Um poema para esperar


Fotografia de Maria João Cabrita

NOITE
Que a manhã venha com o nome que Lhe deres.
A luz dorme num casulo de sombra.

Comentários a “Um poema para esperar” (3)

  1. Manuel S. Fonseca diz:

    A foto da MJC é quase pintura. Magritte de desolada? Os seus dois versos, EV, são de altíssima voz: a imagem final é muito inventiva e verdadeira.

  2. Eugénia de Vasconcellos diz:

    Também gostei muito, a MJC já me tinha cedido uma outra fotografia, também a publiquei aqui, que parece uma pintura de Noronha da Costa — aquela da árvore, não sei se viu.

    Merci.

    • Eugénia de Vasconcellos diz:

      Disse Noronha da Costa? Queria dizer Eduardo Luiz, aquele da mulher e do lobo com as copas das árvores reflectidas na água.

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