A última vez. Do muito que desconhecemos, pouco é tão difícil como a última vez. Talvez por isso Deus nos poupe de sabermos o último abraço, o último olhar, o fim da vida tal como a vivemos antes dela ruir para a erguermos outra, porque a mesma, nunca mais. Talvez por isso, às vezes, nos privilegie com o dom da despedida: adeus, a Deus. Adeus é nunca mais. Depois da aflição das lágrimas.


















Depois da aflição das lágrimas, ou não; o “nunca mais” pode ser um alivio… mas sim, Adeus é nunca mais.
Nunca mais. A irreversibilidade do que perante o fim, só termina com o nosso fim.
Nunca digas nunca. My name? oh my name is Bond, James Bond.
nini, CNS, Turmalina,
são testemunhas da insensibilidade de Manuel Bond Fonseca!
Eu sempre vou às lagrimas depois de um Adeus…e esse depois pode levar horas, dias e até meses.
Será por isso que os anglo-saxões usam good-bye e farewell, querendo este significar mais um último adeus, ao invés do que outros sustentam ser tão sómente uma forma arcaica daquele?
É que tenho visto, tanto na poesia como na prosa, usar invariavelmente o farewell quando se trata de significar o último adeus, separação prolongada e/ou sem certeza de retorno. Mera questão de estilo?
Orcama! Então veio dar ar à minha ignorância?! Os farewell que conheço são: o do Byron, Fare thee well, e o do Romeu a despedir-se de Julieta.