Razões Exactamente nº 50 e 51 Para Se Gostar de Musicais

50. A incontrolável alegria de Janet Leigh, o sorriso mimosa de Betty Garrett, o destrambelhamento de Jack Lemmon e o estilo fresco, brusco, inesperado de um tal de Robert Fosse rumo à gloriosa confusão final, ao som de congas, em

 


“My Sister Eileen”, Richard Quine, 1955


Antes de nos voltarem as costas

Mas

 


(suspiro surdo)


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

51. A tragédia andaluza de Manuel de Falla: canto gitano de Gregorio Martinez Sierra, camisa vermelha de Antonio Gades a arder por Cristina Hoyos na dança do fogo, fumo, faço, um passo, mais um passo e depois, aah!, “El Amor Brujo”, pouco antes de Saura se tornar guia de museus etnográficos

 


“El Amor Brujo”, 1986, Carlos Saura


 

 

 

 

 

 

 

 

Quem disse que um musical não pode despertar a violência do mundo?

Comentários a “Razões Exactamente nº 50 e 51 Para Se Gostar de Musicais” (1)

  1. Diogo Leote diz:

    Convincente sem dúvida, Pedro. Mas tens de me explicar ainda as razões n.ºs 2 a 49 (a primeira é a Marilyn e descobri-a ontem, aqui mesmo…).

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