Quem vem e atravessa o rio, junto à serra do Pilar …

 


JV, Porto


O Francisco atingiu-me em cheio. Num dos meus pontos sensíveis. A pronúncia do Norte, que tão bem descreve, nas suas deliciosas subtilezas, e que me encanta. Porque tem, de facto, outra graça. E porque é a pronúncia dos meus mais profundos afectos – assim falavam os meus avós, assim me falam o meu pai e metade da minha família.


 Venham mais, pediu o Francisco… Pois aqui vão!


 First and above all, Porto Sentido, do Rui Veloso (1). Uma das canções da minha vida.


 O prometido é devido, do Rui Veloso (2),  por causa dos “tratados de paz e pessangas”, mas podiam ser TODAS.


 E, ainda,


 Primeiro dia, Sérgio Godinho (3)


 GNR, Bellevue (4)


GNR, Pronúncia do Norte (5), of course, mas podiam ser TODAS.


A terminar, os divertidos


Sete e Pico, do Conjunto António Mafra (6) e


Arménio, o trolha da Areosa, Rui Veloso (7).

 

 

1 — http://www.youtube.com/watch?v=AtgMCtadQOM

2 — http://www.youtube.com/watch?v=BAFAlAEhuV8

3 — http://www.youtube.com/watch?v=WY4SKahF-k0

4 - http://www.youtube.com/watch?v=wV5k3zjSifI

5 — http://www.youtube.com/watch?v=JA4KfgrYzwQ

6 — http://www.youtube.com/watch?v=EZEIWHfHwTQ

7 — http://www.youtube.com/watch?v=s7yAMQslwfo

Comentários a “Quem vem e atravessa o rio, junto à serra do Pilar …” (11)

  1. maria diz:

    E eu que nasci no Porto e de lá abalei,faz anos,zangada muito zangada com o lugar.

    Feitas as pazes, lá retorno ‚a ritmo compassado. Afinal só ali encontro “Bolos para Comunhão”

    • Joana Vasconcelos diz:

      E fietes de polvo com arroz do mesmo! E filetes de pescada branquinha, branquinha, como em mais lado nenhum.

      E, sobretudo, aquele mar e aquela bruma! E tudo mais … Ainda há uma semana lá estive e já voltava!

  2. António Eça diz:

    Escrevi um texto sobre «Porto Sentido» chamado «Trataram da asa ao milhafre». Além de que sou amigo do Rui, além de que adoro o Porto…

  3. Gonçalo Pistacchini Moita diz:

    Sou de Lisboa e do Porto. Mas o Porto não o conheço. Desde pequeno que lá vou, repetidamente, ciclicamente. Mas o visitar a família, que é grande, quase não deixa lugar aos outros lugares do Porto. E, no entanto, sou de lá. É lá também a minha casa. Apesar do Porto, do meu Porto, ser a casa dos meus avós e as francesinhas.

  4. António Eça diz:

    Bem, o texto está no livro ‘Porto versus Lisboa’, da G&P. Mas se quiser eu mando-lhe esse naco concreto — desde que me forneça morada útil…

  5. Manuel S. Fonseca diz:

    António, ai de ti se forneces o texto assim, separado da integralíssima obra e sem direitos de autor. Chamo logo o teu editor e arranjo-te um trinta e um e não é de boca.…
    Joana, estimadíssima Joana, o livro, “Porto vs Lisboa” uma das melhores ideias editoriais dos últimos 50 anos, é um fantástico diálogo entre dois Antónios — um que já conhece e do Porto — o outro o António Costa Santos e de Lisboa. Merece leitura atenta, dada a querubínica qualidade da prosa dos seus autores, qualidade que se pode comprovar também noutros livros da mesma editora — a Guerra e Paz Editores, cuja actividade, sinceramente, me parece tão boa, tão proveitosa para o país, que nem sei como não foi já certificada como a SALVAÇÃO DA PÁTRIA. Embora eu não conheça, nem faça a mínima ideia de que quem são as pessoas da editora, acabo por comprar 2 a 3 livrinhos de cada título que eles editam, o que me faz sentir muito bem. Experimente essa mesma terapia e garanto-lhe que terá a sensação de passar a um estado raro de euforia e felicidade.

  6. Joana Vasconcelos diz:

    António, agradeço a gentil oferta do naco, mas não quero de maneira nenhuma arranjar-lhe problemas com o seu supervigilante e sinistro editor! Vou mas é tirar fotocópias, agora que já sei onde o dito está publicado!

    MSF thank you for sharing such a lovely strategy for happiness. Mas diga-me desde já, para que a alegada plenitude obtida pela aquisição de três-exemplares-três de livros dessa excelsa editora não seja obnubilada pela dúvida:
    1 — Costuma lê-los todos, aos 3 livros? Em caso afirmativo, pode ler-se o mesmo três vezes, para os outros ficarem novinhos?
    2 — Como os arruma? Todos em filinha na estante, para se ver mesmo que são 3? Ao calhas pela mesmo estante, no meio dos outros? Larga exemplares pela casa toda, para maximizar as hipóteses de leitura?

  7. Manuel S. Fonseca diz:

    Em primeiro lugar rectifico um ponto das incendiadas alegações acima:
    Onde se lê: se pode comprovar também noutros livros da mesma editora.
    Deve ler-se: se pode comprovar também noutros livros dos autores em causa publicados na mesma editora.
    Esclareço, agora, a Joana:
    1. Os 3 livrinhos sempre comigo, sempre iguais. 2. Dou-lhes beijinhos antes de os abrir. 3. Entendo a prática como um tributo meio oblíquo aos ensinamentos de Maomé, e que Alah me perdoe, bem assim como os seus tolerantes seguidores, amen. 4. A hipótese de começar a espalhá-los por diferentes pontos da casa, não é mal pensado. Alguns dos ditos já começam a dizer-me: Give me some room. I need my space.

    • Joana Vasconcelos diz:

      Estou a começar a ficar impressionada. Os livros falam! E em inglês! Trata-se de um carisma partilhado por todos os livros da referida editora ou a excepcionalidade, porque provém dos seus querubínicos autores, restringe-se aos respectivos best-sellers? E os livros falam também uns com os outros? Parece-me tudo muito assustador. E barulhento.

  8. António Eça diz:

    Cruzes! Sinto-me quase nu! E a culpa é toda minha, ainda por cima…
    Mas realmente, Joana, se gosta do Porto como diz (e eu acredito!) devia de ler a minha/nossa diatribe (prontos, lá derrapei para o marketing!)

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