Faca estava aqui mesmo ao lado, entre velas papéis e pinceis, escondido debaixo de um chapéu de avó, ainda ontem andei à procura dele e só hoje vi debaixo do chapéu, que não é de mágico, é mesmo de avó.
Vou fazer um chá para comemorar.
Fui bruxa de si!