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	<title>Comentários em: Cheios de nada?</title>
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		<title>Por: Silvia Rato</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4087</link>
		<dc:creator>Silvia Rato</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 09:10:17 +0000</pubDate>
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		<description>Francisco, Fascinante!
Fez-me lembrar uma reportagem que fiz na Gulbenkian há uns anos sobre &quot;Potências de 10&quot;.
Uma viagem entre o macro e o micro cosmo. 
Do firmamento à Helicobacter, seja ela pylori ou não (a má do estômago, que começa por provocar azias e refluxos gástricos)
Charles e Ray Eames em 1977 interessaram-se pelo assunto. Aqui fica um vídeo dessa viagem 
 http://www.youtube.com/watch?v=1Z53wTtGGA0</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco, Fascinante!<br />
Fez-me lembrar uma reportagem que fiz na Gulbenkian há uns anos sobre “Potências de 10″.<br />
Uma viagem entre o macro e o micro cosmo.<br />
Do firmamento à Helicobacter, seja ela pylori ou não (a má do estômago, que começa por provocar azias e refluxos gástricos)<br />
Charles e Ray Eames em 1977 interessaram-se pelo assunto. Aqui fica um vídeo dessa viagem<br />
 <a href="http://www.youtube.com/watch?v=1Z53wTtGGA0" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=1Z53wTtGGA0</a></p>
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		<title>Por: José Navarro de Andrade</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4085</link>
		<dc:creator>José Navarro de Andrade</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 01:10:38 +0000</pubDate>
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		<description>uma célula como um espaço tão saturado como o metro em hora de ponta, era uma que nunca tinha imaginado. Nunca tinha suspeitado que a afirmação de que a natureza detesta o vazio, seria tão literal. Lá se vai a noção de que há uma harmonia zen e límpida nas coisas vivas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>uma célula como um espaço tão saturado como o metro em hora de ponta, era uma que nunca tinha imaginado. Nunca tinha suspeitado que a afirmação de que a natureza detesta o vazio, seria tão literal. Lá se vai a noção de que há uma harmonia zen e límpida nas coisas vivas.</p>
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	<item>
		<title>Por: Gonçalo Pistacchini Moita</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4080</link>
		<dc:creator>Gonçalo Pistacchini Moita</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 22:43:12 +0000</pubDate>
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		<description>Francisco (vulgo Filipe), sem a graça do Manuel, que, com muita pena, não tenho, também queria agradecer este post. Fez-me perceber imensas coisas que, nas longínquas aulas de biologia, começaram a tentar explicar-me, sem que eu o conseguisse perceber. Infelizmente também me hei-de esquecer desta tua &quot;lição&quot;, mas sei que não me vou esquecer do que gostei do que escreveste.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco (vulgo Filipe), sem a graça do Manuel, que, com muita pena, não tenho, também queria agradecer este post. Fez-me perceber imensas coisas que, nas longínquas aulas de biologia, começaram a tentar explicar-me, sem que eu o conseguisse perceber. Infelizmente também me hei-de esquecer desta tua “lição”, mas sei que não me vou esquecer do que gostei do que escreveste.</p>
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	<item>
		<title>Por: Manuel S. Fonseca</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4039</link>
		<dc:creator>Manuel S. Fonseca</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 23:27:15 +0000</pubDate>
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		<description>Francisco, o seu post - o seu bonito post - parecia a Sofia Loren a entrar na Cinecittà. Gostei mesmo muito. E quero dizer-lhe que passei a ter um imenso orgulho nos meus intestinos. Jamais me passou pela cabeça que tivesse fosse o que fosse &lt;strong&gt;a viver lá tão simbioticamente&lt;/strong&gt;. Também lhe quero dizer que o modelo computacional do citoplasma duma E.coli se parece muito com uma gravata minha inspirada em Andy Warhol. É um elogio: continuo a gostar da gravata e &lt;strong&gt;agrada-me que a pop art ande por anda qualquer E.Coli&lt;/strong&gt;. Veja se escreve mais e assim. Um abraço, bostonian man.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco, o seu post — o seu bonito post — parecia a Sofia Loren a entrar na Cinecittà. Gostei mesmo muito. E quero dizer-lhe que passei a ter um imenso orgulho nos meus intestinos. Jamais me passou pela cabeça que tivesse fosse o que fosse <strong>a viver lá tão simbioticamente</strong>. Também lhe quero dizer que o modelo computacional do citoplasma duma E.coli se parece muito com uma gravata minha inspirada em Andy Warhol. É um elogio: continuo a gostar da gravata e <strong>agrada-me que a pop art ande por anda qualquer E.Coli</strong>. Veja se escreve mais e assim. Um abraço, bostonian man.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Francisco Feijó Delgado</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4034</link>
		<dc:creator>Francisco Feijó Delgado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 23:11:38 +0000</pubDate>
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		<description>É verdade, há muitas &lt;em&gt;E. coli&lt;/em&gt; que são &lt;em&gt;más&lt;/em&gt;. No entanto a maioria delas não o é, e vivem, connosco nas nossas entranhas, toda a vida, alimentando-se de alguns dos nossos detritos e até ajudando em algumas tarefas da digestão. Essas não fazem mal a ninguém.

Mais: foram (e ainda o são, em parte) dos principais organismos modelo na investigação de biologia molecular e na genética. E muito em breve, poderão constituir exércitos na produção de biocombustíveis, um bocadinho como as leveduras nos fazem o pão, vinho e cerveja.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade, há muitas <em>E. coli</em> que são <em>más</em>. No entanto a maioria delas não o é, e vivem, connosco nas nossas entranhas, toda a vida, alimentando-se de alguns dos nossos detritos e até ajudando em algumas tarefas da digestão. Essas não fazem mal a ninguém.</p>
<p>Mais: foram (e ainda o são, em parte) dos principais organismos modelo na investigação de biologia molecular e na genética. E muito em breve, poderão constituir exércitos na produção de biocombustíveis, um bocadinho como as leveduras nos fazem o pão, vinho e cerveja.</p>
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	<item>
		<title>Por: Francisco Feijó Delgado</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4033</link>
		<dc:creator>Francisco Feijó Delgado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 23:06:32 +0000</pubDate>
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		<description>Veremos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Veremos!</p>
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	<item>
		<title>Por: Francisco Feijó Delgado</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4032</link>
		<dc:creator>Francisco Feijó Delgado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 23:06:02 +0000</pubDate>
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		<description>Não se preocupe, cara Teresa, já me chamaram coisas bem piores! E obrigado pela poesi-ciência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não se preocupe, cara Teresa, já me chamaram coisas bem piores! E obrigado pela poesi-ciência.</p>
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	<item>
		<title>Por: nini</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4026</link>
		<dc:creator>nini</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 22:22:57 +0000</pubDate>
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		<description>E, Joana, uma das principais causadoras do cancro do estomago.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E, Joana, uma das principais causadoras do cancro do estomago.</p>
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	<item>
		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4024</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 21:40:29 +0000</pubDate>
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		<description>Francisco, foi o nosso Hubble para dentro!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco, foi o nosso Hubble para dentro!</p>
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	<item>
		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4023</link>
		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 21:02:29 +0000</pubDate>
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		<description>Francisco, que extraordinárias imagens! Gostei muito do seu texto: aprendi imenso e recordei umas quantas coisas que em tempos (no século passado, para ser exacta) aprendi. Pior foi quando fui ver quem era a e-coli... Então estas bactérias todas coloridas e com ar jugendstil são as responsáveis pelas gastroenterites das crianças (e das mães que desveladamente tratam delas) e pelas tão temidas meningites?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco, que extraordinárias imagens! Gostei muito do seu texto: aprendi imenso e recordei umas quantas coisas que em tempos (no século passado, para ser exacta) aprendi. Pior foi quando fui ver quem era a e-coli… Então estas bactérias todas coloridas e com ar jugendstil são as responsáveis pelas gastroenterites das crianças (e das mães que desveladamente tratam delas) e pelas tão temidas meningites?</p>
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	<item>
		<title>Por: teresa conceição</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4020</link>
		<dc:creator>teresa conceição</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:52:08 +0000</pubDate>
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		<description>(só teria de fazer uma elipse se fosse um (f)elipe, claro)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(só teria de fazer uma elipse se fosse um (f)elipe, claro)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: teresa conceição</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4019</link>
		<dc:creator>teresa conceição</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:49:07 +0000</pubDate>
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		<description>Francisco, 

como vê houve alguém que se fez passar por mim e tentou mudar-lhe o ADN e desorganizar-lhe os cromossomas, mas pelos vistos enrolaram-se-lhe as intenções, apesar de no fundo no fundo, ter dito mais ou menos o que eu queria dizer. 

por isso, faça please a ilipse do ilipe, que de resto até subscrevo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco, </p>
<p>como vê houve alguém que se fez passar por mim e tentou mudar-lhe o ADN e desorganizar-lhe os cromossomas, mas pelos vistos enrolaram-se-lhe as intenções, apesar de no fundo no fundo, ter dito mais ou menos o que eu queria dizer. </p>
<p>por isso, faça please a ilipse do ilipe, que de resto até subscrevo.</p>
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	<item>
		<title>Por: teresa conceição</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4018</link>
		<dc:creator>teresa conceição</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:42:29 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigada pela correção, Miguel. 

que seria de mim sem a sua atenção.
Há quem invente verbos novos, a mim basta-me uma letra e sai uma pessoa nova, apesar de a mesma. Isto deve ser do excesso de população e dos apertos. Ou então da falta de proteínas.

E de resto, só me faltou um rancisco, de resto estava quase tudo lá!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada pela correção, Miguel. </p>
<p>que seria de mim sem a sua atenção.<br />
Há quem invente verbos novos, a mim basta-me uma letra e sai uma pessoa nova, apesar de a mesma. Isto deve ser do excesso de população e dos apertos. Ou então da falta de proteínas.</p>
<p>E de resto, só me faltou um rancisco, de resto estava quase tudo lá!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Norton</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4016</link>
		<dc:creator>Pedro Norton</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:11:29 +0000</pubDate>
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		<description>Joaquina, 
Não trate o Carlos por Filipe porque vai criar uma confusão tremenda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Joaquina,<br />
Não trate o Carlos por Filipe porque vai criar uma confusão tremenda.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Norton</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4015</link>
		<dc:creator>Pedro Norton</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:10:03 +0000</pubDate>
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		<description>Fantástico, Francisco. O infinitamente pequeno parece-se, de facto, com o infinitamente grande.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fantástico, Francisco. O infinitamente pequeno parece-se, de facto, com o infinitamente grande.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: pedro marta santos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4009</link>
		<dc:creator>pedro marta santos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 16:35:14 +0000</pubDate>
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		<description>Fascinante. É de mim ou noto aqui o primeiro fio de um novelo romântico na descrição da gigantesca manta científica? Não haveria mal nenhum nisso...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fascinante. É de mim ou noto aqui o primeiro fio de um novelo romântico na descrição da gigantesca manta científica? Não haveria mal nenhum nisso…</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: teresa conceição</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4003</link>
		<dc:creator>teresa conceição</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 15:24:16 +0000</pubDate>
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		<description>E quanto aos desenhos: 

afinal também temos tudo cá dentro, para quê procurar mais longe?
A realidade interna contém manancial infinito. 
A imaginação (a minha, pelo menos) não chega lá nem com o telescópio mais potente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E quanto aos desenhos: </p>
<p>afinal também temos tudo cá dentro, para quê procurar mais longe?<br />
A realidade interna contém manancial infinito.<br />
A imaginação (a minha, pelo menos) não chega lá nem com o telescópio mais potente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: teresa conceição</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-4002</link>
		<dc:creator>teresa conceição</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 15:18:54 +0000</pubDate>
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		<description>Filipe,

gosto das suas científicas abordagens-viagens ao nosso interior (em abreviatura dariam abordicientiagens?) 
E apetece transpor: o vocabulário presta-se a intimidades paralelas.
Se cientificamente temos o corpo em íntimo novelo, 
como desembaraçá-lo sem trôpego atropelo? 
É uma âncora de um flagelo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Filipe,</p>
<p>gosto das suas científicas abordagens-viagens ao nosso interior (em abreviatura dariam abordicientiagens?)<br />
E apetece transpor: o vocabulário presta-se a intimidades paralelas.<br />
Se cientificamente temos o corpo em íntimo novelo,<br />
como desembaraçá-lo sem trôpego atropelo?<br />
É uma âncora de um flagelo…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Turmalina</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/02/cheios-de-nada/comment-page-1/#comment-3994</link>
		<dc:creator>Turmalina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 11:30:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=7623#comment-3994</guid>
		<description>What a wonderful world!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>What a wonderful world!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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